terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pensamento do dia


O salão do  automóvel só serve para 
duas coisas: mostrar o quanto você é liso 
e como a sua mulher é muito feia.

Bendito Fazendeiro, cachaceiro

Paraíba masculina...?

Felipe e Thiago trocaram alianças na conservadora Cajazeiras

Cajazeiras, no alto sertão paraibano,
registra o seu primeiro casamento gay


Com informações do Blog do Furão

 A noite do último sábado, dia 27 de novembro, entrou para a história da cidade de Cajazeiras e para o sertão paraibano.
Na casa de festas La Fiesta foi realializado o primeiro casamento gay do sertão.
Os jovens Felipe e Thiago trocaram alianças e consagraram sua união conjugal.
A cerimônia foi celebrada de forma simbólica.
Sob os aspectos jurídico e relçigioso, o casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não é permitido no Brasil.

Mesmo assim, foram cumpridas todas as formalidades de uma cerimônia normal, com direito a troca de alianças, padrinhos e tudo mais, numa solenidade para familiares e amigos.
Com uma decoração especial, a casa de recepções La Fiesta recebeu os convidados que participaram deste momento inédito.
A noticia do 1º casamento gay do sertão ganhou repercussão estadual e foi divulgada nos principais meios de comunicação.
Durante a manhã de sábado as emissoras de rádio locais discutiram o assunto e a população se dividiu: foram muitas opiniões a favor e contra o casamento dos dois rapazes.
A comunidade gay do alto sertão comemorou a quebra do tabu, principalmente na cidade de Cajazeiras que tem uma sociedade considerada conservadora.


Passou no vestibular

Uma baianinha gostosíssima passava por uma rua que tinha um papagaio em cima do muro.
Ela fazia o pré-vestibular e um dia, quando ela passava lá a caminho do curso, o papagaio grita:
- Baianinha tá de calcinha preta!
E, por incrível que pareça, o papagaio acerta na mosca.
A menina continua e pensa que foi apenas um golpe de sorte.
No outro dia, indo de novo, o papagaio grita mais uma vez:
- Baianinha tá de calcinha branca!
Novo acerto e dessa vez a menina fica meio assustada com a situação, mas acha que o papagaio tarado teve sorte novamente no palpite.
No terceiro dia, no mesmo trajeto, o papagaio denuncia:
- Baianinha tá de calcinha vermelha!
 Ela dessa vez fica indignada com a adivinhação do papagaio.
No outro dia, resolve sair sem calcinha, só pra testar.
O papagaio não falha:
- Baianinha tá de calcinha cabeluda!
Irritadíssima, ela toma uma decisão drástica.
No dia seguinte passa sem calcinha e depilada.
Vai passando, e o papagaio não diz nada.
Ela já ia virando a esquina, crente de que havia tapeado finalmente o penoso, quando ouviu o grito:
- ÊEiiiiiiiiiiiii baianinha!
Ela se vira e ouve o papagaio perguntar:
- Passou no vestibular, foi?

U2 vai tocar no Brasil em 2011



A Live Nation Global Touring and Time for Fun confirmou ontem que o U2, a maior banda de rock do mundo, vai voltar ao Brasil. 
A tournê U2 360° chega ao Morumbi, em São Paulo, no dia 9 de abril de 2011.
Os ingressos estarão à venda ao público em geral a partir de 7 de dezembro.
Haverá pré-venda no Citibank a partir de 4 de dezembro. 
Os ingressos custam a partir de R$ 70,00.
Assinantes da newsletter U2.com poderão comprar antecipadamente a partir de amanhã, às 10h e até sexta-feira, dia 3 de dezembro, às 22h00.

A estética do couro ou...

Lampião e Maria Bonita, mortos numa emboscada em 1038

O brilho e o perfume no Cangaço
João da Mata Costa

“Olê, mulhé rendeira,
Olê mulhé rendá
Tu me ensina a fazer renda,
eu te ensino a namorá”.

Lampião foi o rei do cangaço e praticou muitos crimes. Também tinha seu lado de dãndi e abusava do perfume francês "Fleur d'Amour". Leitor assíduo das revistas "O Cruzeiro", "FonFon" e "Noite Ilustrada", de onde criou o gosto pela fotografia. Carregava sempre um livro de Papini e era um devoto do Padim-Ciço. Vestia-se muito bem e usava perfume francês "Fleur d'Amour". O perfume denunciava os cangaceiros ao longe - debaixo da concha celeste, banhados por um sol inclemente de se arrepiá.
No filme “Baile Perfumado” os diretores Lírio Ferreira e Paulo Caldas fazem uma alusão aos bailes perfumados dos cangaceiros entre uma peleja e outra. Esse filme narra a história do mascate libanês Benjamin Abrahão que se embrenhou na caatinga e conseguiu filmar o bando de Lampião deixando imagens inestimáveis para conhecimento dessa grande saga.
Ao contrário dos sertanejos da época, os cangaceiros valorizavam o enfeite. Usavam brincos, anéis, colares e lenços estampados de seda inglesa ou tafetá francês. Muitos dos pertences do Lampião eram bordados com a sigla C.V.F.L. (Capitão Virgulino Ferreira Lampião).
A indumentária dos cangaceiros trazia uma rica carga simbólica. O Chapéu de Couro com a estrela hexagonal de Salomão era inspirado no chapéu de Napoleão Bonaparte, de quem o “Rei do Cangaço” conhecia a biografia e muito admirava. As armas dos cangaceiros eram ricamente cravadas de ouro e prata. Suas roupas tinham inspiração nos cavaleiros medievais e os bornais e cantis eram ricamente bordados com temas da caatinga.
“ Essa carga artística dos trajes dos cangaceiros representa o que Gilberto Freyre chamava “‘arte de projeção do homem”. O homem a carregar consigo sua própria arte, sem vergonha da sua condição de bandoleiro e assassino.
Foram esses ricos elementos contidos na indumentária dos cangaceiros nordestinos que motivaram o historiador Frederi co Pernambucano de Mello, a escrever o belo livro “Estrelas de Couro: A Estética do Cangaço” (Escrituras, 253p), com prefácio de Ariano Suassuna.
O Livro de Arte é enriquecido com 300 imagens referentes à saga lampiônica e 160 fotografias de objetos de uso pessoal dos cangaceiros. A maior parte desses objetos é parte da coleção particular do autor e já foram expostos no Brasil e exterior. O livro é um ensaio de caráter interdisciplinar e mostra a rica estética do cangaço. Uma estética que se espraiou no grande cinema de Glauber Rocha e pintura de Aldemir Martins. A valentia desses homens povoa o imaginário dos nordestinos e fornece material para centenas de cordéis e rico artesanato. Uma saga que deita suas raízes no substrato de uma terra onde os homens faziam justiça por si mesmo, seja por vingança, por terra e posses ou por motivos políticos.

As armas e os bordados

As armas usadas pelo rei do Cangaço morto em 1938 por traição de um dos seus protetores, eram ornamentadas de ouro e prata. A vestimenta dos cangaceiros eram muito ricas, coloridas e vistosas.
O chapéu quebrado na frente e atrás, continha “três barbelas”: a testeira que era ajaezada com moedas de ouro e prata, e trazia a estrela hexagonal de Salomão; o barbicacho dianteiro, saindo das laterais e unindo as duas fitas de couro e o barbicacho traseiro, continuação da testeira, também enfeitado de moedas. Essas barbelas davam segurança ao chapéu e não permitia que ele caísse nos movimentos bruscos. Em torno do pescoço os cangaceiros usavam um lenço de tecido valioso que podia ser seda. Lampião preferia tafetá francês. Esse lenço era preso por um anel ou aliança de metal nobre. Os cangaceiros usavam o termo “jabiraca” para designar essa bela indumentária.
Os cangaceiros eram bastante vaidosos e usavam brincos e colares, não tendo vergonha da sua situação de bandoleiros. Os homens e mulheres e homens usavam até três anéis por dedo. Os cangaceiros vestiam-se de brim cáqui ou mescla azul. Lampião preferia a cor cinza e costurava com uma máquina Singer. Os cangaceiros usavam uma túnica e uma calça de cintura alta que ficava acima do tornozelo (pega bode). Quando o tempo esfriava eles podiam vestir até três calças.
Por cima da túnica, o cangaceiro cruzava diagonalmente duas cobertas feitas de bramantes estampados de padrões muito coloridos, forrados de chita branca. Uma coberta era para deitar e outra para cobrir. As mulheres entraram para o cangaço em 1929/30 e eram muito respeitadas. Suas saias ficavam acima do joelho, numa ousadia para a época.
Por cima das cobertas eram colocados os bornais, também chamados embornais. Eram bolsas muito coloridas e de belos desenhos nas abas. Nos bornais eram colocados os alimentos: carne seca, farinha e queijo.
As alpercatas de rabicho e tangerino eram ricamente desenhadas e confeccionadas em couro. Quando ia para a rua Lampião usava uma sandália de couro esmaltado. Dadá “a musa do cangaço” , esposa de mulher de Corisco, era a estilista do grupo e trouxe flores e outros motivos para a indumentária dos cangaceiros.
As armas eram cravejadas de moedas de ouro e a cartucheira de ombro era muito funcional. Entre o corpo e a cartucheira era inserido um punhal de três quinas ou achatados. A empunhadura do punhal era ricamente ornamentada em ouro e prata. O facão que o cangaceiro trazia na altura da cintura servia de ferramenta.

O casal e mais nove cangaceiros foram mortos, degolados e expostos pelo Nordeste

As armas e utensílios encontrados com o Rei do Cangaço

O chapéu de couro do capitão Virgulino, vulgo Lampião, morto na Grota dos Angicos em Sergipe (1938), tinha abas ornamentadas em alto-relevo com seis sinos de Salomão, barbicacho de couro de 46 centímetros de comprimento e ornado em ambos os lados com cinqüentas peças de ouro. Lampião tinha três anéis: um de pedra verde, outro uma aliança e o terceiro de identidade gravado “ Santinha”. A testeira de ouro de quatro centímetros de largura e vinte e dois centímetros de comprimento, onde eram afixadas moedas e medalhas - duas com gravações “ “Deus te Guie” , duas libras esterlinas, uma moeda brasileira de ouro, com a efígie de Petrus II, de 1855 e mais duas outras moedas em ouro.
O mosquetão-Mauser modelo 1908, com bandoleira enfeitada com sete escudos de prata de Império. A faca de folha de aço, com sessenta e sete centímetros de comprimento, com cabo e terço de níquel, adornado com três anéis de ouro; bainha toda de níquel com forro interno de couro. A cartucheira era de couro com enfeites de costumes da caatinga. Um apito de metal amarelo preso a uma corrente de prata.
Com Lampião foram encontrados vários bornais. Todos com desenhos de várias cores bordados à máquina. Um deles tinha botões de ouro e prata. No suspensório, nove botões de prata e apenso num dos bornais uma caixa de folha-de-flandres, coberta com o mesmo pano dos bornais e também bordado à máquina (Cancioneiro de Lampião, Nertan Macedo 1959).
Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Carnatal começa hoje no Seis em Ponto

Jogando golfe

Moisés, Jesus e um velhinho jogavam golfe.
Moisés colocou a bola no pino e deu a primeira tacada: a bola caiu num lago.
Moisés chegou à beira do lago e, levantando o taco, as águas se abriram. 
Ele entrou, deu a segunda tacada e a bola foi diretamente para o buraco.
Na vez de Jesus jogar, a bola também foi parar no lago, mas caiu sobre a folha de uma vitória-régia. 
Então, Jesus caminhou sobre as águas, foi até a planta e deu a segunda tacada, mandando a bola para o buraco.
Aí, foi a vez do velhinho.
Ele, todo trêmulo, preparou-se para dar a tacada inicial. 
A bola voou para fora do clube e começou a cair na direção de um riacho. 
Nesse instante, um sapo a engoliu. 
Pouco depois, uma cobra engoliu o sapo mas foi agarrada por um gavião. 
A ave apertou demais a cobra que regurgitou o sapo ao sobrevoar o campo de golfe.
Ao cair, o sapo bateu com o peito no chão e cuspiu a bola diretamente para o buraco.
Ao acompanhar toda aquela cena, Moisés olha para Jesus e diz:
- Jesus, é muito chato jogar golfe com o seu Pai!

Leis caliopáticas

Arizona...

Mau comportamento enquanto se usa uma máscara vermelha é considerado
um crime.
Cortar um cactus pode dar até 25 anos de prisão!
É proibido recusar água a quem pedir, e você não pode ter mais do que 2
pênis de borracha na mesma casa, por qualquer motivo que seja.
Além disso, qualquer pessoa na cidade de Mohave County que for pega
roubando sopa terá que tomar banho daquela mesma sopa até ela acabar!

Alabama
Você não pode praticar luta-livre com um urso, e nem jogar dominó
aos domingos.
Também é proibido usar bigode falso engraçado na igreja.
É proibido colocar um sorvete em forma de cone no bolso das calças, mas
é permitido fazer sexo e se casar com sua irmã.
Ninguém pode usar calças azuis na Noble Street.
E tome cuidado! No Alabama, jogar sal numa rodovia pode ser punido com a morte!

Alaska
Apesar de ser totalmente legal matar ursos por esporte, é
terminantemente proibido acordar um urso para tirar fotos dele. É
considerado uma ofensa dar bebida alcoólica a um Alce, ou jogá-lo de um
avião durante o vôo. Estas estranhas leis também proibem que alguém
carregue um estilingue oculto sem uma licença especial.
Além de tudo, donos de cachorros não podem deixar seus animais de estimação entrarem em salões de cabeleireiro.

Arkansas
Este parece ser um estado mestre em criar leis completamente
absurdas. Já dá pra perceber isso, ao ler que professores que usam bobs
nos cabelos não receberão aumento. Homens podem legalmente espancar
suas esposas, mas apenas uma vez por mês. Já o sexo oral, é considerado
crime.
As leis do estado também proibem que as águas do rio Arkansas subam
acima da Main Street bridge. E ai de você se buzinar seu carro numa
loja que venda sanduíches depois das 22:00 horas. E falando em horário,
seu gato também está proibido de miar após as 19:00...

Ração pra pinto

Uma moça da roça foi convidada p/ uma festa onde teria que usar vestido, coisa que ela não usava, ela usava só calças e sem calcinha. Então ela teve uma idéia, foi ao armazém, pegou um saco de pano, foi p/ máquina de costurar e fez uma linda calcinha. Vestiu a calcinha, colocou o vestido e pegou um ônibus para ir a festa. Como estava acostumada com calças, sentou-se no banco de pernas bem abertas. Em sua frente estava um caipira que não tirava os olhos. Passado duas horas a menina se irritou e perguntou: que foi caipira, nunca viu uma calcinha?
O caipira respondeu: oia moça, vê carcinha eu já vi, mas escrito ração pra pinto é a primeira veiz.

Xibiu

Por: C.Jabureiro
Talvez eu não seja o maior especialista do mundo em chupar Xibiu, mas faço isso a décadas, desde de minha adolescência, e acredito ter adquirido uma certa dose de "manha" na arte de chupar Xibiu.
Supondo que o Xibiu já esteja pronto pra ser chupado, coloque seus dedos suavemente e faça uma certa pressão, não muita só o suficiente para sentir sua textura e sua temperatura.
Leve-o, ou melhor, va até ele e sinta seu aroma...existem vários. Alguns são ácidos, outros mais doces...mas garanto que todos vão lhe levar as nuvens.
Com a lingua levemente fora da boca, comece lentamente a sentir sua textura e seu gosto.
Voce notara que o Xibiu reagira imediatamente ao toque de sua lingua. Passando a ficar molhado e aumentando o aroma que emana de seu interior...
O ideal é fazer movimentos lentos e constantes, de preferência por toda a superfície do Xibiu. Aja como um desbravador e tente descobrir sua textura e seu gosto aos poucos.
Prolongue o prazer deste descobrimento o maximo possivel...em alguns momentos você pode dar pequenas mordidas, mas de leve, muito de leve.
O objetivo não é arrancar pedaço e sim fazer com que o Xibiu se desmanche em líquidos e cheiros do mais puro prazer...
Garanto que se você tiver paciência e principalmente auto controle a experiência de chupar Xibiu será sempre um prazer.
E o melhor de tudo,o bombom (bala)Xibiu é baratinho,com R$ 1,00 você compra 10 ...

Coisa de quenga

Rebecca, Samantha, Melanie, Stephanie, Jenniffer, Camille, Grace!
Sacanagem com a criança! Botar esses nomes é muita fuleiragem e brega! Coloca um nome simples de todo mundo falar! O que há de errado com os nomes mais simples como: Maria, Ana, etc? Se você está pensado em colocar um desses nomes na bixiguenta que ainda está na sua barriga pelo menos não será preciso trocar de nome se ela virar prostituta...

A vida perfeita

"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um santo remédio


Outra colaboração para o Bar de Ferreirinha.
Desta feita de Paizito, cliente virtual e real, leitor e incentivador do blogue.
É sobre um assunto que ele domina bem: cachaça.

Um santo remédio

A cachaça, nos nossos sertões, é mezinha para males físicos e mesmo morais.
Há contrariedade? Toma-se um gole e tudo desaparecerá.
Reina alegria? Saúda-se esta alegria com uma bicada.
Dói o dente? Bochecha-se cachaça e a dor some. 
Há falta de apetite? Tome-se um aperitivo de cachaça e a fome volta voraz. 
Falta coragem para resolver um negócio sério? Uma lambada forte de cachaça, e a pessoa torna-se corajosa. 
Falta-lhe disposição de falar em público? Uma chamada boa de cachaça torna-o orador.
Faz frio? Toma-se uma talagada de cachaça e esquenta-se. 
Faz calor? Toma-se um golinho de cachaça e refresca-se. 
Enfim, a cachaça transforma a personalidade do amante do álcool.
Por causa da popularidade da cachaça os seus apelidos são numerosos e pitorescos: branquinha, mata-bicho, tira-teima, malfadada, desgraçada, para-ti, abrideira, água bruta, água-de-briga, água-que-gato-não-bebe, água-que-passarinho-não-bebe, bagaceira, baronesa, bicha, bico, branca, brasa, brasileira, cândida, caiana, cana, caninha, canjica, catuta, caxaramba, caxiri, cobreiro, corta-bainha, camulaia, dindinha, dengosa, desmancha-samba, dona branca, elixir, engasga-gato, espírito, esquenta-por-dentro, filha-de-senhor-de-engenho, fruta, gás, girgolina, gororoba, gramática, homeopatia, imaculada, já-começa, jerebita, jinjibirra, jura, legume, malunga, mamãe-de-luanda, mamãe-de-aruanda, mamãe-sacode, marafa, maria-branca, meu-consolo, moça-branca, patrícia, perigosa, pinga, prego, purinha, rama, remédio, restilo, samba, sete-virtudes, sinhazinha, sumo-de-cana, suor-de-alambique, tafiá, teimosa, tiquira, tome-juízo, entre dezenas de outros. 
Note-se que estes apelidos da cachaça são regionais.
Cada região do Brasil tem a sua peculiaridade, e os seus cachaceiros locais é que definem qual é o melhor apelido pra branquinha.

O idiota e a moeda

Da cliente e leitora que se identifica como Nordestina Porreta, o Bar de Ferreirinha recebeu a colaboração abaixo e uma declaração de amor.
Agradecemos as palavras gentis e segue o causo para leitura de todos:

Bar de Ferreirinha. Único no Mundo onde: bebo, como, conto e escuto piadas, vejo o povo, fico em dia com todos assuntos, não tenho hora prá chegar muito menos prá sair, não tenho conta prá pagar e colaboro com uns causos... Óia isso.

O IDIOTA E A MOEDA

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 Reis e outra menor de 2 mil Reis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei - respondeu o tolo - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente. - Arnaldo Jabor"


Gostou né?
Xêro pros amigos e inté.

Gaúcho em Portugal

O gaúcho chegou em Lisboa e pediu uma informação ao Joaquim:
-  Ei, tchê... onde tem um ponto de ônibus para ir até a estação ferroviária para pegar um trem?... 
- Cá não chamamos de ponto de ônibus, chamamos de parada.
- Tudo bem, tchê... onde tem uma parada de ônibus pra ir até a estação ferroviária pra pegar o trem?
- Cá não chamamos ônibus, chamamos autobus.
- Mais báh, tchê!!! Então onde é que tem uma parada de autobus prá ir até a estação ferroviária e pegar o trem?
- Cá não chamamos de estação ferroviária, chamamos gare.
- Mas que bosta, tchê!!! Então... onde tem uma parada de autobus pra ir até a gare e pegar o trem? 
- Cá não chamamos trem, chamamos comboio...
- Ala guasca, vivente! Então como acho a parada para pegar o autobus pra ir a gare para pegar o comboio?
- Não precisa ir, é aqui mesmo...
- Me diz uma coisa: como é que vocês chamam filho da puta ou veado aqui em Portugal? 
- Não chamamos: eles vêm de Porto Alegre pela Varig, Gol ou TAM, com a camisa do Grêmio ou do Inter...

Divórcio


Um casal de velhinhos vai ao escritório de um advogado para que sejam preparados os papéis para o divórcio deles.
O advogado, vendo-os assim tão velhinhos, pergunta por quê que eles se querem divorciar naquela idade tão avançada.
Determinada ao divórcio a velhinha diz:
- Veja doutor, é que ele tem, com muito esforços, uma única ereção no ano e...
O velhinho super nervoso interrompe e diz:
- E ela quer que eu desperdice logo com ela. Pode?

Kama Sutra lusitano

A mulher do português não conseguia sentir prazer durante o sexo, e deu um ultimato ao Manuel:
- Não quero nem saber: trate de arrumar um jeito novo pra gente fazer amor, para que eu possa gozar, pois eu não aguento mais...
O Português saiu por aí, pensando numa solução, quando se deparou com um anúncio que dizia FAÇA A SUA MULHER VIAJAR NO PRAZER!
Entrou no estabelecimento e foi atendido por um negão de 1m98, que explicou:
- Não se preocupe, que eu tenho uma técnica infalível: eu fico abanando com um grande abanador enquanto vocês transam. Ela vai gozar como nunca.
Combinado o negócio, à noite o Manuel foi com a Maria ao consultório do negão, começaram a transar e o negão lá, abanando.
E... nada dela gozar.
O negão, indignado, interrompeu:
- Perai, Manuel. Fica aqui abanando que eu vou lhe mostrar como é que se faz.
O português começou a abanar e o negão a transar com a mulher, em todas as posições.
Ela adorou: gozava, gritava, esperneava, parecia uma louca.
O português, vendo tudo aquilo, grita para o negão:
- Tá vendo, negão fela da puta: é assim que se abana!

Timbaubense faz sucesso na Polícia de Nova Iorque

Toinho Batista posa com seu capacete especial pelas ruas de Nova Iorque

Mais um caso de sucesso seridoense no exterior.  
O rapaz da foto, Toinho Alves Batista, saiu do Tôco, em Timbaúba dos Batistas, e foi tentar a vida nos Estados Unidos.
Ele é filho de Dedé Batista e irmão de Joãozim Batista, e foi para Nova Iorque como imigrante ilegal.
Com a força de vontade que caracteriza o povo timbaubense e com muito sacrifício, conseguiu ingressar na concorrida polícia local (NYPD), tornando-se o primeiro policial de Timbaúba dos Batistas nos EUA.
Parabéns ao povo de Timbaúba pelo sucesso do rapaz!!!   
Evidentemente que foi preciso adequar uniformes e equipamentos ao perfil do timbaubense, como pode se ver pela foto.
O capacete, por exemplo, foi feito por encomenda...

FELIZ 2011



A todos os amigos e amigas que nos mandaram correntes com promessas de fartura e dinheiro em 2010, avisamos que - lamentavelmente - não funcionaram!
Por isso, em 2011, mandem o dinheiro diretamente pra nós!
Preferencialmente em espécie. 
Tá combinado assim?
Editores do Bar de Ferreirinha

Poesia para filha que está fazendo vestibular

Pai babão, filha fera

Tudo que possa ser Ludmila
Gilberto Costa

Se pudesse te dizer quase nada,
Diria que és minha metáfora
– Encanto de uma só palavra –
Com seu nome de Ludmilla!
Com sua inquietude efêmera;
Com sua racionalidade de fêmea;
Com sua paixão heterogênea;
Com sua vocação de filha!
Metáfora de meu sol nascente!
Metáfora de meu olhar poente!
Metáfora de minha lua crescente!
Metáfora que o seu bem me trilha!

Seu painho

Poeta e vice-prefeito de Caicó

domingo, 28 de novembro de 2010

Só faltam mais 90 minutos

Saudações Tricolores!

Vai um prato de barata frita aí?


FAO quer estimular produção de insetos como nova fonte de alimento, para ajudar a atenuar a fome mundial

A nova tendência da gastronomia mexicana funde elementos da comida tradicional pré-hispânica, como os insetos, com a mediterrânea e internacional
Estima-se que em 2050 a população mundial vai superar nove bilhões de pessoas, um número que poderá causar um colapso na indústria de alimentos.
Diante desta situação, especialistas da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) decidiram promover os insetos, tão malvistos em algumas civilizações e tão requeridos há séculos em outras como elemento fundamental para a nutrição.
Responsáveis pelo Programa de Insetos Comestíveis do Departamento de Florestas da FAO, em Roma, dizem que não se pode ignorar a eficiência dos insetos como produtores de proteínas, em detrimento de outros animais incluídos na dieta tradicional.
Mesmo assim, nem todos os bichos podem ser inseridos na alimentação e, além disso, uma ação indiscriminada poderia provocar graves problemas ambientais.
Há séculos foram muitas as culturas que mantiveram os insetos como base de sua alimentação.
Atualmente, 36 países da África, 29 da Ásia e 23 na América consomem cerca de 527 tipos de insetos diferentes.
Entre os grupos de animais mais comuns estão: escaravelhos; formigas, abelhas e vespas; gafanhotos e grilos; e traças e borboletas.
Julieta Ramos Elorduy Blázquez, professora e pesquisadora do Instituto de Biologia da Universidade do México, dedica-se a mais de três décadas ao estudo dos insetos e suas virtudes alimentares.
Ela conviveu com diferentes tribos do México e extraiu os conhecimentos destes povos para os quais os insetos são uma tradição gastronômica lendária.
O México é um dos lugares com maior consumo de insetos em sua dieta comum e seu uso culinário lá remonta há mais 500 anos.


Os primeiros espanhóis que se estabeleceram ali enviavam aos reis da Espanha ilustrações desses pequenos bichos que eram consumidos, entre os quais se encontravam gafanhotos, abelhas, vespas e escaravelhos.
Segundo a pesquisadora, o consumo dos insetos continua em todo o país, sobretudo nas áreas rurais.
Inclusive, há alguns deles que atingem preços muito elevados, como é o caso do verme branco do agave, que custa US$ 500 o quilo (R$ 860).
O peso equivale a cerca de 1.600 vermes, embora seja uma quantidade difícil de obter dada sua escassez.
“O valor nutritivo dos insetos é maior que o do resto das proteínas animais. Seu conteúdo em proteínas é comparável ao da carne e sua quantidade de fibra é ainda maior”, sustenta a bióloga.
Limpos e saborosos - Apesar da ideia generalizada que se tem dos insetos em alguns países desenvolvidos, onde estão associados à sujeira, nos Estados Unidos há empresas dedicadas exclusivamente a sua comercialização.
Em Montreal, no Canadá, a cada ano se realizam festivais de degustação e em outros países europeus, como a Espanha, restaurantes abriram suas portas para que os insetos sejam os únicos protagonistas de seus pratos.
A sua comercialização em massa, entretanto, ainda está distante.
"Não acho que as empresas, as firmas e multinacionais apoiem a iniciativa imediatamente. Eles farão isso quando já não virem outra forma de fazer as coisas. O indivíduo da cidade tem pavor dos insetos. Para eles são animais sujos, geradores de lixo ou que se encontram em lugares que não reúnem condições de higiene", afirma Blázquez.
A pesquisadora diz que os insetos, além de seu valor nutritivo, também possuem sabor agradável.
A aparência é o que pode ser o pior para pessoas com outro tipo de cultura, porque para muitos do meio rural todos estes animaizinhos são limpos e saborosos, não possuem aspectos negativos, só qualidades", diz.
As vantagens, para Blázquez, são inúmeras: os insetos são os animais mais numerosos do planeta e, na criação, não ocupam muito espaço, e o custo também é avaliado por não demandar valores altos com manutenção e alimentação que, dependendo do inseto, pode ser realizada com resíduos orgânicos.

Com informações da Agência EFE

Doce melancolia

Por:Janduhi Medeiros...
Eu visitei o repouso escolar
Do instituto da minha infância.
Refletia no pátio as férias em preparação.
No recreio descansava um corredor imenso
Na direção da sala do ano letivo, acesso às aulas,
Invisíveis crianças com seu vozerio
Ou brincadeiras longínquas na saudade.
Desde a fantasia infantil
Os livros folheavam seus contos vividos na escola,
Como caminho de estudante,
E sobre bancos da estrada.
No favo melancólico,
A algazarra laborava seu enxame.
O espaço era recreativo,
Um espaço antigo de recordação,
Porque além da preparação, a lousa,
As cadeiras e mais a lembrança da primeira professora,
Estavam presentes no sentimento.
Naquele pátio, a caminhada foi de prazer,
A carruagem verdadeira do mel
Correu entre os amigos.
Por essa lógica, a força do repouso
Da Escola de Aplicação tinha gosto adocicado
Para a minha memória, era o própolis educativo,
A leitura do passado, recordação do aluno
Na fonte primária do saber...

E agora?

O cara feio cantou a vizinha gostosa durante um ano. Até que um dia, por caridade, ela resolve topar:
- Mas é sua única chance, viu? Nós vamos pro motel e depois você promete que me deixa em paz!
Ele agarra a chance na hora. Vão até a suíte presidencial e, lá chegando, bem... bate uma adrenalina, a mão suada e o bingolinho não dá sinal de vida. Desesperado com o risco de perder aquela noite única, ele se tranca no banheiro e começa a abrir as gavetas em busca de um remédio qualquer que resolva o problema. Acha um tubo de pomada, passa às pressas na ferramenta e... tóim! Como mágica, ela fica prontinha pro ataque.
A virilidade é tamanha que a gata se apaixona por ele:
- Pode me chamar quando você quiser. Cê é fantástico!
Mesmo cheio de si, ele vai ao banheiro pra conferir o nome do remédio, afinal, nunca se sabe... E tem um colapso nervoso ao ler na embalagem:
"Calol - Remédio contra calo. Endurece, Seca e Cai"

Já deu

O que é , o que é ?

. É redondo
. Tem um buraco no meio
Às vezes emite um som
. Às vezes tem que ser bem limpado
. Você com certeza já deu
. Tem duas letras
. Começa com a letra 'C'
É um "CD", claro, mente poluída...

Caicó na cadeira do dentista


28 de novembro de 2010
Caicó na cadeira do dentista


Meu querido amigo e colega, caicoense da gema, Ruy Medeiros Fernandes, lançou recentemente em Natal um livro de causos interessantíssimo, intitulado “Na Cadeira do Dentista”. Ruy é cirurgião-dentista, jornalista e advogado. Fomos colegas na Advocacia-Geral da União na década passada.  Tenho por ele estima e muita admiração.  Como se fôssemos irmãos de sangue.  Essa razão aconselha-me a não me meter a crítico para, nessa qualidade, tentar apreciar a obra nos seus aspectos literários mais acentuados, pois para tanto me faltariam competência e parcialidade. Tudo que Ruy faz é bom e muito bem feito.  E uma das melhores coisas que fez até hoje foi esse livro.
Como livro de causos, Na Cadeira do Dentista é obra-prima, nada deixa a desejar ao leitor mais exigente. Supera as expectativas de quem ler por puro lazer, para rir e se divertir. É humor da vida para uma vida com humor, sem medo de ir ao dentista! O novo escritor caicoense é filho de Simão Fernandes de Assis e Francisca Medeiros Fernandes, meus velhos e inesquecíveis amigos da Rua Felipe Guerra, ambos por mim citados em livro publicado no ano 2000 e, recentemente, na crônica Bole-Bole. Seu irmão mais velho, Moacir Medeiros Fernandes, que há muitos anos reside na Bahia, estava sempre nos palanques de 1968 e foi um dos oradores do comício de encerramento da memorável campanha. Moacir, também muito inteligente e lutador, se resolvesse escrever suas memórias, produziria livro digno de elogiáveis comentários em todas as principais colunas jornalísticas especializadas nesse gênero de literatura.


A mãe de Ruy (foto acima), Francisca Medeiros Fernandes, foi criada por dona Manuela, um dos personagens caicoenses que ornam minhas mais nítidas lembranças da juventude, pois era no seu local de comércio, esquina no cruzamento das avenidas Rio Branco e Coronel Martiniano, lado direito de quem vem do Senador Guerra depois de atravessar a Rio Branco, onde, quase que diariamente, comprava um lanchinho antes ou depois das aulas no GDS.  São lembranças idênticas às que guardo de Da Guia Bacoco, das Lochas, de Raquelzinha, Aninha de Eustáquio, Maria Preta, Raimunda (doméstica dos anos 1940), Maria do Carmo (idem, dos anos 1950) e de Maria Nilciene, entre muitas outras. Vidas de pessoas simples, mas cheias de fatos singulares e acontecimentos insólitos, desses que a gente guarda para nunca mais esquecer. Para escrever crônicas e livros de agradável leitura.  Temas raros, desse que quanto mais velhos mais parecem originais, tão vários e vastos que ocupariam a vida inteira de um cronista de vida longa dedicado exclusivamente a escrever crônicas semanais para um blog como este.
Chega! Deixemos de conversa fiada, reminiscências pessoais que não vêm ao caso,  e passemos ao assunto da crônica, o livro de Ruy Medeiros, só o que interessa neste momento.
Ao ler Na Cadeira do Dentista experimentei a confirmação na prática de que a palavra causos forma-se realmente de duas palavras causas e casos, ou seja, conta-se, com sabor e colorido de humor, o fato e sua causa ao mesmo tempo.
Nesse ponto Ruy revela-se um mestre.  Ler o seu livro é receber um banho lúdico de gargalhadas; viajar bem acompanhado pelo cômico e jocoso da odontologia, do dia-a-dia do exercício da nobre profissão patroneada pelas graças de Santa Apolônia.
Ao todo são 50 causos ocorridos em várias cidades norte-rio-grandenses. Vejamos apenas três, pinçados em Caicó.  Este é de morrer de rir, extração de dente de Zé Evaristo por Zé do Padre, serviço que começou nas dependências da famosa casa de pedra, a casa mais antiga de Caicó, e só terminou às margens do Poço de Sant’ Ana, uns 200 metros adiante! Vitória de Zé do Padre que, muito suado, exibiu o troféu, o dente arrancado na marra!  O nosso tira-dentes teve de lutar com o cliente até este perder a força, tornando-se incapaz de resistir à extração dentária sem qualquer tipo de anestesia!
Esse episódio pitoresco, contado por Ruy, torna-se tão cheio de vida que o leitor quase sente o próprio sofrimento do infeliz paciente. E a rude insolência do prático a segurar o cliente pelo dente, preso ao boticão. 
Parece incrível, mas a história é verdadeira.
Chico Pedro, dono de farmácia em Caicó, contratou com candidato a prefeito do município as extrações dentárias da campanha, negócio muito comum naquele tempo.
Eleito, o político dirigiu-se à farmácia do prático para pagar a conta.  Espantou-se ao tomar conhecimento do valor cobrado, nove mil, quinhentos e oitenta cruzeiros!
Chico Pedro não perdeu tempo.  Afastou-se um pouco e quando retornou trouxe uma lata, dessas de querosene que comportam vinte litros, onde guardava os 958 dentes extraídos. Despejou-os inopinadamente em cima do velho balcão. Não se precisa dizer que a fedentina era insuportável!
O político, com a mão no nariz, apressadamente pagou a conta. Não quis esperar pela contagem dos dentes da lata.
A política tem cada uma!
Pois não é que rezadeira fez desaparecer a dor e extraiu dente só com sua força sobrenatural! O acontecimento foi protagonizado pelo pai do próprio escritor, que conta a história com todos os seus detalhes.  É uma delícia ler o humor caicoense tão bem apresentado como o faz Ruy Medeiros nesse seu livro de estreia.
Para finalizar, lá vai a minha maior gargalhada.
Empalidecida de medo desde o momento em que o dentista fez a apreensão do dente para extrai-lo, a mulher gemeu alto e com a mão direita agarrou e apertou forte a genitália do profissional! “Para Senhora”, gritou o desarvorado dentista.
Só largo — respondeu a mulher, quando o perigo passar!
Mesmo nessa desagradável situação o dente foi extraído, mas, no órgão genital do dentista a dor demorou a passar.
É excelente o livro de Ruy Medeiros, espanta a tristeza, faz a gente rir. E rir é o melhor presente que se pode oferecer ao corpo, especialmente ao coração e ao espírito.
Procurador federal e ex-prefeito de Caicó

Maluf quer moleza até no inferno

O FHC morreu e foi para o inferno. Como castigo, ele teve que ficar num imenso tanque de merda, atolado até o queixo, isso porque ele ainda estava na ponta dos pes. De repente, ele olha para o lado e ve o Maluf atolado somente ate a cintura nesse mesmo tanque.
Indignado, o Fernandinho chama o Capeta para reclamar:
- Tenha do! Eu não fui tão mal assim na Terra! Eu criei o Real, mantive a inflacao praticamente estabilizada, nunca ninguem encontrou nada que pudesse denegrir a minha imagem! E aqui estou, afogado nesse tanque de coco até o queixo, enquanto o Maluf que roubou anos declaradamente, esteve envolvido com os precatorios entre outras, esta atolado até a cintura! Por que isso?
O Capeta olhou irritado e ordenou:
- Maluf, quantas vezes eu já falei pra você não subir na cabeca do Pitta?

A terceira é foda

No consultório médico um velhinho estava respondendo as perguntas que o médico lhe fazia:

-E quanto a sua vida sexual, o que tem a dizer?
-Encontro dificuldades na terceira vez.
-Terceira vez? Mas na sua idade isto é maravilhoso.
-O senhor não entendeu, doutor. A primeira é com o dedo, a segunda com a língua, a terceira é que não consigo.

Uorologista é...


... O cara que olha seu pinto com desprezo, pega com nojo e cobra como se tivesse chupado (tudo isso depois de ter escovado a birrama do seu boga).
Lúcio Lucena, do Saco Mucho

BAR DE FERREIRINHA - AULAS DE GESTÃO

AULA 1
Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando. A campainha da porta toca.
Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas.
Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira.
Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz:
- Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!
Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua.
Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora.
Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.
Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:
- Quem era?
- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado - diz ela.
- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?
CONCLUSÃO - Se você compartilhar informações a tempo, pode prevenir exposições desnecessárias.

AULA 2
Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé no acostamento.
Ele pára e oferece uma carona que a freira aceita.
Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.
O padre se descontrola e quase bate com o carro.
Depois de conseguir controlar o carro e evitar acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira.
A freira olha para ele e diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
O padre, sem graça, se desculpa:
- Desculpe, Irmã, a carne é fraca...
E tira a mão da perna da freira.
Mais uma vez a freira diz:
- Padre, lembre-se do Salmo 129!
Chegando ao seu destino, a freira agradece e, com um sorriso enigmático, desce do carro e entra no convento.
Assim que chega à igreja, o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz: ' Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.
CONCLUSÃO - Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, você pode perder excelentes oportunidades.

AULA 3
Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.
Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. (Oh, que original!)
O gênio diz:
- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!
- Eu primeiro, eu primeiro - grita um dos funcionários!
– Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida '
Pufff... e ele foi.
O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:
- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!
Puff, e ele se foi.
- Agora você - diz o gênio para o gerente.
- Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!
CONCLUSÃO - Deixe sempre o seu chefe falar primeiro

AULA 4
Na África, todas as manhãs, o veado acorda sabendo que deverá conseguir correr mais rápido do que o leão se quiser se manter vivo. Todas as manhãs, o leão acorda sabendo que deverá correr mais que o veado se não quiser morrer de fome.
CONCLUSÃO - Não faz diferença se você é veado ou leão: quando o Sol nascer, você tem que começar a correr

AULA 5
Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.
Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
- Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
- Claro, porque não?
O coelho senta-se no chão embaixo da árvore e relaxa.
De repente, uma raposa aparece e come o coelho.
CONCLUSÃO - Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo

AULA 6
Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.
No caminho, ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras.
Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa.
Quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:
- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.
O fazendeiro levanta o balde e responde:
- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!
CONCLUSÃO - A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingir um objetivo