sábado, 30 de abril de 2011

ARTIGO

O fim do forró
Braulio Tavares


O ayapaneco, língua falada no México há muitos séculos, está ameaçada de sumir. Só restam dois índios que a falam com fluência. 
Um tem 75 anos, o outro tem 69, mas os dois são “intrigados”. 
Não se falam há muito tempo, e com isso o ayapaneco está em vias de extinção. 
Algo parecido está ocorrendo com o forró nordestino. 
Já foi a música mais tocada no país, no tempo de “Asa Branca”. 
Agora, está sendo suplantada por outros tipos de música que espertamente lhe tomaram o nome, invadiram seu território, colonizaram seu público. 
Se os falantes do forró não começarem a conversar e a tomar providências juntos, essa idioma musical deixará de existir. 
Ou melhor, haverá no Brasil inteiro uma coisa chamada “forró” atraindo dezenas de milhares de jovens para as festas. 
Mas – nomes à parte – aquele tipo de música não existirá mais.
O forró está sendo esmagado pelo chamado “forró de plástico”, que é uma musiquinha alegre, sacudida, boa de dançar, com letras bobas ou ruins com-força. 
É uma variedade da lambada; recorre ao palavrão e a dançarinas seminuas, o que em princípio não é pecado, a não ser quando se torna (como é o caso) uma receita obrigatória e a principal atração. 
É duro assistir um show de uma hora onde a melhor coisa do show são as pernas das dançarinas, e as frases que fazem vibrar a platéia são apenas as que dizem palavrões (em geral insultando parte da platéia). 
Uma ou duas músicas assim... Vá lá que seja. 
O show inteiro? Quem ouve isso, e gosta, merece o que está escutando.
Além disso, o forró de plástico recorre a práticas que corroem há tempos nosso mercado musical. 
A primeira é o jabá (suborno de radialistas e de diretores de rádios), que tem dois tipos: o “jabá pra tocar minha música” e o “jabá pra não tocar de jeito nenhum a música de Fulano e Sicrano”. 
Ganhar concessões de rádios e usá-las para divulgar as próprias músicas é uma versão legalizada desse processo, mas é legal somente porque os critérios para concessões de rádios e TV no Brasil são uma calamidade. 
A grande imprensa combate, como se fosse o fim do mundo, a cópia não-autorizada de CDs ou o download gratuito de músicas. 
Por que não fala nos critérios de concessão de rádios e TVs, que são uma catástrofe ainda pior para o país?
O forró de plástico está criando a monocultura da produção de uma coisa única, repetida, uniforme. 
Monocultura é o contrário de cultura. 
Cultura é o reino da diversidade, das manifestações livres dos indivíduos e dos pequenos grupos. 
A monocultura é uma imposição de-cima-para-baixo, feita por um grupo que fabrica e vende uma música igual até que o povo não suporte mais a música igual mas não saiba mais como fazer a música diferente, e com isso as duas morrerão juntas. 
O forró de plástico destrói o forró e destruirá a si mesmo no futuro. 
Sua repetitividade e mau gosto esgotam em seu próprio público o prazer e o significado de ouvir música.

Cerveja com viagra

Royal Virility Performance contém, em sua fórmula, pequenas quantidades de Viagra

Os malucos do Reino Unido lançaram a cerveja com Viagra em homenagem ao casamento real. 
É isso mesmo o que você leu. 
O produto leva ingrediente “afrodisíacos” e tem os rostos de William e Kate no rótulo.
Depois do casamento real no Reino Unido, uma nova marca de cerveja, que tem os rostos do príncipe William e de Kate Middleton, foi lançada no país, com a promessa de resolver os problemas dos homens na “hora H”.
Além de levar diversos ingredientes “afrodisíacos”, como chocolate, ervas e uma “dose saudável de sarcasmo”, a Royal Virility Performance contém, em sua fórmula, pequenas quantidades de Viagra, medicamento contra impotência.
De acordo com o site da empresa responsável pela produção da cerveja, a BrewDog, beber três copos da Royal Virility Performance equivale ao mesmo que ingerir uma das famosas pílulas azuis.
Dez caixas da cerveja estarão à venda na festa de aniversário do Bar de Ferreirinha, no primeiro fim de semana da Festa de Sant'Ana, e será importada diretamente do site BrewDog.com.

Coisas bem brasileiras

Carnaval e bandidos travestidos de movimentos sociais com a chancela do Governo.
Samba e atear fogo na própria casa para pleitear na Prefeitura uma indenização. 
Feijoada e furar filas.
Caipirinha e forjar laudos de perícia para se aposentar por invalidez pelo INSS.
Bunda e reclamar da ineficiência dos órgãos públicos vendendo o voto por uma caixa de cerveja.
Futebol e comprar produto roubado porque é barato, achando absurdo a situação da criminalidade no país.
Belezas naturais e piúba de cigarro na calçada.
Povo alegre e que combate a violência a pauladas.

“Pelo menos eu ainda sou gostosa”

Uma história de realismo fantástico.
Um dia Becky acordou e tinha se transformado em alguém linda. Não tão linda quanto uma folha madura e avermelhada de Chubas, mas linda o suficiente para ser apelidada gentilmente de gostosa.
Isso nunca tinha acontecido na história de Nuvenzinha, e as pessoas começaram a investigar a fonte de sua beleza. 
Algumas foram em Lan Houses procurar no Google por Photoshop.
Outras invadiram violentamente salões de beleza (que lá eram chamados apenas de “salão”) para perguntar como isso era possível.
E outras ficavam apenas encarando Becky de um jeito assustador, tentando guardar aquela imagem na cabeça para usar posteriormente no que eles chamavam de “material para punheta”.
Mas o encanto positivo logo se transformou em tragédia. 
As outras mulheres começaram a ter um sentimento inédito de inveja, elas pensavam: "Por que ela pode ser tão linda e nós não? Ela nasceu aqui igual a todas nós. Será que Deus não existe? Será que ela é uma bruxa? Será que Chubas ficaria com um gosto bom se fizéssemos um chá e colocássemos algumas pitadas de pimenta e quem sabe um pouco de açúcar só para realçar o sabor e deixar um pouco mais tragável o gosto amargo e quase insuportável dessa bebida que legalmente é algo ilegal?"
Os homens, por outro lado, sentiam raiva de Becky simplesmente por ela não trepar com todos eles.
Nuvenzinha não estava mais feliz, e alguém teria que pagar por isso.
Uma multidão se viu avançando para o barraco onde Becky se escondia, munidos de tochas, espadas, facas e algumas bonecas infláveis. 
Começaram a gritar em frente o barraco quando Becky apareceu na porta da frente e começou a falar. 
Nesse momento Becky se pronuncia:
- Pessoal, eu não entendo o porque de tanto ódio contra mim, eu sou apenas uma garotinha igual a todos vocês.
Os homens se manifestaram, mas logo se calaram para que ela continuasse:
- Eu nasci nessa cidade, e desde pequena fui uma de vocês. Em toda a minha vida eu quis ser algo mais, eu quis ser notada, então eu pedi para Chubaru , o Deus protetor das Chubas, para que me fizesse diferente, apenas para eu conseguir o amor de minha paixão platônica. Jão, eu te amo desde o momento que te vi, você me fez querer ser como eu sou, você me fez querer viver. Eu já sofri muito em toda a minha vida por não ter você, e se eu tiver que morrer, que seja em seus braços.
O silêncio reinou enquanto todos olhavam para Jão.
Até que finalmente, após 5 minutos de constrangimento geral, ele se manifestou:
- Beck, eu sou gay.
“Puta que pariu” foram as últimas palavras que se ouviu da doce e maravilhosa boca de Becky, antes da primeira pedra atingir seu olho direito, fazendo sangue descer por sua face. 
Logo em seguida uma mulher com uma espada decepou a perna esquerda de Becky em um ataque aprendido em Kill Bill.
Deitada no chão, enquanto um velho estuprava a sua orelha e uma criança arrancava com os dentes seu mamilo esquerdo, Becky olhou para o céu. 
Ele estava lindo e azulado, e nem enquanto o farmacêutico local batia incansavelmente com um martelo no umbigo da jovem moça, ou um adolescente comia a boneca inflável, imune a todo esse massacre horrendo, ele parava de brilhar.
O último pensamento de Becky foi: “Pelo menos eu ainda sou gostosa”.
E então, tudo escureceu.

Menino bandido

Sempre que passava por um mendigo, sentia indiferença. 
Não sabia porque estavam ali. 
Para quê ficavam daquele jeito, com olhos mortos, observando o dia vencendo. 
Mamãe dizia que eram porquinhos que pediam moedas. 
Eu tinha um porquinho onde eu guardava minhas moedas. 
Perdi há tempos, acho que com alguma mudança.
Resolvi entregar moedas para o porquinho do mendigo que sempre via em uma calçada próxima de casa.
Ele agradecia e sorria aquele sorriso apodrecido. 
Dei moedas a ele durante quase dois meses.
Numa tarde qualquer de fome, antes da escola, passei com um pedaço de pau pelo porquinho e o quebrei todo. 
Gemendo de dor estendeu as mãos com as moedas.
Como todo bom porquinho, havia cumprido o seu papel de economizar para mim.

Desmistificando lendas e folclores de maneira rapida e indolor

1- O saci-pererê é angolano e perdeu a perna numa mina. 
2- Chiquinho, rapaz da classe média carioca, flamenguista e viciado em cocaína. Ficou devendo para traficantes, entregou metade da quadrilha e ainda iludiu a irmã de um deles. Assim nasceu a história da mula-sem-cabeça.
3- Boto cor-de-rosa era um gordinho gay que adorava Crepúsculo e passava as tardes de sábado ouvindo forró de plástico.
4- Tony Ramos antes de ser famoso era conhecido na comunidade por Lobisomen.
5- Afonsinho, afrodescendente, adorava doces. Desmaiou ao ser atingido por um pote cheio de açúcar. Acordou no outro dia com a boca cheia de formiga e com o apelido “Negrinho do pastoreio” sem qualquer relação convincente.
6- Curupira era um travesti que, contrariando as expectativas, nunca dava pra trás.

O bêbado e a Polícia

O bêbado está pertubando num boteco.
O dono chama a Polícia.
Os homens chegam,e: 
- Você está preso! Você tem o direito de permanecer calado. Qualquer coisa que você disser poderá ser usado contra você!
O bebado diz:
- Mulher pelada!
- O que tem mulher pelada? Está louco?
- Não! Apenas quero que usem contra mim

Interrompendo o 69

O casal tava lá no barraco, transando na maior empolgação, fazendo um 69, quando ela diz: 
- Subiu a gasolina, né Chicão?
- Pô, Creuza! Num enche o saco, nêga! Tamo aqui fudenu numa boa e tu vem falá de pôrra de gasolina! Quem te contô isso?
- Ninguém, gato! Eu tô leno num pedaço de jornal que ficou grudado depois que você limpou a bunda...

Frase

A suruba é uma atividade que desperta grande interesse. Sempre junta gente.
Caco Dentão

Diagnóstico

Diagnóstico
Janduhi Medeiros

No verão, cremes inadequados,
Celulite pelos olhos da cara,
Grifes colorida,
Vaidade e óculos escuros.
A pele queima
No primeiro fogareiro da areia,
Derretendo silicones e a imaginação.
A moda é uma tolice,
Um desfile inútil,
Como saco plástico flutuando pelos monturos.
O corpo carboniza-se em bronze,
Espera o curativo,
E geme ao tom das feridas...
Câncer!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ligação errada


Uma mulher, executiva de uma grande empresa, faz a sua primeira viagem de negócios para o Rio de Janeiro. 
À noite, sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes. 
Decidiu chamar uma dessas "empresas de acompanhantes", cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de todos os hotéis nas grandes cidades. 
Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino, denominado "ferótico". 
Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa discou o número marcado.  
- Alô! - atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.  
 - Alô. Eu preciso de uma massagem... Não, espera ! Na realidade o que eu quero é sexo! Uma grande e duradoura sessão de sexo, mas tem de ser agora! Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira! Estou disposta a fazer de tudo, participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, vibradores, e quero ficar a noite inteira fazendo de tudo! Vamos começar passando geléia no corpo um do outro, depois quero que você me grude na parede... estou disposta a fazer de tudo e topo todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, folhinha-verde, vaca atolada, saquinho de chá, helicóptero, tulipa roxa... Ou tu tens alguma idéia mais tesuda? O que tu achas?!  
- Bem, na verdade me parece fantástico. Mas aqui é da portaria do hotel. Para chamadas externas a senhora precisa discar o número zero primeiro!!!

Coisa ruim de comer

Dois minêrim conversando:
-  Zezim... fala uma coisa ruim!
 - Minha sogra!
 - Não, sô! Coisa ruim de cumê!
 - A fia dela!!!

Frase

"A infidelidade e a devolução de um cheque resultam ambas da mesma coisa: falta de cobertura".
"Caco Dentão"...

Papo furado

O caminhoneiro, depois de 10 horas de viagem, parou num boteco para esticar as pernas e pediu uma cerveja.Assim que o dono encheu o seu copo, doido para jogar uma conversa fora, ele começou: - Você viu essa história dos padres envolvidos com pedofilia?
Ao que o dono do bar respondeu:
-Olha cara, o senhor não me leve a mal, mas eu não tô afim desse papo de religião aqui no meu boteco.
- Tudo bem!
Alguns minutinhos depois ele tentou outro papo furado:
- E o Wanderley Luxemburgo? Acha que vai dar certo no Mengão?
E o dono do bar:
- Meu irmão eu não gosto que falem de futebol aqui no meu bar.
O motorista coçou a cabeça, tomou mais um gole de cerveja, fez uma pausa e disse:
- E essa bandalheira que está acontecendo no governo, você tem acompanhado?
- Por favor, nada de política aqui também!
Aí o motorista se invocou:
- E putaria? Pode falar de putaria aqui no seu boteco?
- De putaria? Pode, claro que pode!
- Então vá tomar no cú...

Dentista

A mãe de Joãozinho o leva ao dentista. O dentista chamou a mãe para ser atendida. Joãozinho, como era muito esperto, olhou pelo buraco da fechadura, e viu a mãe fazendo aquilo, lambendo aquilo, sentando naquilo. Enfim,fudendo.
Na saída, o dentista pé de lã, encantado com o garotinho, pergunta:
-Mas que garoto lindo! Canta uma musiquinha para o tio, canta!
Então Joãozinho começa seu shou:
-Dentista filho da puta, só sabe comer a mãe da gente! Vou perguntar para o meu pai. Se a bunda da minha mãe tem dente...

Confissões

Por:Santa Maria...
I
- Queria muito ainda ser virgem! Confessou a puta cansada.
- Sempre quis ser puta! Respondeu a virgem exaltada.

II
-Descobri que não vivo sem você!
-Eu é que não vivo sem você!
- Nesse caso, acho melhor nos separarmos.

III
- Boa noite.Desejou ela, apagando a luz.
- Boa noite.  Responderam os mortos...

Alma gemea

Por:Romina Conti...
O retrato me dizia algo quando não me dizia nada.
Assim íamos até o dia em que a empregada o espatifou no chão.
O retrato ficou em papel.
Mas a moldura feita do nosso amor, não.
Empregada gostosa é foda...

Gegê

Por: Ro Druhens...
E era feito uma prisão, correntes, correntezas, corredeiras. Correria em direção contrária, contramão em seus quereres. Pois que o bom era o outro lado, que não via. Nem sabia, nunca fora. Mas sonhava, mais queria. Sem o tempo do relógio, sem o cheiro do feijão. Sem barriga de cerveja, tabuada, fralda suja de cocô.Mais cebola nos temperos, faca cega, cegos eles a suas lágrimas, já o eram a seus desejos.De batom. Era vermelho. E não seria?Carimbou os guardanapos. Um gole de nada em cada copo vazio, posta a mesa. No colarinho e na cueca. No espelho do banheiro fez desenho. Coração apunhalado, pingando na pia: "Saio da história para entrar na vida".Levou um tiro no meio do peito, às 6 da tarde, no boteco da esquina, bebendo cachaça, com mão de macho em suas coxas.E cantando a Ave Maria...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A enfermeira

Conto pescado no blogue "Mulher de 40"...
Já passava da meia noite e eu só pensava em ir embora daquele hospital no qual passei quase um mês. Estava ansioso, em menos de doze horas minha alta já estaria assinada e eu estaria de volta para casa, mas ainda tinha que passar por algumas checagens para saber se tudo estava realmente ok. O que me chateava era o fato de ter que ser um cara para vir fazer essas malditas checagens.
A porta se abriu alguns minutos após a meia noite, e pude sentir um perfume adocicado e feminino invadindo o quarto. Olhei para ver quem entrava, e ao invés do cara era uma enfermeira. Morena, de cabelos lisos e soltos, de jaleco e vestido branco. A cena dela chegando perto de mim me fez ficar excitado na hora. Ela caminhava em minha direção e os cabelos passeavam pelo seu decote comportado, mas não tanto.
Ela mediu minha pressão, que na hora deveria estar realmente alta e minha respiração, que no momento não deveria estar muito boa. Tentei me acalmar para que tudo desse certo, mas a cada fitada nos meus olhos dela, eu me sentia cada vez mais excitado.
Ela terminou as medições e simplesmente saiu. Fiquei no quarto sozinho e imaginando aquelas cenas de filme pornô, do qual a enfermeira ataca o paciente. Não demorou muito e já me via acariciando o meu pau, duro por imaginar aquela deusa me chupando.
Fiquei totalmente à vontade. A próxima checagem seria só na próxima hora. Fiquei deitado batendo uma punheta devagar, imaginando as cenas mais deliciosas que poderia, quando a porta abriu e eu mal percebi. Tudo bem, ela também não percebeu o que estava fazendo. Quando ela se aproximou que nos assustamos. Eu, com a chegada repentina dela, e ela com a minha mão segurando meu pau.
- Desculpa, senhor. Eu volto outra hora. É que sou nova aqui e esqueci que precisava checar mais algumas coisas.
- Não, não! Você que me desculpe. Eu não percebi você entrando!
- Tudo bem! Daqui a pouco eu volto e...
A interrompi na hora lhe puxando pelo braço. Que eu poderia perder?
- Fica. Foi você quem me deixou desse jeito.
Ela na hora ficou ruborizada. Estremeceu. Conseguia ver os mamilos dela endurecendo por baixo do vestido. Sem palavras, ela tentava não olhar para mim.
- Posso perder meu emprego, senhor.
- Esse é o único problema?
E com uma das mãos comecei a afastar o cabelo do seu decote, e a massagear os seus peitos. Ela gemeu baixo. E fui com a boca no seu pescoço. Subindo e beijando até a sua boca. Ela correspondia ao beijo, mas assustada com o que estava acontecendo.
- Senhor. Pode entrar alguém - Disse ela gemendo baixinho.
Ignorei, e continuei a beijando com ela sentada na cama. Fui lhe passando as mãos nas coxas, que ela, com um pouco de receio, ia abrindo devagar. Minha mão chegou fácil na sua calcinha, que já estava bem encharcada. Quando comecei a acariciar sua buceta por cima dela, ela me mordeu o lábio, e começou a me bater uma bem de leve. Ela ia subindo e descendo com a mão no meu pau, e eu afastando aquela pequena calcinha, pra enfiar meus dedos. Ela gemia no meu ouvido, me beijava o pescoço. O que era medo se transformou em tesão. O que era uma recatada enfermeira, virou uma vadia toda de branco.
Ela tirou o jaleco, enquanto me beijava o peito, a barriga, e ia descendo com a boca no meu pau, que a esse momento já babava de tanto tesão. Ela engolia minha rola como uma profissional. Chupava, lambia, passava na cara. Ela queria me fazer gozar logo. Apesar do tesão, existia todo o perigo de alguém entrar. Enquanto ela me chupava, fui tentando tirar o vestido dela. Ela parou por uns instantes e tirou os peitos pra fora. Ela parecia naquele momento ler meus pensamentos, e colocou meu pau entre seus peitos e foi subindo e descendo, lambendo a cabeça inchada da minha pica.
Ficamos assim por um tempo, mas eu queria mais. Queria tudo. Nem vi como, nem quando, mas quando a puxei pra cama, a calcinha dela já estava no chão. Um belo convite pra encher minha boca naquela buceta. Ela veio, levantando o vestido e me mostrando aquela buceta quase toda raspadinha. Eu quis deitá-la pra poder chupá-la e ela disse:
- Eu que devo cuidar de você.
Deitou-me e sentou no meu peito com a bunda virada pra minha cara. Ela ficou rebolando, coçando o grelo com os pelos do meu peito enquanto me batia uma punheta. Até que ela se abaixou para continuar chupando e me deixou com aquela bunda com marca de biquini na minha cara e aquela buceta com o grelo rosado na minha boca.
Ficamos naquela brincadeira gostosa por algum tempo. Ela me chupando, mordendo a cabeça do meu pau, e eu a chupando, enfiando os dedos ora na sua buceta, ora naquele cuzinho, que se contraía a cada estocada. Depois de pouco tempo ela não se aguentou, e tirou a buceta da minha boca para sentar no meu pau. E sentou gostoso. Meu pau simplesmente sumiu naquela buceta. E a vadia rebolava gostoso. Gemia baixinho. Chupava meus dedos, lambia os peitos. Uma vadia perfeita. Depois de várias reboladas:
- Agora vou fazer algo que vai te deixar bonzinho.
- Aé, doutora vadia? O que?
Sem falar nada, virou de costas. Pegou minha pica e foi sentando, sem colocar os joelhos na cama e atolou o cuzinho, bem devagar na minha pica. Delicia ver aquele cuzinho subindo e descendo na minha rola. Quanto mais meu pau pulsava, mais forte aquela vadia pulava. Até que não agüentei e anunciei o gozo.Ela sem mais delongas, tirou o rabo do meu pau e me chupou. Mas não um boquete comum, só mamando a cabeça. Ela engolia o meu caralho inteiro, me massagendo as bolas com as mãos e a língua. Não demorou muito para aquela vadia me fazer gozar direto na garganta dela. Eu me contorcia e me controlava para não gemer alto.Ela ainda me deu mais algumas chupadas, até acabar com toda a porra do meu saco. No final se levantou, ajeitou o vestido, o cabelo, colocou o jaleco e disse:
- Próxima checagem daqui à uma hora, senhor...

Ponto de vista

Por Leila Micollis...

Eu não tenho vergonha
de dizer palavrões,
de sentir secreções
(vaginais ou anais).
As mentiras usuais
que nos fodem sutilmente
essas sim são imorais,
essas sim são indecentes...

Tua boca

Lentamente a tua boca descia

arrancando prazeres únicos
sorvendo o gozo,
extraindo delírios.
Teus lábios em minha pelve
tocavam de mansinho
(num sem querer tocar).
Um mundo ímpar de sensações.
Mas o teu olhar.
Ah, o teu olhar!
Fixo no meu, como que a pedir
aplausos pelo feito realizado.
Afirmando que a tua boca sabe
dos caprichos meus.
Esta imagem ninguém mais
me tira da cabeça...

Invenções

O homem descobriu o vidro e inventou a garrafa. A mulher descobriu o vidro e inventou o espelho.

O homem inventou o baralho e, logo depois, o jogo.
A mulher descobriu o baralho e inventou a cartomante.

O homem descobriu a palavra e inventou a conversa.
A mulher descobriu a conversa e inventou a fofoca.

O homem descobriu o dinheiro e inventou o comércio.
A mulher descobriu o comércio e inventou a dívida.

O homem descobriu a comida e inventou o almoço.
A mulher descobriu a comida e inventou a empregada.

O homem descobriu a mulher e inventou o namoro.
A mulher descobriu o homem e inventou o casamento.

Aí o homem não teve tempo para inventar mais porra nenhuma...

Frase

“Mulheres adoram telefone. É uma boa forma de tagarelarem alegremente sem necessidade de se arrumarem para sair.”""Caco Dentão""...

A múmia

Dois milionários estavam passeando pelo deserto, quando um deles caiu do camelo porque o animal tropeçou em alguma coisa. Ele então foi ver a “pedra” e começou a cavar em volta dela, achando assim um monumento enterrado. Como os dois eram ricos, compraram aquela parte do deserto e contrataram uma empresa para cavar a fim de descobrirem o que era.
Após algumas semanas de escavação, descobriram que era uma pirâmide.
Ficaram discutindo quem deviam chamar, e optaram pelos Americanos, afinal, eles tinham muita tecnologia e estudos avançados.
Os americanos vieram com jeeps, helicópteros, computadores, especialistas…
Entraram na pirâmide e saíram de lá após 2 anos.
- E então? O que vocês descobriram? Perguntaram os milionários.
- A pirâmide foi construída entre 1.500 e 2.000 a.C.
- Só isso? Bando de ianques estúpidos! Dois anos para descobrir só isso?
- Os hieróglifos são diferentes de tudo o que já vimos!
- Sumam daqui seus idiotas!
Chamaram então os alemães. Que também vieram com toda a equipe e parafernálias e se enfiaram na pirâmide por 2 anos.
Quando saíram, os milionários perguntaram:
- E então? O que descobriram?
- A pirâmide foi construída aproximadamente 2.000 a.C.
- Alemães imbecis! Só servem para beber cerveja? Sumam daqui!
- Mas a escrita é muito complicada!
- Caiam fora, seus idiotas!
Ficaram então os dois na duvida. Quem deviam chamar?
Até que um funcionário falou para chamarem a polícia brasileira. Os policiais tinham treinamento em investigação e poderiam descobrir alguma coisa.
Como não custava nada tentar, os dois chamaram alguns PMs do BOPE, do Rio, comandados pelo Capitão Nascimento. Eles entraram na pirâmide e após 5 horas retornaram com um papel.
- Mas já saíram? Perguntaram os dois milionários.
- Sim, já terminamos a investigação. A pirâmide foi construída entre 12 de Fevereiro de 1857 e 22 de Julho de 1858 a.C., conforme as ordens do faraó Anekhetop IV, e seu arquiteto Tutmosis, o Jovem.
- No dia da inauguração choveu e houve um eclipse parcial da lua à noite.
- Participaram da construção da pirâmide 2.118 escravos qualificados que tentaram uma revolta pelas precárias condições do trabalho, mas foi sufocada em 5 de Setembro pelos soldados do faraó, com um resultado de 42 mortos.
-Aí dentro tem 2 milhões de reais pelos artefatos de ouro, 5 milhões pelos diamantes e o custo da obra totaliza 23 milhões, já inclusos os artefatos. E os policiais continuaram por mais meia hora com o blá, blá, blá.Até que um dos milionários falou:
- Esperem, esperem! Como conseguiram descobrir isso em apenas 5 horas?
- Cara, foi difícil! Mas no final a múmia acabou abrindo o bico...

O turista,o barbeiro eo Papa

O sujeito foi cortar o cabelo no barbeiro que freqüentava há mais de vinte anos. - Rapaz, tô excitadão, vou pra Itália amanhã.
- Itália? Perguntou o barbeiro.Com tanto lugar bom pra ir, tu vai pra Itália? Tá maluco? Vá pros EUA. Lá é que é bom.
- Nada, vou pra Itália e vou pela Alitalia.
- Puta que pariu, a pior companhia de aviação do mundo. Escolha outra.
Vai pra que cidade?
- Roma.
- Nada, vá pra Milão. Aquilo é que é cidade. Roma? Que merda! Cidadezinha feia! Vai se hospedar aonde?
- No Hilton.
- Aquilo é o maior pardieiro! E o que você vai fazer em Roma?
- Vou ao Vaticano, só pra ver o Papa.
- Programinha de Índio, hein! Milhões de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte viajou, curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou fez questão de voltar à barbearia.
- E aí como foi a viagem? Perguntou o barbeiro otário.
- Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano tentando ver o papa. Logo que o papa chegou na sacada ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais. Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou um troço no meu ouvido. Só pra mim!
- Sério? Jura? E o que o papa falou pra você?
- Cabelinho mal cortado, hein, rapaz? Quem foi o barbeiro filho da puta que fez essa merda ai?

O bêbado

Um bêbado está na porta da igreja, quando sai uma mulher maravilhosa, dizendo: - Aleluia, aleluia, ontem eu estava nos braços do capeta e hoje estou nos braços de Jesus.
Então o bêbado pergunta:
- E pra amanhã já tem compromisso?

O Kit

Aproveitando os festejos do casamento do príncipe William com Kate, a loja SexToys, da cidade de Santa CruzRN, preparou um kit chamado Royal Honeymoon Hamper (ou cesto da lua-de-mel real). A empresa sugere que você se divirta com seu parceiro sexual pensando na Inglaterra, tem gente que pode se excitar com todas as pompas da realeza.O balaio nobre vem com alguns brinquedos e acessórios para apimentar a lua-de-mel do casal mais comentado de 2011. Ele vem com um patinho que vibra, o Gold Label Rub My Duckie, “para aproximar os dois na cama ou no banho”; o gel For Play Gel Plus Lube; a vela Monogamy (“monogamia”, em inglês), para uma atmosfera romântica; o vibrador Crystal Clear, para “prazer intenso, dentro ou fora”, e o anel peniano Lifetime Love Ring “para propostas mais sexys”. Se comprados separadamente, custariam 50 reais, mas o kit está sendo vendido por 24,95.Mais é bom avisar que sem tesão não adianta nada...

Nina Rizzi em João Pessoa

QUE TAL, QUINTA?
In: Prefeitura Municipal de João Pessoa

A nova temporada do projeto "Que tal quinta?" terá como foco os temas literatura e gênero. Os debates e a roda de diálogos começam nesta quinta-feira (28), a partir das 18h, na 'Sala Funjope'. A atual edição traz como convidadas a autora paulista radicada no Ceará Nina Rizzi e a poetisa potiguar Marize Castro, com mediação do jornalista Tiago Germano. O projeto é uma promoção da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por intermédio da Fundação Cultural (Funjope).
No encontro, também acontece o lançamento do livro de poemas 'Lábios-espelhos', de Marize Castro, e a exibição de um vídeo com a obra de Nina Rizzi. Em seguida, cada convidado fará a apresentação de sua obra, abordando conceitos e provocações literárias, seguindo a estrutura de perguntas e respostas, com espaço garantido para intervenções da plateia.
Que tal quinta? – O projeto literário, de caráter aberto e lúdico, acontece sempre na última quinta-feira de cada mês, com a participação de dois ou mais convidados para um debate sobre um ou mais temas ligados à obra de cada autor. Também há espaço para performances poéticas, recitais, exibição de vídeo e lançamento de obras, com o objetivo de promover a interlocução entre autores e consumidores de obras literárias, estimulando a produção e descentralizando os bens e as expressões culturais da Capital.
Sobre as autoras – A escritora, historiadora e militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Nina Rizzi, reside atualmente na cidade de Fortaleza, no Ceará. Tem textos e poemas publicados em antologias, nas revistas 'VacaTussa' e 'La Papa Ruchada' (Argentina), e em várias páginas da internet, entre elas, Germina, Garganta da Serpente e Balaio Porreta. Edita o blog Ellenismos, escreve no Putas Resolutas e é uma das autoras presentes em "Dedo de Moça — uma antologia das escritoras suicidas" (São Paulo: Terracota Editora, 2009).
A escritora e jornalista Marize de Castro foi editora do jornal literário 'O Galo', da Fundação José Augusto, que reuniu um material literário significativo do Rio Grande do Norte, dando uma valiosa contribuição à cultura do Estado. Além de editora, como poetisa publicou 'Marrons crepons marfins' (1984), que recebeu o Prêmio de Poesia da Fundação José Augusto, e 'Rito' (1993). Em 1996, Marize publicou 'Poço. Festim. Mosaico', onde utiliza uma linguagem que oscila entre a prosa e a poesia e se nutre dos principais mitos e musas da literatura ocidental.

Serviço
'Que tal, quinta?'
Quinta-feira (28) – 18h
Sala Funjope – 3º piso da sede da Funjope (Rua Duque de Caxias, nº 352, Centro - João Pessoa/ Pb)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Tabatinga, aí vamos nós!



Sabádo que vem, dia 30 de abril, os quatro da foto - Marreta Capitão, Xico Salim, Cléber Fechine e Lacava Júnior - estarão em Barra de Tabatinga organizando o aniversário de Augusto Dias, conhecido no submundo etílico-cultural norte-rio-grandense pela alcunha de Vicente Vieira.
A festança começa às 11h53, no Cirrozão Beach, sem horário determinado para acabar, podendo chegar até às 2349, ou virar o dia e continuar no domingo.
Augusto receberá os amigos de vários lugares do Brasil e do exterior - Caicó, Natal, Timbaúba dos Batistas, São Fernando, Brasília, São Paulo, São João do Sabugi, Nova Iorque, Jucurutu, Milão, Rio de Janeiro e Currais Novos, entre outros - para celebrar a vida.
O correspondente do Bar em Recife, Arakén Almeida, pediu até pelamordedeus pra ser escalado, e foi credenciado para fazer a cobertura.
De Caicó e Acari, a redação será reforçada com a presença de Pituleira e Wellington Araújo.
Vai rolar um sonzinho básico com o DJ Pereirão, Roda de Samba do Pilaro e o show mais visto no verão de 2011, o João Damásio Unplugged.
A redação do Bar de Ferreirinha em Natal, evidentemente, estará lá fazendo a cobertura fotográfica.

É fogo

Um sujeito estava passando pela rua e viu uma casa pegando fogo e um cara entrando nela e saindo, entrando e saindo, e a cada vez saía todo queimado, pegando fogo, aí apagava o fogo, ficava um instantinho ali, entrava de novo, ficava um tempinho lá dentro e saía. 
Chegou-se a ele e perguntou: 
- Ô rapaz, não estás vendo que a casa está pegando fogo? Por que é que tu ficas entrando e saindo dela?
O cara respondeu:
- É que a minha sogra está aí dentro.
- Que bonito, um grande feito heróico, estás tentando salvá-la?
- Não, eu entro pra virar a velha, de modo a que ela fique bem torradinha!

Empregada esperta

A madame chama o médico para ver a empregada que há uma semana não sai da cama. O médico examina a empregada e pergunta:
-O que você tá sentindo?
-Nada não, doutor. É que faz muito tempo que não me pagam o salário e eu só me levanto daqui quando pagarem o atrasado.
-Então dá uma chegadinha pra lá pra eu me deitar junto de você!
Da outra vez que me chamaram, não me pagaram nada...

Cantora está apavorada com o mundo exterior

Abençoada com uma linda voz e um talento para escrever músicas, Jessica Lima Pires sempre sonhou tornar-se famosa.Entretanto, sua carreira encontra-se num ponto absolutamente inusitado. Jessica desenvolveu agorafobia, uma doença que a deixou tão apavorada com o mundo exterior, que é praticamente impossível sair de sua casa há cinco anos.Sem poder lutar contra a doença, ela agora filma a si própria cantando em um estúdio de gravação improvisado em seu quarto na cidade de Mossoró, usando uma webcam para colocar as imagens na internet. Para quem não sabe, Jessica, de 28 anos, é um dos nomes mais conhecidos da musica Nordestina, resultado dos mais de 3 milhões de visualizações no Youtube.
“Nos últimos cinco anos eu venho lutando com a agorafobia. Eu realmente queria uma maneira que pudese continuar. Decido colocar minhas músicas no Youtube para que eu pudesse compartilhá-las com muita gente, embora eu ainda esteja presa em casa“, disse ela aos jornalistas Mossoroenses...

Auto ajuda

A onda é escrever livros de auto-ajuda. Por isso, se você quiser se dar bem com livros de auto-ajuda, você precisa escrevê-los. E, baseado no que já foi publicado no gênero, listamos alguns títulos e sinopses de possíveis livros. Mais vendidos nos ultimos anos.

-1-O Gerente-minuto: resolvendo a ejaculação precoce no ambiente de trabalho.
Normalmente o que mais faz a chefia é foder com os subalternos. Mas ele pode usar de suas prerrogativas hierárquicas para garfar a gostosa que serve cafezinho ou atende os clientes que ele tenta enrolar. Mesmo sendo o chefe, trepadas no escritório sempre são acompanhadas da te(n)são de alguém ver a putaria toda, e essa ansiedade pode ocasionar problemas. O autor ensina a lidar com essa ansiedade para evitar um esguicho antes da hora.

-2-Al Capone, um executivo PittBull
Aqui a biografia de Al Capone é usada como exemplo para vendedores decisivos e agressivos, já que o Scarface conseguiu se tornar bem sucedido ao vender seu produto, apesar de todas as dificuldades impostas, como a importação subreptícia (contrabando), o pagamento de tributos não declaráveis (subornos e propinas) e a obliteração da concorrência feroz (execução de outras gangues). Claro que seu probleminha com impostos acabou lhe melando a carreira, mas como estamos no Brasil, isso não seria problema algum.

-3-O Monge Shaolin e o Executivo
 O executivo moderno precisa se mirar nos monges Shaolin para desempenhar por vezes tarefas que parecem muito difíceis ou impossíveis, como trocar tapas no ar por um minuto e meio sem tocar no chão, capar moscas em pleno vôo, ficar em pé sobre galhos firmes como um pé de coentro, derrotar doze guerreiros de bronze e andar sobre a água.

-4-O que Aprendi com os Patos.
Não, não aprenderás a trabalhar em equipe observando o vôo migratório de cisnes, patos e coisas afins. As únicas lições que patos, gansos e cisnes têm a ensinar no mundo corporativo é que cu de pato não é gaveta, e o que refresca cu de pato é lagoa.

-5-Como Trabalhar Para um Corno.
Se seu chefe, além de ser um idiota, tem uma mulher que é gostosa e te dá bola, esse é seu livro, onde aprenderás a lidar com a situação de risco de desrespeitar a hierarquia, ou seja, passar o rodo na patroa de seu patrão sem consultá-lo.
* * * * * *
Além destes potenciais campeões de vendas, ainda sugerimos os títulos abaixo para inspirar o potencial que existe dentro de você:
a)Quem Mexeu no meu queijo pode socá-lo no rabo
b)Agora Fodeu – Administrando Crises
c)Como administrar padarias sem queimar a rosca
d)Vendendo o Peixe, Chupando a Cabeça e Dando o Rabo
e)As Cinco Pessoas que Você Encontra na Casa do Caralho...

Todo cuidado é pouco

Quando a NASA preparou o programa Apollo, os futuros astronautas passaram por um treinamento num campo militar situado dentro de uma reserva indígena Navajo. Um dia um dos anciões da tribo Navajo aproximou-se dos astronautas. O velho, que só falava Navajo, fez uma pergunta que seu filho traduziu: "O que fazem essas pessoas nestas roupas tão estranhas?" Um dos futuros membros da missão respondeu que eles estavam treinando para fazer uma viagem à Lua. O velhinho pareceu muito excitado e perguntou se os astronautas poderiam levar um recado para a Lua. Vendo aí uma oportunidade de promover a missão a custo baixo, o pessoal de marketing mandaram dizer que o recado seria dado e levaram um gravador para gravar o pedido do índio.
Depois que o índio gravou a mensagem, os marketeiros pediram ao filho para traduzi-la. Mas ele recusou.
Então levaram a fita-cassete até a tribo, para que todos a ouvissem. Mas todos davam risada. E ninguém aceitou traduzir a mensagem do velho.
Então o pessoal da NASA chamou o tradutor oficial do governo. O tradutor ouviu a mensagem e traduziu: "Cuidado com esse pessoal! Eles vieram para roubar sua terra"...

Empresa usa uma Bruxa para receber contas

Nestes tempos bicudos de crise, uma empresa cearense, a Skilo Biuras, uma agência de cobrança de dívidas está oferecendo um serviço excepcional para lidar com os devedores morosos: contratou Mariana Lobaciuviene, a mais famosa bruxa deste deste estado, para perseguir empresas e mal pagadores. - "Tem muita gente que está aproveitando a crise para negar-se a pagar as suas contas mais básicas", explicou Joaquim Amaral dos Santos Neto, diretor da empresa.
- "Nossa nova empregada ajudará este pessoal a entender a situação, reconsiderar o que está certo e errado, e agir em conseqüência disso. Ela tmbém poderá ajudar àqueles que foram afetados por problemas reais, que estão sofrendo pelo impacto psicológico da falência e da depressão", disse sem explicar como uma suposta bruxa pode aliviar o impacto psicológico de uma bancarrota.
Mariana Lobaciuviene, que se auto-proclama como a principal bruxa do Nordeste, é muito famosa no Maranhão por oferecer serviços "mágicos", tais como prever o futuro, e enfeitiçar o homem amado. Assegura usar a hipnose, ervas medicinais e o campo da bioenergia para ajudar seus "pacientes".
- "Sou uma cidadã livre e posso fazer o que me der vontade e agrada-me que alguém precise de minha ajuda, farei todo o necessário para ajudar às pessoas", disse a bruxa de 34anos.
Apesar de todos os meios locais ridicularizarem a ação da agência, seus serviços foram procurados e contratados por centenas de empresas como nunca antes havia acontecido...

Linda camisola

O marido entra na Christian Dior de Nova York, para comprar para sua esposa, uma camisola transparente. São mostrados vários modelos, que vão de US$ 250 até US$ 500, todas muito transparentes e quanto mais transparente, mais cara! Escolhe então a mais cara, paga os US$ $500 e leva para casa.
Ao chegar em casa, presenteia a sua esposa, comentando o valor pago por aquela linda camisola e pede para ela subir ao quarto e colocar o modelo para ele. No quarto, a esposa, que não é nenhuma boba, pensa em voz alta:
“Tenho uma grande idéia. Esta camisola, é tão transparente, que parece que não estou vestindo nada. Não vou vestir!Vou aparecer completamente nua, devolvo a peça amanhã e recebo o valor pago de US$ 500!
Desce então para o salão, completamente nua, com uma pose bem sensual para seu marido.
O marido demonstrando a maior surpresa, exclama:
- Mas que merda! Me custou US$500 e veio toda amassada e enrugada…

terça-feira, 26 de abril de 2011

A neura do tempo real


Por Tutty Vasques


Os ingleses não são pontuais! 
Sofrem de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) na relação com o relógio. 
Prever que a noiva vai sair para a igreja às 10h51(6h51 de Brasília), peralá! 
Tomara que a lua-de-mel de Kate e William não seja cronometrada com o mesmo rigor pelo cerimonial britânico ou, na hora agá, o príncipe vai acabar falhando. 
Imagina ir pra cama às 23h13 com o compromisso de ficar em ponto de bala às 23h18 para satisfazer a primeira-plebeia precisamente às 23h47. 
Não dá!
Pela agenda oficial, a limusine de Kate levará 9 minutos no percurso até a Abadia de Westminster, onde o príncipe Charles chegará às 10h42 e a mãe da noiva às 10h37. 
Os pombinhos aparecerão na varanda do Palácio de Buckingham às 13h25 em ponto.
Ainda não foi definido o horário em que, day after, o irmão caçula do noivo vai vomitar nos jardins da casa da avó, dando por encerrada a festinha que promoverá na manhã de sábado para a turma que chama de “os sobreviventes” da cerimônia da véspera. 
Na bolsa de apostas de Londres, os ingleses arriscam, em grande maioria, que o mal-estar do príncipe Harry terá início às 11h19. 
A conferir!

ARTIGO

Forró de plástico
Khalil Gibran

Chico César solta o verbo e abre caminho para a discussão sobre a indústria cultural das atuais bandas de forró do Nordeste, e sobre a influência do jabá no seu sucesso

Estava eu na cidade de São Paulo, em 2005, quando surgiu, durante uma palestra sobre o mercado fonográfico com o querido Ronaldo Lemos, representante do Creative Commons no Brasil, em meio à exposição de exemplos bem sucedidos da música independente, uma explanação sobre o quão sofisticada era a maneira de trabalhar das bandas de forró do Nordeste. Começava aí um dos grandes equívocos da música brasileira.
Para iniciarmos este assunto, vale ressaltar que nem sei até que ponto podemos chamar de “forró” essas manifestações musicais. Uma vez que os elementos que caracterizaram o ritmo ao longo da nossa história, na maioria dessas produções, inexistem ou são totalmente coadjuvantes. É o caso da sanfona, do triângulo, do pandeiro, do zabumba e, principalmente, dos elementos culturais tão singulares da região Nordeste que permeavam com sintaxe ímpar as letras das canções.
Outra coisa que queria deixar bem clara é que não tenho nada contra nenhum tipo de produção musical. O que acho injusto é quando há a exclusão de uma grande maioria de bons artistas em detrimento de uma indústria, como é o caso que vou tentar esclarecer aqui.
Meus queridos leitores, a manifestação cultural do atual forró nordestino é uma falácia. Não existe essa manifestação. Existe uma indústria bem montada, que aprendeu direitinho a lição do jabá e do jogo de influência. Então, sugiro que tirem as crianças da sala para os casos que vou contar.
Um grande número de rádios comunitárias se instalaram no interior do Nordeste nos últimos anos. O problema é que de comunitárias muitas dessas rádios não têm nada. Uma vez que uma grande parcela foi concebida por políticos para seus fins eleitoreiros. Nestas, é comum a prática de escandalosos contratos com “bandas de forró” para garantir a execução das suas músicas. O mesmo acontece com as rádios oficiais que, não custa lembrar, funcionam com uma concessão pública. Essa prática também se estende às tvs locais de várias grandes cidades da região.
A outra parte da história pode parecer piada, mas Freud explica. Uma ação encabeçada pelos chamados “paus pequenos” – como são identificados pelos que os repudiam – divulga essas produções em grandes equipamentos de som, conhecidos popularmente como “paredões”. Nesse caso, as músicas, em geral, fazem apologia ao comportamento machista e ao consumo desmedido de álcool, tudo para combinar com a personalidade dos atores que tentam chamar a atenção das pessoas ligando seus sons no último volume, a qualquer hora, em qualquer lugar e dançando bêbados e imbecis na carroceria de suas pick-ups. Para “quem” e o “que” eles querem provar? Não me perguntem. Porém, agem como verdadeiros soldados do exército do mau gosto e da falta de respeito.
Diante de toda essa presença nos meios de comunicação existe para o restante do país uma falsa impressão de que tudo é um belíssimo movimento espontâneo cultural. Uma mentira. A indústria que existe em torno dessas bandas é bem articulada e excludente.
Recentemente, o secretário da cultura do Estado da Paraíba, o cantor e compositor Chico César, causou grande polêmica ao afirmar que o governo não contrataria as bandas de “forró de plástico” para tocar nas tradicionais festas juninas do estado. O secretário explicou em várias entrevistas que artistas locais da cultura paraibana já eram excluídos por essa mesma indústria o ano inteiro, lembrando que as rádios muitas vezes não cumpriam com seu papel social, mesmo tendo uma concessão pública. Afirmando ainda que essas bandas de forró já se beneficiam do próprio mercado, não necessitando de apoio governamental. Chico esclareceu ainda que nomes como Mestre Fuba, Vital Farias, Biliu de Campina e outros grandes artistas paraibanos, ficam totalmente fora de todas as programações. “A gente precisa trazer poder para esses artistas nas nossas festas, valorizá-los, e precisamos trazer poder também para os grupos de cultura popular”, afirmou o secretário, enfatizando que muitos desses músicos são tratados como se fossem “qualquer coisa” quando, na verdade, são gênios da nossa música.
Diante da polêmica, gerada obviamente por aqueles que têm interesses extremamente comerciais nos eventos paraibanos e nordestinos, vários artistas se manifestaram em favor de Chico César. Nomes como Alceu Valença, Arleno Farias, Chrystal e Zeca Baleiro declararam apoio pela internet ao artista e secretário.
Aqui no Ceará cresci vendo acontecer exatamente o mesmo processo. Artistas locais sendo sempre desvalorizados em detrimento de projetos forjados com jabás e mídias televisivas. Eventos como o famoso “Férias no Ceará” gastam uma quantidade exorbitante do dinheiro público com bandas que vêm do sudeste do país, enquanto os artistas cearenses são escalados para abrir seus shows, muitas vezes covers das mesmas bandas que tocarão depois deles.
Sendo eu um conhecedor não passivo de todo esse descaso e enquanto artista e produtor cultural brasileiro, resolvi, após falar com o próprio Chico, também declarar publicamente meu apoio ao cantor, compositor e secretário da cultura. Não se trata de protecionismo ou de preconceito, trata-se de responsabilidade cultural e compromisso com a memória, difusão e produção cultural brasileira.
Parabéns ao Estado da Paraíba. Nosso Brasil precisa de mais secretários da cultura com coragem de fazer o que tem que ser feito e, principalmente, de enfrentar as turbulências que essas transformações podem provocar.
Cantor e compositor

ERA SÓ O QUE FALTAVA

Jovens alemães consomem
álcool pela vagina e ânus

Na Alemanha, uma nova maneira de "consumir" álcool preocupa as autoridades. 
Garotas estão colocando absorventes internos umedecidos com vodca em suas vaginas para potencializar os efeitos, despistar as autoridades e "disfarçar" o cheiro da bebida.
A absorção pela mucosa vaginal é intensa, e o álcool cai diretamente na corrente sanguínea. 
A prática não é exclusividade feminina. 
Garotos estariam usando a mesma técnica ao introduzir os absorventes no ânus.
Usar drogas como cocaína por via vaginal ou anal não é exatamente uma novidade, mas o consumo de álcool dessa forma pode sinalizar um risco potencial de consumo mais pesado, além de danos à saúde física e sexual das pessoas (o álcool pode danificar a mucosa e predispor o local a ferimentos e infecções).

Mulheres bebem mais
A propósito, o Ministério da Saúde divulgou na última semana mais alguns resultados da pesquisa Vigitel 2010, que avaliou os hábitos de 54 mil brasileiros com mais de 18 anos de todas as capitais do país. 
Os dados apontam um avanço do consumo mais pesado de álcool, principalmente entre as mulheres.
Segundo a pesquisa, 10,6% das brasileiras entrevistadas tomaram mais de quatro doses de álcool em uma única ocasião no mês. 
Entre os homens, apesar do índice ser mais alto, houve uma queda em relação à pesquisa feita em 2006.
Entrar no mercado de trabalho, estar mais exposta às pressões do dia a dia, estudar em uma universidade e ter mais liberdade social e econômica são alguns dos fatores que podem explicar o aumento do consumo de álcool entre mulheres.
Como o corpo da mulher, em geral, é mais sensível ao álcool do que o corpo masculino, os riscos de problemas como embriaguez, intoxicação, coma alcoólico, abuso e dependência podem se instalar mais facilmente entre elas. 
Com informações da Folha de S.Paulo

ANÁLISE ECONÔMICA

Crise financeira


Caros amigos, vocês estão vendo o caos do sistema financeiro mundial e por isso vou dar algumas dicas pra ninguém perder dinheiro. 
Preste atenção, é uma análise muito profunda. 
Para quem gosta de aplicação em bolsa, uma boa dica. 
Análise de Retorno Financeiro
Veja: se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1.000,00 em ações da Nortel Networks , um dos gigantes da área de telecomunicações, hoje teria R$ 59,00.
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1.000,00 em ações da Lucent Technologys , outro gigante da área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00.
Agora, se você tivesse, em janeiro/2005, gastado R$ 1.000 ,00 em Skol por exemplo (entenda em cerveja, não em ações), tivesse bebido tudo vendido somente as latinhas vazias, hoje apuraria R$80,00!
Conclusão
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro.
TAMBÉM É IMPORTANTE LEMBRAR QUE QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menos tenso;
d) Menos puto da vida!