terça-feira, 31 de maio de 2011

OPINIÃO PÚBLICA PRESSIONA E...

A linha do tempo do Senado e o ano de 1992, 
quando houve o impeachment de Collor
Impeachment de Collor 
volta ao painel do Senado

Pressionado pela repercussão da decisão de omitir o impeachment do então presidente da República e hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) dos fatos históricos protagonizados pelo Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), mandou refazer os painéis afixados no túnel do tempo. 
É assim chamado o local que liga o plenário a gabinetes de senadores, por onde passam mais de 5 mil pessoas nos dias de maior movimento no Senado.
Ficou acertado, por ordem de Sarney, que o impeachment, seus motivos e consequências passarão a constar de um novo painel, entre os 16 afixados no local. 
O Senado aprovou o impeachment de Collor no dia 29 de dezembro de 1992, por suspeita de corrupção no seu governo, minutos depois dele ter renunciado ao cargo.
No blog do Senado, Sarney afirma que não é curador nem autor da exposição. 
Mas, para evitar interpretações equivocadas, determinei ao setor competente da Casa que faça constar na referida exposição o impeachment do presidente Collor, uma vez que não temos nada a esconder nesta Casa”.
Pense num homem bom, esse Sarney!
Ontem, na reinauguração da decoração do túnel do tempo, Sarney justificou a omissão do impeachment dizendo que era um fato “que não devia ter ocorrido” e que “não se tratava de um fato marcante”. 
Ele foi convencido por assessores que não pode mudar a trajetória da história política brasileira.

Tem que casar

Bibi Costa: fudeu, tem que casar

Quase no fim de uma  entrevista coletiva, um repórter e blogueiro pergunta aos três políticos presentes:
- Se os senhores fossem solteiros, com quem gostariam de se casar?
O primeiro a responder foi o suplente de vereador Zé Batista de Araújo, de Timbaúba dos Batistas:
- Eu me casaria com a Natália Guimarães, a mulher mais bonita do Brasil!
Um bêbado, lá no fundo da sala, batendo palmas, grita:
- Isso mesmo, muito bom, casou pela beleza, é isso ai!
O vereador Leleu Fontes, presidente da Câmara de Caicó, deu a sua resposta:
- Eu me casaria novamente com Nadja, pois eu a amo e ela me ama!
O bêbado, mais uma vez se manifesta:
- Muito bem, é isso ai, casou por amor, valeu!
Já o prefeito Bibi Costa, de Caicó, fazendo média, respondeu:
- Se eu fosse solteiro me casaria com Caicó, porque meu coração pertence a esta cidade!
O bêbado, fez um grande estardalhaço, e gritou lá de trás:
- É isso aí, muito bom, isso que é um homem honrado: fudeu, tem que casar!!!

DEPOIS DE IRMÃ DULCE E FREI GALVÃO...

Ministro Palocci atrai devotos a Brasília em busca de novos milagres

Milagre da multiplicação pode fazer 
de Palocci mais um santo brasileiro


A presidente Dilma Rousseff vai encaminhar nesta semana ao Vaticano o pedido de beatificação do ministro da Casa Civil, Antônio Palocci. 
Dilma acredita que Palocci deve ser canonizado graças ao seu milagre de multiplicação do patrimônio, e vai ligar pessoalmente ao Papa Bento XVI fazendo a reivindicação em nome do povo católico brasileiro. 
O ministro multiplicou seu dinheiro por 20 em quatro anos. 
O mais incrível é que ele fez tudo isso dando palestras, mesmo tendo a língua presa”, disse um assessor de Dilma, acrescentando: “É um santo!”. 
A situação de Palocci com a oposição, porém, se agravou. 
Até aliados ficaram contra o ministro. 
O PMDB se rebelou, houve troca de insultos e o ministro se sentiu ofendido: “Por pouco não me chamaram de membro do PMDB. Isso é um absurdo”, disse o ministro e futuro santo. 
O gabinete do ministro no Palácio do Planalto passou a semana sendo alvo de romarias, de pessoas de várias partes do país, querendo que ele continue fazendo milagres. 
O senhor Antônio Batista de Araújo viajou os quase 4 mil quilômetros que separam Timbaúba dos Batistas de Brasília para tentar a cura de sua disfunção erétil.
"Tudo que ele pega, cresce", justificou o esperançoso timbaubense ao Bar de Ferreirinha, na sexta-feira da semana passada.
Um dia antes, Palocci recebeu o prêmio patriota da década, entregue pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota. 
Eu achei que eu fosse o Antônio Patriota, mas o verdadeiro Antônio Patriota é o Antônio Palocci. Não é sempre que alguém abre mão de uma capacidade de fazer fortuna como essa para vir trabalhar no governo”.
Com informações do Sensacionalista.com

Coisa que o pariu!

Entenda o espírito da coisa


O substantivo "coisa" assumiu tantos valores que cabe em quase todas as situações cotidianas.
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português.
A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?".
Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha.
Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas.
Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!".
"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas. Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa).
Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus".
Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB.
No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou. Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro".
As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas. Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa... Já qualquer coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem."
Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas!
Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa".
Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más.
Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas".
Texto de autoria desconhecida, enviado por Zezito do Acari

O perigo de encontrar velhos amigos

Outro dia estava no mercado quando vi no final do corredor um amigo da época da escola, que não encontrava há séculos. 
Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto: 
- Oswaldo, sua bichona! Quanto tempo!!! 
E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo. 
Percebi que o Oswaldo me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado. 
- Você vai pra Delegacia! – disse o policial que costuma frequentar o mercado. 
Eu sem entender nada perguntei: 
- Mas o que eu fiz? 
- Homofobia! Bichona é pejorativo, o correto seria chamá-lo de grande homosexual. 
Nessa hora antes mesmo de eu me defender o Oswaldo interferiu tentando argumentar: 
- Que isso doutor, o Cabeção aí é meu amigo antigo de escola, a gente se chama assim na camaradagem mesmo!!! 
- Ah, então você estudou vários anos com ele e sempre se trataram assim?
- Isso doutor, é coisa de criança! 
E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Oswaldo: 
- Então você tá detido também. 
Aí foi minha vez de intervir: 
- Mas meu Deus, o que foi que ele fez? 
- Bulling! Chamou você de Cabeção por vários anos na escola. 
Oswaldo então se desesperou: 
- Que isso seu policial! A gente é amigo de infância! Tem amigo que eu não perdi o contato até hoje. Vim aqui comprar umas carnes para churrasco com outro camarada que pode confirmar tudo! 
E nessa hora eu vi o Juninho Pé-De-Quenga perto da gente com dois quilos de alcatra na mão. 
Eu já vendo o circo armado nem mencionei o Pé-De-Quenga pra não piorar as coisas, mas ele sem entender nada, ao ver o Oswaldo algemado já chegou falando: 
- Que porra é essa negão, você aprontou o que aí? 
E aí não teve jeito, fomos os três parar na Delegacia
Hoje estamos respondendo processo por homofobia, bulling e racismo.

Atitude

Depois da recente viagem à Europa, onde foi vender o destino Caicó na Copa do Mundo de 2014, o engenheiro Nelhão de Zé Benévolo anunciou aos quatro cantos: 
"Lá, resolvi todos os problemas da minha vida mudando de atitude. Misturei Activia com cachaça Samanaú. Agora, o meu lema é: cagando e andando."

Mal comparando...

No meio de um encontro de jovens e idosos, um garotão abre a camisa e mostra o peito: 
- Isto é como o Brasil, forte e invejado!
Outro jovem  desce as calças, vira o rabo e diz:
- Isto é como Cuba, impenetrável!
Um velhinho desce as calças e, mostrando o pau diz:
- Isto é como o América de Natal, nunca mais se vai levantar!

Critério

Chegaram 900 currículos à mesa do diretor de uma grande empresa. 
Ele diz à secretária:
- Pegue os 50 que estão no topo da pilha e chame-os para a entrevista. Os restantes jogue no lixo.
- O senhor está doido? São 850 pessoas! Talvez os melhores estejam lá!
Ele responde:
- Eu não preciso de gente sem sorte ao meu lado...

Namorado serve pra que?

Pra esnobar as amigas encalhadas. 
Pra esfregar na cara das avós e titias que sempre ficavam te azucrinando por estar só nas festas familiares.
Para ter pra quem ligar e azucrinar, podendo aliviar as amigas de suas lamúrias.
Para valorizar mais seus programas preferidos.
Para ter a quem ajudar seu pai a jogar tralhas velhas fora no seu lugar.
Para ter desculpas pra pedir pra mãe caprichar mais no almoço do domingo.
Para ter com quem ir ao cinema e comentar o filme.
Para ter carona garantida no fim da balada.
Para bancar suas biritas.
Para, eventualmente, trepar.

Frase

Fazer uma mulher feliz é muito fácil. Difícil mesmo é juntar todo o dinheiro pra isso.
Caco Dentão

Canino

Por Mara Coradelo


Tiro minhas sandálias de cor crua com salto de cortiça.
Alpargatas de salto alto. Ponho meus pés no painel do carro dele.
Sou a carona. Carona na vida dele.
Ele consegue dirigir e olhar meus pés. Eles estão sujos. Ele diz.
Cheios de craca. Ele diz.
Isso me machuca. Tiro meus pés. Os dois. O esmalte está saindo.
Meia hora depois no tal motel da Glória. Ele lambe meus dedos um a um.
Lembra o cão que achamos na rua...

Instalação

Jane Bodnar

Não importa
quero aberta a janela
perigo não há
já me assaltaram tantos sonhos
leve tudo
deixe apenas a luz do sol
grudada na parede
grafitando
o nome das horas.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

SARNEY QUER APAGAR A HISTÓRIA

Senado exclui impeachment de 
Collor de galeria histórica da Casa

Reinaugurada hoje pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a exposição de painéis permanente da Casa, sobre a história política do País desde 1822 até os dias atuais, ressurgiu sem o painel que conta o impeachment do ex-presidente e atual senador pelo Estado de Alagoas, Fernando Collor (PTB), na charge de Manga, ao lado. 
Sarney justificou a ausência dizendo que o fato foi "apenas um acidente" e "não é tão marcante" como outros retratados na mostra.
A exposição fica no corredor chamado de túnel do tempo, que leva às salas das comissões, para o plenário do Senado e por onde circulam, em média, 5 mil pessoas em dia de maior movimento. 
Antes da reforma, o painel sobre o impeachment de Collor fazia parte da coleção.
Para Sarney, que já foi presidente da República, o fato não é grave. 
"Não posso censurar os historiadores que foram encarregados de fazer a história. Agora, eu acho que talvez esse episódio seja apenas um acidente e não devia ter acontecido na história do Brasil. Não é tão marcante como foram os fatos que aqui estão contados, que construíram a história e não os que, de certo modo, não deviam ter acontecido", afirmou.
Em nota, a Secretaria de Comunicação do Senado, responsável pela confecção dos novos painéis, afirmou que o foco da exposição é mostrar o trabalho do poder Legislativo, e não os fatos da história brasileira.
"Os fatos históricos da mais antiga Casa legislativa do País são narrados em dezesseis painéis, com textos e imagens, seguindo a linha cronológica da história do Brasil desde 1822. A partir da Constituição de 1988, a opção dos historiadores foi destacar os fatos marcantes da atividade legislativa. O foco da exposição é mostrar a produção legislativa do Congresso Nacional. A discussão e aprovação das leis é a essência do que faz o parlamento como poder republicano", afirma o comunicado.
Com informações do IG

Mulher faz picadinho do pau do vizinho

Uma mulher na zona rural de Caicó entregou à polícia o pênis que cortou de um vizinho, a quem acusou de ter tentado estuprá-la.
Monique Jurema, de 41 anos, casada e mãe de dois filhos, disse que Mozarildo do Cuzão invadiu sua casa e a atacou.
Ela alegou que Mozarildo - casado e pai de nove filhos - lhe assediava havia cinco meses.
Um médico do hospital onde Mozarildo está internado disse que o pênis não pôde ser reimplantado.
"A polícia trouxe o pênis muitas horas após ele ter sido cortado. Estamos tratando-o para que possa urinar normalmente com o cotoco", disse o médico que cuida do caso.
Vingança - Mozarildo nega as acusações e afirma que o ataque foi motivado por vingança.
"Tínhamos um caso e recentemente ela sugeriu que nós podíamos morar juntos em Caicó", disse ele no hospital.
"Eu recusei e disse que não podia deixar meus filhos, e ela então se vingou."

COPA 2014

Estádio não tem, aeroporto também
não, mas a bola oficial já foi lançada:
a Jabundona!

Cinco notícias em uma

- Alô, Sô Carlos? Aqui é o Uóshito, casêro do sítio.
- Pois não, Seu Washington. Que posso fazer pelo senhor? Houve algum problema?
- Ah, eu só tô ligano para visá pro sinhô qui o seu papagai morreu.
- Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso?
- Êle mermo.
- Puxa! Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com aquele bicho! Mas morreu de que?
- Dicumê carne istragada.
- Carne estragada? Quem fez essa maldade? Quem deu carne para ele?
- Ninguém. Ele cumeu a carne dum dos cavalos morto.
- Cavalo morto? Que cavalo morto, seu Washington?
- Aquele puro-sangue qui o sinhô tinha! Eles morrero de tanto puxá carroça d'água!
- Tá louco? Que carroça d'água?
- Prapagá o incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus?
- Na sua casa, uma vela caiu, aí pegô fogo nascurtina!
- Caramba, mas aí tem luz elétrica! Que vela era essa?
- Do velório!
- De quem?
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisá e eu dei um tiro nela pensando que era ladrão!
- Meu Deus, que tragédia! - e o homem começa a chorar.
- Peraí sô Carlos, o sinhô num vai chorá pur causa dum papagai, vai?

Quem é que está com surdez mesmo?

O homem telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher.
A secretária pergunta:
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez. Não ouve quase nada.
- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, faz um teste para  facilitar o diagnóstico do médico. Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até perceba a que distância ela consegue ouvi-lo. E quando vier, diga ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu.

- Está certo.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o velhote decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher, 15 metros, e perguntou:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Aproxima-se a 10 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Fica a uma distância de 5 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Maria! O que temos para jantar?
- Frango, porra! É a quarta vez que eu respondo!

Trem bão, sô!

O mineirim Ôclides foi fazer um exame de "prósta".
Quando o médico colocou o dedo de uma só vez, ele disse:
- Num tô guentanu não doto, vô gritá !
O médico, também mineiro, alertou:
- Eu acho mió não. Caus diquê a recepção tá lotada di pacienti aguardanu e vai ficá feio procê.
E o médico continuou o exame.
E o Ôclides continua falando:
- Dotô, eu vô gritá !
E o médico diz:
- Guenta sô, tô caiscabano.
E o Ôclides diz mais uma vez:
- Num tô guentanu, vô tê qui gritá!
O médico, impaciente:
- Grita intão!!!
E o minerim:
- Ô trem bão, sôôôôôôôôô!!!

Lá ou lou?

Tereza teve namoro sério, mas família do amado não sabia que ela era homem.A cabeleireira de Santa Cruz (RN) teria terminado um namoro de quase dois anos pouco antes de saber de sua participação num show no Cabaré de Caravéia.Conforme uma amiga da transsexual contou ao Bar de Ferreirinha, ela chamava Caravéia de “marido” e tinha convívio com toda a família do rapaz, para quem fez uma tatuagem na bunda há cerca de um ano.No entanto, os parentes de Caravéia não sabiam da mudança de sexo dela, o que poderia ser um dos motivos das brigas. “A mãe dele pensava que Tereza fosse mulher. Cada um encara de um jeito. Ele não falava sobre o assunto”, explicou a amiga.Segundo ela, o ex-casal vivia em casas separadas em Santa Cruz, mas Caravéia passava diversas noites no apartamento da cabeleireira. “Ela fez a tatuagem como prova de amor, e eles estavam pensando em adotar um filho”, revelou a fonte.Caravéia, que já foi casado 11 vezes, se relacionava com a morena muito tempo antes de ela fazer a mudança de sexo, há cerca de nove anos, na Rússia. “Era o sonho dela. Ela sempre foi muito feminina, nunca namorou meninas…teve só outro namorado, além do Caravéia. Ela me disse que tudo melhorou na vida dela depois da cirurgia”, detalha...

Comunicado urgente

-Bom galera o fim do mundo no planeta Terra foi cancelado pela falta de estrutura do planeta para receber esse tipo de evento...

Iogurte

Dois portugueses foram assaltar um banco indicado por outro português. Renderam todo mundo e foram direto para a sala dos cofres. O Manuel arrombou o primeiro e disse: - Joaquim vem cá, esse cofre não tem dinheiro não! Tá cheio de iogurte
- Manuel, só tem iogurte mesmo... Bom, esse iogurte deve ser muito bom para ficar em cofre de banco. Vamos comer tudo! Depois de comerem tudo, o Manuel partiu para arrombar o segundo cofre
- Jesus ! Iogurte de novo !E agora, Joaquim ?
- Não tem jeito, vamos comer tudo desse cofre também. Eles comeram, comeram... O Manuel que já não agüentava mais iogurte, foi para o terceiro cofre.
- Cacete !Iogurte de novo ? Joaquim, vai ver que porcaria de Banco é este, que só tem iogurte!
- O Joaquim foi verificar e voltou logo depois:
- Porra, Manuel ! é um tal de ' BANCO DE SEMEM '. Tu conheces?

Choro

Um dia Joãozinho estava na escola chorando, e a professora foi falar com ele: - Joãozinho, não fique chorando não, por que quando você crescer você vai ficar feio.
E Joãozinho respondeu:
- Então professora, quando você era pequena você chorava muito...

Velhinha escrotinha

A velhinha morre e vai ao encontro de São Pedro. Ela pergunta:
- Por que existem duas portas ali, uma azul e outra vermelha?
São Pedro então lhe diz:
- A azul leva ao Céu, a vermelha desce ao Inferno.
Você pode escolher para onde quer ir. Nisso, ouve-se uma gritaria e um barulho de furadeira atrás da porta azul.
- Mas o que é isto? Pergunta a velhinha.
Nada não; é um cara que acabou de chegar e estão lhe furando as costas para por as asas.
A velhinha fica indecisa quando de repente, ouve-se nova gritaria por trás da porta azul.
- E esta gritaria agora, o que é?
- Nada não; é que estão furando a cabeça do cara para por a auréola.
- Nossa, que horror! Eu não quero ir pro céu, vou pro Inferno mesmo.
- Mas, minha senhora, lá o Diabo vai lhe foder!
- Deus te ouça, pelo menos os buracos já estão prontos...

Novela de cavalaria

Por Verônica Couto...
No alto daquele morro, tem um valão. No valão, uma pinguela. De um lado, está o Edmundo. Do outro, o Raimundo.A rima dos nomes, em vez de adoçar, azedou cedo a amizade, quando os dois ainda eram meninos. Nunca haviam brigado, mas ficavam de longe, prudentes. E cresceram se estranhando, antipatizados sem explicação. Sempre vizinhos.Agora já é de manhã, mal raiado o sol, devem ser umas cinco da madrugada. Os dois vêm bêbados, trançando no ar, naquele humor temerário do álcool. Param na pinguela. Sem uma palavra, adivinham que não vão ceder nem arredar.Posso tudo, pensa o Edmundo. Posso tudo, pressente o Raimundo. Nos dois, o coração celerado, cascudo, a ponto de rebentação.Eles não sabem, falsos pentecostais, mas um é filho de Xangô, outro de Ogum. Pegam-se com fúria, pedras rolando, ferro batendo, cachorros latindo, babando, arfando em volta dos homens entranhados. Carne, osso, dente, pêlo, sangue, caldo, saliva, cheiro, boca, bafo, grude, gosto, gosmas, até a exaustão. Até acabar toda a fé. O tempo parar. E eles tombarem juntos, um sobre o outro, na lama do valão. Cá de cima, a gente olha lá pro fundo e vê. Sobrou entre eles, Edmundo e Raimundo, um restinho do amor desperdiçado, um cheiro de cana. Alguém com dó derramou para o Santo, e deixou o cálice do lado dos corpos...

Escrever som cono

Cartago é um lugar legal. Muita gente é capaz de dizer que nunca ouviu falar sobre este lugar. Mas há quem diga que só se faz viados lá.Entretanto, pesquisadores da Universidade de Timbauba dos Batistas(UTB), iniciaram uma pesquisa sobre o comportamento astuto de lebres que vivem em Cartago. Nenhuma informação útil foi descoberta."Eu penso que elas são animais dóceis e rápidos; possuem longas patas e são inteligentes,e bonitas!" Diz o Odontologista Chico Batista..
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domingo, 29 de maio de 2011

Depende da posição

Estudos recentes constaram que:
- parado,  fortalece a coluna;
- de cabeça baixa estimula a circulação do  sangue;
- de barriga para cima é mais prazeroso;
- sozinho, é estimulante, mas egoísta;
- em grupo, pode até ser divertido;
- no banho  pode ser  arriscado; 
- no automóvel, é muito perigoso...
- com frequência,desenvolve a imaginação;
- entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
- de joelhos, o resultado pode ser  doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no  escritório, antes de comer ou na sobremesa, sobre a cama ou na rede, nus ou vestidos, sobre o sofá ou no tapete, com música ou em silêncio, entre lençóis ou no closet, sempre é um ato de amor e de enriquecimento.
Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o gênero, nem a posição socioeconômica: ler é sempre um prazer!!!
E você acabou de experimentar o quanto é prazeroso, né não?

Açude Recreio


29 de maio de 2011
Açude Recreio

Em 1967 escrevi livro intitulado Caicó de ontem e de hoje, espécie de dicionário histórico do município e da região. Demais a mais, nele elaborei a árvore genealógica de todos os municípios do Seridó, a partir do desmembramento territorial de Caicó.  Nunca publiquei o livro por várias razões.  Entre outras, porque não encontrei editor, e porque, diante dessa realidade, preferi divulgar a matéria nele tratada em artigos, reportagens e outros livros que fui escrevendo ao longo desses anos.
Dele extrai também todos os tópicos que compuseram o calendário das comemorações do Centenário de Caicó, 1968.
Em Caicó de ontem e de hoje, no verbete Açude Recreio, escrevi:
Construído em ano anterior a 1842, localizado bem próximo da cidade de Caicó, é o mais velho açude do Rio Grande do Norte, o decano de todos os açudes particulares do Nordeste.
Obra da família Merêncio, proprietária do sítio Mabanga, hoje Recreio.
Conta a tradição que, cheio o açude no inverno de 1842, o chefe da família, Manoel Merêncio, ficou deslumbrado com o espetáculo das águas represadas, fato inédito na região.  Apressadamente dirigiu-se à vila, onde frade estrangeiro havia dias vinha pregando missões, para comunicar-lhe o fato e pedir suas bênçãos para a obra. 
O frade, no entanto, ao ouvir a narração, censurou o velho Merêncio pelo que cometera, afirmando que a água fora mandada por Deus para que corresse livremente para o mar, não devendo o homem interceptar a sua marcha, porque constituía atentando à vontade divina!
Merêncio, homem facilmente sugestionável, tão constrangido ficou que, em verdadeiro acesso de loucura, ao retornar para casa, suicidou-se!
Certo dia, em conversa com meu amigo Cortez Pereira, então um dos diretores do Banco do Nordeste, contei-lhe essa história.  Ele, grande orador e entusiasta das teses que defendiam a construção de açudes e a de barragens submersas para solucionar os problemas das secas, saiu Nordeste afora repetindo a história em cada palestra que pronunciava.
Disse-me depois que vez por outro, principalmente no interior do Ceará, aparecia alguém para contestar o pioneirismo da família Merêncio de Caicó. Ninguém, entretanto, nunca aparelhou a contestação com provas ou referência confiáveis sobre o assunto.
Nada a estranhar, todavia. Até mesmo em Caicó tenho lido textos onde se diz que o Recreio é o mais velho açude de Caicó, o segundo ou o terceiro do Nordeste, etc.
Urge, pois, que se ponha ponto final nessa lamentável dúvida contra um fato incontestável, documentalmente comprovado, e uma tradição secular que engrandece sobremaneira as peculiaridades históricas locais, tornando-as poderosas fontes de motivação a aguçarem curiosidades direcionadas para o Seridó.
Quando informei ao saudoso amigo Cortez Pereira ser o Açude Recreio o mais antigo açude particular do Rio Grande do Norte transmitia-lhe realmente um dado indiscutível. 
O Açude Recreio sangrou pela primeira vez no inverno de 1842. É o primeiro açude particular construído no Nordeste brasileiro.
O Açude Velho, de Campina Grande, construído em 1830 é açude público. Igualmente o Açude Novo, de 1841.
Caicó, portanto, é pioneiro na construção de açudes particulares.  E foi o Açude Recreio que marcou o início dessa epopéia de suor e riscos, que chegou a implantar no município a maior área do mundo coberta por águas de pequenos açudes! 
Os açudes públicos ou conveniados só chegaram ao Seridó no século XX. E aqui já encontraram centenas de açudes particulares à frente da luta de combate aos efeitos das secas.
No Nordeste o primeiro grande açude público construído pelo Governo Federal foi o Açude Cedro em Quixadá, no Ceará, inaugurado em 1906.  O nosso pequenino Recreio já contava mais de 60 anos de existência!
Campina Grande cuidou muito bem do seu troféu, o primeiro açude público construído no Nordeste — o Açude Velho, que se tornou o principal cartão postal da cidade, graças ao zelo das autoridades locais e depois de magnificamente adornado com lindo monumento histórico e estátuas de personalidade populares nordestinas. 
É bom lembrar que Campina Grande foi elevada à categoria de município em 1864, sendo, portanto, somente quatro anos mais velha do que Caicó!
Em 2001 o Açude Recreio foi declarado como Patrimônio Histórico e Cultural do Município para fins de tombamento e preservação. Que se fez até agora para transformá-lo realmente num bem histórico e cultural de Caicó? 
O patrimônio histórico de uma cidade é a sua alma, o seu caráter e a sua personalidade.  Cidade sem marcos históricos preservados confessa plena ignorância dos verdadeiros valores da humanidade, assim como os bárbaros que tudo destruíam e danificavam.  É cidade sem tino e sem destino, fadada a desaparecer do mapa da modernidade e do desenvolvimento.  É cidade sem brilho original, sem cor local e sem espírito de corpo. Não tem força de atração. Nela é quase absoluta a ausência de condições  específicas indispensáveis à geração de turismo qualificado e educação de qualidade. Falta-lhe, acima de tudo, o espírito de corpo seja pelo desprestígio das tradições e dos valores históricos locais, seja pela carência da ambiência necessária ao desenvolvimento da inspiração, da arte e do lazer dentro de padrões universais. 
Gustavo Barroso informa que Francisco da Silva Cardoso em 1743, no seu sítio Serrinha, Capitania da Paraíba, teria feito grandes despesas na construção de um açude para bebida do gado em sua propriedade, texto integralmente transcrito por Olavo de Medeiros Filho em seu livro “Velhos Inventários do Seridó”, 1983, página 16.
Se realmente o Capitão Francisco da Silva Cardoso construiu algum açude, este não resistiu ao tempo ou às cheias e desapareceu.  Desse tal açude não se tem nenhuma prova material. 
Sabe-se, entretanto, que um Francisco da Silva Cardoso requereu data de terra no riacho gavião em 1716 e a data caiu em comisso porque o requerente nunca oficiou a posse da terra. 
Depois, em 1894, homônimo ou descendente seu, construiu no mesmo riacho do gavião, hoje Município de Umarisal, o primeiro açude do povoado.
Ah Dona Emerenciana Teresa de Jesus, que pena, cinquenta anos após a primeira sangria do primeiro açude particular construído no Nordeste, por seu pai, o Sítio da Velha Merência, sua mãe, teve de ser vendido para assegurar-lhe a sobrevivência.  Desde a grande seca de 1877 quase nada chovia na Mabanga. A salvação era vender o sítio!
Em 1891 o Sitio da Velha Merência, na Mabanga, foi vendido para salvar a vida da velha viúva e filhos, últimos sobreviventes da família Merência em Caicó, naqueles tempos difíceis. Mudaram o nome do açude para Recreio, mas a mudança de nome não apaga a história.  Por tudo isso, em nome da solidariedade, escrevo este grito de desespero às autoridades: Socorram o Açude Recreio — salvem a história que ele conta; salvem-no agora, como no passado ele salvou da miséria e da tuberculose aquela única sobrevivente da família que o havia construído!
O Açude Recreio é a fonte que guarda uma das arcas caicoense da sua história e dentro dela há um romance que não pode deixar de ser escrito, porque encerra epopéia digna da verve dos melhores poetas, a vida seridoense do século XIX.
Neste inverno, portanto, completou 169 anos da sua primeira sangria! E por falar em pioneirismo, como andam os preparativos para as comemorações do 200º aniversário do sobrado do Senador Brito Guerra?
Procurador federal e ex-prefeito de Caicó

Você acha, sinceramente, que é corajoso(a)?

Dica interessante

Se sua mulher está gorda,faça com que ela caminhe 12 quilômetros por dia. Em apenas um mês ela estará a 360 quilômetros de distância.

Agora pedem para pra eu me comportar

Esse lero tava lá no ótimo blog da Gláucia Lima


Olha os exemplos que eu tive! 
- O Tarzan corria pelado;
- Cinderela chegava em casa meia noite;
- Aladim era ladrão;
- Batman dirigia a 320 km/h;
- Pinocchio mentia;
- Bela Adormecida era uma vagaba;
- Salsicha (Scooby-Do) tinha voz de maconheiro, via fantasma e conversava com o cachorro;
- Zé Colméia e Catatau eram cleptomaníacos e roubavam cestas de pic-nic;
- Branca de Neve morava na boa com 7 homens (pequenos)...
- Olívia Palito tinha bulimia;
- Popeye fumava um matinho suspeito;
- Pac Man corria em uma sala escura com música eletrônica comendo pílulas que o deixavam ligadão;
- Super Homem locão, colocava cueca por cima da calça;
- A Margarida namorava o Pato Donald e saía com o Gastão.
Agora pedem pra eu me comportar?!?!?! 
Tarde demais!

Loiras se divertem mais do que as ruivas

Dizem que as ruivas se divertem mais, né? 
Bem, parece que não nesse aspecto.
Quem muda o paradigma é o pesquisador Timbaubense José Batista do Nascimento e não é só por experiência própria, não. 
Ele estudou e comparou as vidas sexuais de centenas de voluntárias nordestinas, traçando paralelos entre a aparência e o estilo de vida de cada uma, e chegou à conclusão final: “a vida sexual das loiras é claramente mais ativa do que as das mulheres com outras cores de cabelo”, diz.
Segundo os dados coletados, elas têm mais parceiros e trepam com mais frequência do que a média.
Por quê? As loiras são mais “facinhas”, é isso? 
Veja bem, não necessariamente. 
A sexóloga Nalva Gina explica que a estatística deve mais aos homens do que às próprias. 
“As loiras transmitem paixão”, lembra. 
A cabeleira delas, portanto, chamaria mais a atenção do sexo oposto por passar uma mensagem do tipo “não vou enrolar você” e “vamos direto ao ponto”.

Frase

O cúmulo da indelicadeza é colocar uma placa de volte sempre em uma funerária.
Caco Dentão

Diabinho & Anjinho

Sentado na cadeira do seu consultório, depois de ter transado com sua paciente, pensando no que havia feito, sua consciência lhe repetia: 
- Mas o que é isso? Olha o que eu fiz.Que vergonha perdi toda a ética profissional!
Depois de se culpar por algum tempo, observa que sobre seu ombro direito aparece um diabinho que lhe diz:
- ESCUTA AQUI.NÃO SEJA IDIOTA. HÁ UM MONTÃO DE MÉDICOS QUE TRANSAM COM SEUS PACIENTES. O QUE VOCÊ ACHA, QUE É O ÚNICO? ME ESCUTA SEU BABACA… ISSO É A COISA MAIS NORMAL DO MUNDO!
O médico, convencido, concorda e diz que o diabinho tem razão, realmente não havia feito nada demais.
Mal acabou de dizer e notou que aparece um anjinho em seu ombro que lhe diz ao ouvido:
- Só não se esqueça que você é VETERINÁRIO, VE-TE-RI-NÁÁÁ-RIO!