quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

UMA PAIXÃO DE 60 ANOS

Escritor caicoense, tricolor roxo, Moacy exalta sua paixão com um livro
Moacy Cirne lança hoje 'Maraca Maracanã que te quero Fluminense'

Henrique Arruda, do Novo Jornal
Dezembro de 1954. Apesar de viver em Caicó, ele estava em Campina Grande quando escutou pela primeira vez na sua vida um jogo do Fluminense. E foi naquele 3 a 0 em cima do Flamengo - acompanhando gol a gol em um pequeno rádio - que o escritor, professor e pesquisador Moacy Cirne decidiu tomar como uma de suas religiões o clube carioca. Hoje, quase 60 anos depois, ele vai lançar um resumo dessa paixão em “Maraca Maracanã Que Te Quero Fluminense”, a partir das 19h, no Bar dos Doidos, em Ponta Negra.
"Naquele ano o Fluminense ganhou o jogo, mas não foi campeão porque não era mata-mata e sim ponto corrido", explica o escritor, contando ainda que o primeiro jogo que assistiu ao vivo, no Maracanã, ocorreu quase 15 anos depois, em 1969, quando o Fluzão garantiu o título de campeão carioca diante de 180 mil pagantes.
"Ao vivo é aquela coisa, sabe, emoção bem maior. O jogo com o Flamengo estava empatado no 2x2, mas no finalzinho fizemos o terceiro", recorda. Dois anos antes, em 1967, ele saiu de Natal definitivamente para o Rio de Janeiro, motivado pela sétima arte e pela paixão pelo tricolor.
"Hoje já tá bem melhor com a existência do DVD, mas naquela época era muito difícil de chegar alguma coisa aqui em Natal", argumenta, se definindo também como um amante da sala escura do cinema. "Meu negócio é o cinema mesmo, e não o DVD ou a televisão", completa.
"O futebol é uma paixão, mas não sou cronista esportivo. Acompanho porque gosto, então dá para conciliar com outros assuntos de interesse", garante. Na ponte entre Natal e Rio de Janeiro desde 2009, quando começou a visitar com mais frequência a capital potiguar, ele ainda mantém sua residência carioca, que fica no bairro de Laranjeiras, próximo à sede do clube.
"Eu não sou o mais famoso dos torcedores, mas sempre passo por lá para trocar ideias com o pessoal". Já de volta à Natal, em 2010, ele se lembra de um episódio que o fez viajar até o Rio de Janeiro exclusivamente para acompanhar um jogo do clube: a final do brasileirão contra o Guarani. "Bonito não foi, foi mais um jogo técnico, mas pelo menos garantimos o título", avalia.
O livro de crônicas é dividido como um jogo de futebol. No primeiro tempo o autor conta sobre o começo de sua história com o clube; já no intervalo contextualiza os principais acontecimentos do mundo com as datas mais marcantes para o Fluminense, como, por exemplo, 1941, ano do “Fla-Flu na lagoa”, quando o Brasil se encontrava sob “as baionetas do Estado Novo”.
Na parte final, Cirne retoma sua história com o time, de uma forma mais subjetiva, relacionando o clube à arte, citando poemas, cantores, compositores e atores que também estão ligados ao Fluminense. Nos acréscimos, digamos assim, traz uma citação de Nelson Rodrigues, um dos torcedores mais icônicos, para justificar a vitória do campeonato de 2012.

Bar dos Doidos, point pó de arroz
O local para lançar o mais novo livro com pouco mais de 90 páginas não podia ser mais adequado, o bar dos Doidos, em Ponta Negra, já conhecido na cidade como um ponto de encontro entre os torcedores do time “pó de arroz”. O próprio dono do estabelecimento, seu Naldinho, é tricolor.
Quando Moacy me pediu para lançar aqui, eu disse na hora que dava certo”, conta, elegendo o gol de barriga de Renato Gaúcho, em 1996, o mais marcante da história. “O jogo estava no 2x2 e não passou pela TV. A gente tava acompanhando tudo de um rádio, lá de Caicó e quando Renato fez o terceiro, já nos acréscimos, foi festa demais. A gente saiu em carreata lá”, lembra.
 carinho pelo time começou com o pai, que também era Fluminense e ouvia os jogos pela rádio, no entanto, seu Naldinho também explica que o bar está aberto para todos os times. “Sim, muitos tricolores passam por aqui, mas recebemos todos eles, do ABC, América, Vasco... Aqui não tem isso, o futebol é que fala mais alto”, garante.
Maraca Maracanã Que Te Quero Fluminense’ é o 370º livro editado pelo Sebo Vermelho, sob a batuta de Abimael Silva, que foi o maior incentivador da publicação. Este é o 12º livro que Moacy escreve e publica. “Moacy é o maior tricolor do RN e um dos maiores do país. Tudo dele gira em torno do Fluminense. Acho que esse livro não é só importante para o Sebo Vermelho, mas para o Brasil inteiro”, considera, garantindo ainda que este é o primeiro livro potiguar a tratar de futebol.
Ainda de acordo com o editor do Sebo Vermelho, que se diz simpatizante do Botafogo, o livro deve ser um sucesso, visto a grande quantidade de amigos tricolores que o autor tem no Estado. “Moacy sabe escrever como poucos literatos e o livro não é somente sobre Fluminense, passa pelo Vasco, Botafogo, América e outros aspectos da cultura, como o cinema, e por sua cidade Caicó”, conclui.

Trechos do livro
(...) De qualquer maneira, muitos se perguntavam: como um sertanejo do Seridó, que sempre viveu com intensidade a música de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, que sempre se encantou com os folhetos de Cordel, que sempre se deliciou com a culinária nordestina, que sempre se maravilhou com o cheiro da terra molhada e os banhos de chuva nos anos de inverno, é capaz de torcer por um clube do Sul Maravilha? Já o disse: minha admiração pelo goleiro Castilho (e também por Telê) e a presença amiga de alguns parentes tricolores foram fundamentais (...), págs 16/17.

(...) “Todos nós sabemos como nasceu o Fla-Flu. Nasceu 40 minutos antes do nada, já dizia Nelson Rodrigues. Pra falar a verdade, nasceu antes de 1748, ano que consagrou a Festa de Sant’Ana, em Caicó. Ou terá sido antes de 1572, ano que marcou o lançamento d’Os Lusíadas, de Camões? Mas vamos ao primeiro Fla-Flu que vi no Maracanã – um jogo para não ser esquecido (...) Dois anos depois de ter chegado ao Rio, eis-me no Maracanã para ver o primeiro Fla-Flu da minha vida, o Fla-Flu que decidiria o campeonato carioca de 69 (...), págs 35/36

Se o Fluminense já era um dos grandes clubes do futebol brasileiro, com a Libertadores de 2008 passou a ser um de seus gigantes, ao lado do Vasco do Expresso da Vitória, do Santos de Pelé, do Botafogo de Garrincha, do Cruzeiro de Tostão, do Palmeiras de Ademir da Guia, do Internacional de Falcão, do Flamengo de Zico. E do próprio Fluminense, o de Rivelino e Paulo César Caju. Em 2008, o Fluminense não foi campeão, mas foi um Moisés na travessia de Desertos, foi um Colombo na descoberta das Américas, foi um Dante na fabulação de uma Divina Comédia, foi um Deus na Criação do Mundo, (...) págs 44/45

SERVIÇO
Lançamento de Maraca Maracanã Que Te Quero Fluminense
Local - Bar dos Doidos, Rua Praia de Genipabu, 8808, Ponta Negra
Quando - Hoje
Edição - Sebo Vermelho
Hora - 19h

Mapa da mina


O telefone toca e a dona da casa atende:
- Alô!
- Srª. Silvia, por favor.
- É ela.
- Aqui é Dr. Palmeira do Laboratório. Ontem, quando o médico enviou a biopsia do seu marido para o laboratório, uma biopsia de um outro Sr. Silva chegou também e agora não sabemos qual é do seu marido. Infelizmente, os resultados são ambos ruins...
- O que o senhor quer dizer?
- Um dos exames deu positivo para Alzheimer e o outro deu positivo para AIDS. Nós não sabemos qual é o do seu marido.
- Nossa! Vocês não podem repetir os exames?
- O SUS somente paga esses exames caros uma única vez por paciente.
- Bem, o Senhor me aconselha a fazer o quê?
- O SUS aconselha que a senhora leve seu marido para algum lugar bem longe da sua casa e o deixe por lá. Se ele conseguir achar o caminho de volta, não faça mais sexo com ele.

O cúmulo da crise


Dizia ontem um amigo do blogue, pendurado no balcão do Bar de Ferreirinha:
- Estou numa situação financeira tão braba, mas tão braba, que se a minha mulher decidir ir-se embora com outro, terei de ir com eles!

Calçada de bodega


Janduhi Medeiros
Minha esquina preferida, 
Estimulando nas suas brisas
A sombra refrescante de todas as tardes,
Aquecida em prosas eternas,
Café quentinho no aroma do mercado
E no grito musical do vendedor de pão.

Todas as fofocas são impressas 
Na boca da noite.
O namoro, a infidelidade,
O boato revelado nas conversas matreiras.

Todo mexerico nos remete
As dúvidas da última estória,
Para reflexão de uma semana inteira
Na atmosfera do encantado embate
Elaborado em gostosas mentiras
E imensas gargalhadas.

Muitas palestras são verdadeiras,
A amizade, os laços familiares,
No sangue latino de nossos gestos,
No orgulhoso costume regional
De nossos sotaques nas palavras rurais;
De nossos valores subjugados
Pelo mesmo pudor,
Mas que brigam por galhardia.

Existe nos encontros
Um enorme apetite de preservação
Da irmandade,
Desejo de manter o nosso gozo fraternal,
Todas as tardinhas, na calçada da bodega. 

Sala de aula

Anúncio esquisito

Não está fácil para ninguém!
O pernambucano Ari Alves do Nascimento, 42 anos, colocou um anúncio em um site na internet vendendo sua testa como espaço para o mercado publicitário.
Ari, morador de Olinda, chegava a ganhar o equivalente a R$3 mil por mês, se viu sem dinheiro da noite para o dia.
Ele sofreu um acidente de carro e desenvolveu estresse pós-traumático.
Ele disse que pensou em fazer isso depois de ver um baiano conseguir quase R$11 mil da mesma maneira.
O pernambucano diz que está disposto a qualquer negócio, inclusive, ser exclusivo de uma única empresa, e até mesmo comparecer aos eventos de divulgação da marca. 
Qual seria o melhor tipo de anúncio?
1 - Aumente seu pau em 10 dias.
2 - Mães solteiras precisam foder.
3 - Venha trepar com uma mulher feia.

Para refletir

Acróstico do boquete

Por Lena Lopez
Boca sedenta
O membro ereto
Que cena safada
Uma lingua lasciva
E a glande vermelha
Tesão aflorando
E o gozo chegando

Sem cerimônia
A chupada profunda
Foi gostosa demais
A boca devora
Da cabeça ao talo
O gozo explode.

Mágico escroto


Dentadas


Tá na hora de o governo criar o Bolsa Rolé, pra quem quer sair com as putas mas não tem grana.
Caco Dentão

Sem problema

UTB realiza trabalho sobre desertificação do Seridó

Orientados pelo professor José Almino Filho, vinte estudantes da Universidade de Timbaúba dos Batistas (UTB) estão há cinco dias percorrendo a região do Seridó. 
Eles participam do projeto "Cacimba”, cujo objetivo é descobrir os parâmetros diretos e indiretos mais relevantes controlando uso da terra e mudanças climáticas na região, além das características dos locais que apresentam desertificação e degradação na região dos estudos.
A área de pesquisa total inclui a Palma em Caicó e a Cobra em Parelhas. 
Uma área para estudos mas detalhados do trabalho foi escolhida baseada na sensitividade da área, e conhecimento e experiência dos alunos.
O trabalho terá duração de dois meses, e a intenção do professor José Almino Filho e seus alunos é conhecerem a realidade das condições de vida dos moradores das comunidades rurais.
Em entrevista ao Bar, o professor José Almino Filho explicou que o trabalho de seus alunos no Seridó é sobre os grandes desafios globais, incluindo mudanças climáticas e mudanças de biomas. 
E foi por descobrir que o Seridó é uma região extremamente vulnerável, e que as mudanças do exterior influenciam o Seridó muito mais do que qualquer outra região, que a escolha para sediar o trabalho da UTB acabou ficando com nossa região. 
O apoio logístico para o auxílio da pesquisa no Seridó vem sendo dado por funcionários da Agência RYFFS  Desenvolvimento.
"O Seridó tem riscos de desertificação enorme, senso de nível de altitude acima do mar, tem uma cultura antiga e tem várias hipóteses sobre o desenvolvimento no Seridó. Eu quero saber quais são as forças maiores que influenciam essas mudanças e o que nós podemos fazer para contribuir com um desenvolvimento sustentável. Já temos vários exemplos e experiências apresentadas pela RYFFS e outros segmentos da região; temos experiências conhecidas em outros paises”, explicou Almino.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Fim de semana começa hoje

Essa informação vai mudar sua vida

Museu inglês vai contar a 
história do vaso sanitário

O museu Gladstone Pottery, na cidade britânica de Stoke-on-Trent, garantiu uma verba de mais de US$ 2 milhões junto à União Européia e à Loteria Britânica para financiar o a "celebração da história do vaso sanitário". 
Os visitantes podem saber como era a vida no banheiro dos nossos antepassados que viveram antes da invenção da privada com sistema de descarga. 
A mostra, em exibição permanente, inclui a reconstrução de um banheiro vitoriano, com suas mal-cheirosas latrinas. 
O museu tem planos inclusive de recriar o autêntico cheiro da época, a partir de aromatização química.

Dentadas

Para pregar um prego sem machucar o dedo, basta segurar o martelo com as duas mãos.
Caco Dentão

A vaca tem razão

PENSE COMO UMA VACA E SEJA FELIZ!

Petrobás acha petróleo em Laginhas


A Petrobras notificou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a existência de petróleo no bloco T-Y-669, no Distrito de Laginhas, município de Caicó.
O petróleo foi encontrado durante a perfuração do poço 01WQIK8888TPF, em lâmina d'água de 3.863 metros.
A notificação, feita ontem, indicou a presença de muito petróleo no poço. 
Ainda não é possível afirmar o volume descoberto.
A concessão de exploração do bloco T-Y-669 foi arrematada pela Petrobras, em parceria com a RYFFS e a Teksol, na nona rodada de licitações da agência.

Parábolas: uma aplicação prática

PARÁBOLAS: UMA APLICAÇÃO PRÁTICA
Você não sabia pra que servia essa porra... Agora sabe!

Fêmea, devassa e rendida

Por Lena Lopez
Rendo-me
Às tuas vontades
sacanas e obscenas
Excito-me
Com a tua ousadia
Quando me querer
Nua e sem pudor
E ando em sonhos
Sobre fantasias
Por um caminho devasso
Perverso e perigoso
Pouco me importa
O pudor e o requinte
Não peço certezas
Quero delírio
Paixão e prazer
Nesse ato impudico
De vontades insaciáveis
De prazer inconcebíveis
E de gozos possíveis e reais
Essa realidade incontestável
Me penetra a carne
A alma
O meu ser
Sorve a minha essência
De fêmea e devassa
E a ti eu me rendo!

O homem invisivel

HOMEM INVISÍVEL

A prima é melhor e mais barata


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tem jeito pra tudo

Torcidas ou súcias organizadas?


Ivar Hartmann

O recém eleito presidente do Grêmio há poucos meses teve de começar a andar com guarda costas, em pleno estádio de seu clube, face às ameaças físicas de membros de uma torcida organizada que defendia seu rival. As autoridades policiais cariocas não recomendam a presença de torcedores uniformizados de outros Estados, quando sozinhos, em jogos no Rio de Janeiro. O proprietário de restaurante na BR 101 fecha o estabelecimento quando se aproximam os ônibus de torcedores, indo ou voltando dos jogos, qualquer que seja o jogo e qualquer que seja a torcida. Por causa dos furtos e depredações que já fizeram lá. Os chefes de uma torcida do Grêmio se orgulham das brigas de que participaram e das vezes que conseguiram agredir os adversários, normalmente em menor número. Há poucos dias um destas torcidas, a do Corinthians, matou no estádio um torcedor boliviano indefeso, usando um foguete de socorro como arma de ataque. São detalhes do dia a dia das torcidas organizadas patrocinadas pelos clubes, ligadas aos seus presidentes, que ganham passagens, entradas e refeições para seguir seus clubes e, aos poucos, se tornaram máfias organizadas, sem leis ou códigos de honra, imbuídas apenas do espírito de grupo. Aquele que diz: sou forte e anônimo no grupo, posso fazer o que quero.
Típico de indivíduos de má formação moral ou psicologicamente enfermos. E os clubes pouco se preocupam com o controle e acesso de supostos torcedores a estes núcleos de poder. Sob a alegação de que eles enfeitam e dão vida aos jogos (o que é uma deslavada mentira), permite-se que perambulem pelos estádios e proximidades, agredindo e ferindo ou denegrindo as bandeiras que portam quando seus ônibus param à frente de estabelecimentos comerciais. Anônimos dentro do grupo, parecidos pelas camisas, sentem-se poderosos e vingam-se dos demais dias de semana quando são subordinados a terceiros. Os presidentes de clubes esquecem que todos os torcedores presentes a um estádio, em maior ou menor grau, durante a semana, são subordinados a terceiros e nem por isso recalcam ódios, pois é o natural da vida em sociedade. O episódio da Bolívia deveria servir para banir qualquer espécie de foguete em jogos de futebol. Por desnecessários e por poderem tornar-se armas de covardes. Um torcedor do próprio Grêmio já agrediu um adversário do Internacional, em pleno estádio, com um deles, felizmente com menores consequências. Mas fica tudo como está. Enquanto não forem mortos mais torcedores. Daí será com a boate de Santa Maria. Todas as penas que forem aplicadas ao clube paulista estão certas e são menores que a morte do menino boliviano. Os responsáveis pelo episódio esperavam ficar no anonimato. Deram-se mal. Vão ver agora o que é uma prisão boliviana já que das prisões brasileiras estão sempre livres.

O sonho

O velhinho judeu




Uma jornalista da CNN ouviu falar de um judeu muito velhinho que ia todo dia ao Muro das Lamentações para rezar, duas vezes por dia, e lá ficava por muito tempo. 
Decidiu verificar. 
Foi para o Muro e lá estava ele, andando trôpego, em direção ao local sagrado. 
Observou-o rezando por uns 45 minutos, quando ele resolveu sair, vagarosamente, apoiado em sua bengala.
Aproximou-se para a entrevista.
- Desculpe-me, senhor, sou Rebecca Smith, da CNN. Qual o seu nome?
- Morris Feldman - respondeu ele.
- Senhor, há quanto tempo o senhor vem ao Muro orar?
- Bem, há uns 60 anos.
- 60 anos! Isso é incrível! O que o senhor pede?
- Peço que os cristãos, os judeus e os mulçumanos vivam em paz. Peço que todas as guerras e todo o ódio terminem. Peço que as crianças cresçam em segurança e se tornem adultos responsáveis. Peço por amor entre os homens.
- E como o senhor se sente, pedindo isso por 60 anos?
- Eu me sinto como se estivesse falando com uma parede.

Fax libanês


A presidenta Dilma enviou um fax para o Governo do Líbano, solicitando uma doação para o programa Fome Zero, coisa que o presidente adjunto Lula já havia feito no seu governo.
No dia seguinte chegou, via fax, a resposta que dizia: BD.. BL... VBB... 6... 2...
Dilma não conseguiu decifrar e foi até Lula, que fez valer os seus conhecimentos de gramática e os títulos de Doutor Honoris Causa, recebido das universidades de Viçosa, Coimbra (Portugal) e Timbaúba dos Batistas.
Achando-se O Cara, analisou o documento e chegou a mais uma de  suas magníficas conclusões:
- Companheira Dilma, a mensagem significa: BD = Bem Depositado, BL = Beleza, VBB = Via Banco do Brasil, 6... 2... = US$ 62.000.000,00 (sessenta e dois milhões de dólares)!
Dilma então mandou verificar  a existência da  tal conta no BB e nada foi encontrado.
Ordenou-se então que procurassem em todos os bancos BB: Banco Bradesco, Banco de Boston, e nada.
Foi então que  alguém sugeriu  à presidenta Dilma, que chamasse o Samirzinho, um funcionário do décimo-quarto escalão do Planalto, descendente de libaneses.
Samirzinho olhou para o documento e em menos de 30 segundos o traduziu: 
- BD.. BL... VBB... 6... 2...significa Brezidenta Dilma... Bresidente Lula... Vai Buda Bariu....Seis Dois!

Parece mas não é

Informação inútil

Primeiros macacos a andar  
viveram há 4 milhões de anos

Fósseis achados no Quênia, entre 1995 e 1997, revelam que os primeiros macacos a andar de pé viveram há mais de quatro milhões de anos. 
A descoberta faz recuar em 500 mil anos a data que se tinha como correta até agora. 
Os restos fósseis constam de uma tíbia (osso da perna) e de um úmero (osso do braço).

Segura a onda