terça-feira, 30 de setembro de 2014

Parabéns Xexéu!

Stoessel Dias, o Xexéu, 87 anos de vida e irreverência

Hoje, 30 de setembro, o grande Xexéu Dias, membro vitalício do Conselho Editorial do Bar de Ferreirinha, completa 87 anos de muito trabalho e muita boemia.
Pelos relevantes serviços prestados a Caicó e ao Seridó, Stoessel Dias (seu nome de batismo) foi merecidamente homenageado pela Câmara Municipal com a Comenda Vila do Príncipe, em julho passado.
Pra receber a honraria, Xexéu vestiu-se de paletó e pôs uma a gravata listrada, indumentária que não usava há 50 anos, aproximadamente.
A comenda foi entregue em solenidade no Corintians, à qual Xexéu compareceu acompanhado das filhas Lêda e Lenira, e foi prestigiado por muitos amigos de todas as idades.
Saúde e muitos anos de vida, Comendador!
 


Aconteceu no ceu

O inventor da moto Harley-Davidson, Arthur Davidson, morreu e foi para o ceu.
Ao chegar lá, São Pedro disse-lhe:
- Meu filho, foste um bom homem e as tuas motos mudaram o mundo, Se quiseres, podeis fazer um pedido.
Arthur pensou um pouco e disse:
- Quero me encontrar com Deus!
São Pedro levou Arthur até a sala do trono e o apresentou a Deus.
Deus reconheceu Arthur e disse-lhe:
- Então, inventastes a Harley-Davidson?
- É verdade, fui eu.
- Não foi uma boa invenção. É um veículo instável, barulhento e poluidor. Manutenção complicada, alto consumo...

Arthur ficou aborrecido com o comentário e retrucou:
- Desculpe, mas não foi o senhor que inventou a mulher?
- Sim, fui eu!

Arthur prosseguiu:
- Bem, aqui entre nós, de profissional para profissional, o senhortambém não foi nada feliz na sua invenção! Há muita inconsistência na suspensão dianteira. Ela é muito barulhenta e tagarela em altas velocidades. Na maioria dos casos, a suspensão traseira é muito macia e vibra demais. A área de lazer está localizada muito perto da área de descarga de resíduos e os custos de manutenção são exorbitantes.
Deus refletiu e respondeu:
- Sim, é verdade que o meu invento tem defeitos. Mas, de acordo com os dados que temos nos nossos sistemas, há muito mais homens montados na minha invenção do que na tua!


Vencendo o estresse e a fadiga

Ivar Hartmann

Não se descobriu ainda sistema melhor para o ser humano viver de acordo com sua vontade, usufruindo o que a modernidade lhe oferece, do que o capitalismo. Por outro lado, não podemos confundi-lo com consumismo, tão próprio da vida moderna, tão insuflado pela propaganda e, infelizmente, tão multiplicado pela emulação. Em cidade onde vivi havia uma classe de pessoas apelidadas de “piolho de rico”, ou seja, queriam ter o mesmo que os mais poderosos, sem os meios para tanto. Um advogado meu amigo, César Souza, de Carazinho, costuma dizer que o profissional liberal deve saber que pode ter uma vida boa, mas que nunca será rico. Quem quiser ficar rico tem que se arriscar como empresário. Em ambos os casos estas definições estão voltadas para a quantidade de dinheiro que alguém possui. Mas, será que dinheiro é remédio ideal ou definição para vivermos bem? Sábado duas senhoras vestidas com simplicidade, passavam pelo bairro distribuindo literatura religiosa de porta em porta. Eram Testemunhas de Jeová. Com abordagem da Bíblia feita para a sociedade de consumo. Um dos capítulos dizia respeito a estafa, esta sensação de permanente cansaço e desinteresse, fruto tantas vezes do estresse e de como vencê-la.
O excesso de trabalho, o abandono dos filhos, o mau uso das horas de lazer tem sempre como objetivo ganhar mais. Vejamos: ganhar mais para que? A resposta é sempre a mesma: para ter uma vida melhor! Mas, que vida melhor? Abandonar a família, esquecer a felicidade do dia a dia, esgotar a saúde para ter uma vida melhor? E estes momentos perdidos não são a própria vida presente? Adianta-me pouco andar de carro novo, roupa nova, frequentar restaurantes caros se isso é patrocinado pelos juros, cartão de crédito ou cheque especial. Grandes magazines (o leitor certamente sabe quais) não dão descontos se pagarmos à vista uma mercadoria. Tudo é em 10 vezes. Por quê? Porque, ao nos tornarmos devedores destas prestações, passamos a ser escravos da loja na medida em que, nem bem pago um gasto já fazemos o seguinte. Ah, mas a vizinha tem carro novo, o vizinho manda o filho para uma escola cara e meu primo está usando roupa melhor que eu. E daí? Juros, cartão de crédito e cheque especial são criações de banqueiros, e banqueiros são como donos de cassino: não perdem nunca e oferecem fel sob o sabor de mel. São os diabos da vida moderna.

A tartaruga

Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho gari,
o médico e o paciente começaram a conversar sobre o país
o governo, e fatalmente sobre a Dilma. O velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe, a Dilma é como uma tartaruga em
cima do poste...
Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou:
- O que significa uma tartaruga num poste?
Calmamente, o gari explicou:
- Quando o senhor vai indo por uma estradinha, vê um
poste, e lá em cima tem uma tartaruga tentando se
equilibrar. Isso é uma tartaruga num poste.
Diante da cara de interrogação do médico, o velho acrescentou:
- A gente não entende como ela chegou lá; não acredita
que ela esteja lá; sabe que ela não subiu lá sozinha; sabe
que ela não deveria nem poderia estar lá; sabe que ela não
vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá; não
entende por que a colocaram lá. Então, tudo o que temos a
fazer é ajudá-la a descer de lá. E providenciar para que
nunca mais suba lá, pois lá em cima, definitivamente,
não é o lugar dela.

Tá certo ou errado?



Dentadas

" SE SENTIR VONTADE DE CHORAR, CHORE, MESMO QUE DEPOIS
SE SINTA IDIOTA POR ISSO".
                                                                                 *Caco Dentão*


Queixa



Meu corpo teu ninho

Por Léa Waider...



A simples lembrança dos teus dedos na minha nuca me arrepiam
Teu cheiro me habita a alma e meu peito, arfante, te recebe.
Me abraça, vem dormir comigo
Me ajuda a apagar do peito aquela dor do querer.
A noite se instala em mim.
Lá fora, apenas o silêncio da noite do teu olhar.

Vem.
Ocupa com teu corpo esse abrigo que te chama.
Volta a ser minha morada, teu abrigo
Faz de mim tua caverna, teu porto seguro.
Faz do meu corpo teu ninho.

Atordoada pelas saudades crescentes,
meu corpo todo se ouriça à tua procura.

Acabem logo com essa porra

clayton




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Sucesso no lançamento de Comédias Bancárias

Ciduca, apresentando o livro durante o lançamento

O lançamento do livro Comédias Bancárias - Nos bastidores de um banco brasileiro, do escritor caicoense Ciduca Barros, reuniu dezenas de conterrâneos e ex-colegas do Banco do Brasil na última sexta-feira, dia 26.
O livro, que conta causos vividos pelo autor e clientes durante sua carreira funcional no BB, está disponível na sede da AFABB - Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil, em Natal.
Pode ser adquirido também pela internet: basta ao interessado mandar um e-mail para ciducabarros@hotmail.com, que o próprio autor se encarrega de mandar o livro pelos Correios.
Nesta modalidade, o livro custa R$ 35,00 (postagem inclusa).
Na AFABB, o exemplar custa R$ 30,00.
O valor das vendas será doado integralmente ao projeto AFABB SOLIDÁRIA, braço social da associação que tem assistido dezenas de instituições beneficentes.
Abaixo, mais fotos do lançamento:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Sabedoria

                                                                                                                      
                                                                                                                                                                     

Decifrando um poema de Camões

O poema:
'O amor é fogo que arde
sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,

dor que desatina sem doer '.

 
Uma vestibulanda deu a seguinte interpretação:
'Ah, Camões! Se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'
 


Ela ganhou nota 10: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher...

Político de palavra



Piadinha cu de galinha

Num exame de rotina, o médico do hospício
pergunta a um dos pacientes:
-E então, o que foi que você inventou dessa vez?
-Eu inventei um objeto que permite ver através das paredes.
- É mesmo?! E como se chama esse objeto?
- Janela.

Dica



Dentadas

Foto: Bem assim haha :v :3 #morena
                                                                                                *Caco Dentão*  





                         



Investimento



Prece

Por Eliana Mora...

Preciso do veludo
dos teus cílios
da maciez
e da audácia
do
teu cheiro
da embriaguez
que vem
da tua
boca

Preciso te tocar

Preciso voltar
a ouvir

o som
do teu
corpo.

domingo, 28 de setembro de 2014

O somítico


Ciduca Barros
Quem não conhece um somítico ou outro nome que se queira chamá-lo: avaro, mesquinho, amarrado, fominha, miserável, morrinha, muquirana, pão-duro, tacanho, mão-de-vaca, morto-a-fome, unha-de-fome ou sovina?
Não sabemos o que se passa na cabeça de um amarrado.  

Por que ele reluta tanto em pagar as suas contas? 
Por que ele sofre tanto quando paga as suas despesas?
Vemos, às vezes, pessoas abastadas (gente de posses, como dizia a finada minha mãe) que têm verdadeira ojeriza em pagar as suas contas legalmente constituídas. 
É bom que não confundamos o cara morrinha com o sujeito velhaco. 
O morrinha sofre ao desembolsar o seu dinheiro, e o velhaco não gosta de pagar.
Já estive perto de muitos muquiranas, mas o maior deles é o personagem desta história, seridoense.  

A cidade inteira o tinha como o maior mão-de-vaca dali.
Certa ocasião, durante um carnaval no clube social da cidade, ele e a noiva dividiram uma mesa no clube. 
Nada consumiram nos três primeiros dias de baile. 
No último dia (terça-feira gorda), a noiva não aguentando mais o calor e a sede, pediu-lhe:
– Narciso, eu estou com muita sede. Peça, pelo menos, uma garrafinha de água mineral.
 

Mesmo doendo, ele aceitou a sugestão. 
No fim do baile, ele pediu a conta. 
O garçom traz a continha e ele, à vista do ínfimo valor ali expresso, fez o seguinte comentário que comprovou o grande pão-duro que era:
– Puta que pariu! O que mata é pagar estes 10% do garçom!

Piadinha cu de galinha

O marido da médica boazuda da cidade vai se confessar:
- Padre: descobri que minha mulher tá dando pra todo mundo!
E o vigário, piedoso:
- Tomara que ela se lembre dos irmãos aqui da paróquia.

Fique por dentro