sábado, 30 de abril de 2016

Deu zebra

Quem?


RYFFS contrata Cielo para motivar funcionários



cesarcielo









Eliminado recentemente da disputa que completou a equipe de natação brasileira nos Jogos do Rio, Cesar Cielo será convidado pelo presidente da RYFFS Corporation,Bibica Di Barreira, para ocupar o cargo de Diretor Esportivo da RYFFS. O dirigente se disse convicto de que a presença de Cielo na empresa pode ter um efeito muito favorável ao desempenho dos funcionários.
“Ele é o maior nadador brasileiro de todos os tempos. Claro, está abatido por ter ficado fora, assim como nós também. Mas vai superar isso e queremos levá-lo para dar uma força a ele. Quando o nosso pessoal souber que o Cesar Cielo está ali, acompanhando tudo, isso vai ser um estímulo, uma motivação tremenda”, afirmou Di Barreira, em entrevista ao BAR DE FERREIRINHA.

Cultura



Ipueira sediará Fórum de Gestão de Pessoas

“Como desenvolver e reter talentos em tempos de crise?” A resposta para essa pergunta que abrange o Brasil, em geral, será dada com aprofundamento em Ipueira, nos dias 22 e 23 de maio, quando será realizado, no Macedão, o Fórum Seridó de Gestão de Pessoas. É mais uma conquista para o setor de eventos, já que atrairá público de quase toda a região, sobretudo da Paraíba, Pernambuco e Ceará.
Os palestrantes do Fórum Seridó de Gestão  de Pessoas são consultores atuantes, ex-executivos no mercado corporativo em empresas nacionais e multinacionais. De Timbaúba, por exemplo, virão Biró de Silon, que abordará o “Lead Recruting – desafios da atração de talentos; Xico Batista, que falará sobre “O que o dinheiro pode fazer por sua empresa e por sua carreira” e a professora Maga Nidia Piraca, cuja palestra vai mostrar “O profissional do século XXI: expectativas e desempenho”.
De Ipueira o empresário Toinho de Aníbal que vai mostrar “Alternativas criativas de remuneração em tempos de crise.”


Vida moderna



Incitando a pecar

Alba Soares

Com o baile de minha cintura
Te deixei louco, louquinho
Teus olhinhos me olhavam
Como uma faminto cordeirinho

Dançava pela cama
Como as ondas do vento
Remexendo minha cintura
Em tua frente, meu amor

Dança, dança, me dizias
Que pareces uma Deusa do Olimpo
Com teu cabelo dourado solto

E essa cintura que se move
são como um furacão atingindo-me
O corpo, incitando-me a pecar.


É a porra da crise



Porco com características humanas nasce em Ipueira

Moradores da região se assustaram com o animal


O nascimento de um porco com rosto e corpo aparentemente humanos deixou os moradores de Ipueira de cabelo em pé. O animal nasceu na fazenda de Toínho de Aníbal e sobreviveu.
De acordo com a rádio local, o dono da fazenda ficou horrorizado ao descobrir que uma de suas porcas havia dado à luz um filhote que parecia humano. Toinho de 73 anos, disse que foi o sócio dele, José de Ciça, de 65 anos, que fez a descoberta na última sexta-feira.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Tocha Olímpica passará por oito cidades do Seridó

Tocha passará pelo Seridó antes de chegar a Brasília
Enquanto o Rio de Janeiro intensifica os preparativos para as Olimpíadas, um outro evento promete trazer uma prévia dos jogos aos torcedores brasileiros. 
Do dia 22 de maio até o dia 4 de julho, a tocha olímpica vai percorrer seis cidades da região Seridó. 
O melhor de tudo é que você pode acompanhar esse trajeto, conhecendo os lugares mais bonitos do Rio Grande do Norte.
A primeira cidade do Seridó que receberá a tocha será Ipueira.
Na sequência, ela passará por São João do Sabugi, Caicó, Timbaúba dos Batistas, São Fernando, Jardim do Seridó, Acari e Currais Novos.
Em Caicó, o símbolo dos jogos será transportado pelo empresário Bibica Di Barreira, ex-jogador de futebol e, atualmente, um dedicado atleta de Onan quando a sua atribulada agenda permite.
O Comitê Olímpico local está tentando ampliar o número de cidades potiguares no roteiro da tocha, entre elas Parazinho, Venha Ver, Lucrécia e Serra de São Bento.
A tocha vai desembarcar em Brasília no dia 3 de agosto.

Di Barreira conduzirá a tocha em Caicó

É hoje a invasão de Natal por Mossoró

Fato


Crise



Bibica diz que Lula está muito preocupado com a crise politica

Depois de quase duas horas de encontro com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ontem, o presidente do Partido do Bar de Ferreirinha (PBF), Bibica Di Barreira, disse que o petista demonstrou “muita preocupação com os desdobramentos da crise política” e do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Lula, segundo Di Barreira, não falou em novas eleições. Ao ser perguntado se sentia-se pressionado com esse tipo de conversa, Di Barreira disse que “conversar não tira pedaço” de ninguém e avisou que continuará conversando, inclusive, com Temer e a presidente Dilma.
-Lula demonstrou muita preocupação com os desdobramentos da crise política e defendeu valores democráticos pelos quais ele disse, e repito, sempre lutou. Ele não tratou de antecipação de eleições, de convocação de novas eleições. E isso não seria o caso,disse Di Barreira.


Solução



Campus da UTB em Caicó tem novo diretor

O campus da Universidade de Timbaúba dos Batistas (UTB) em Caicó terá novo diretor a partir da próxima segunda-feira dia 2. 
O professor Manoel Batista assume a direção geral em substituição ao professor Ciriaco Batista, que comandou a instituição em Caicó por nove anos. 
A solenidade de transferência de cargo acontece às 17h, no auditório do campus de Caicó.
“Estamos na gestão do professor Ciriaco há cerca de nove anos e agora eu assumo com o objetivo de continuar esse trabalho dele que foi bastante positivo. Hoje nós temos vários cursos e agora para o segundo semestre temos a inauguração do curso de engenharia. Com isso, pretendemos dar prosseguimento e avançar ainda mais”, disse o novo diretor.
Além de Caicó, outros campi no Rio Grande do Norte também receberam novos diretores. Ao todo, foram empossados 20 diretores-gerais que assumem a nova gestão da UTB. 
No Seridó, os campi de Parelhas, Ipueira e Currais Novos também estão com novos diretores.

Pinguim

O pinguim!


Piadinha cu de andorinha

O rapaz quer sair com a Paula e se explica para o pai da moça:
- Seu Joaquim, qual o problema de eu sair com a sua filha?
- Não quero!
- Mas eu prometo que não vou tirar nenhum pedaço dela...
E o velho que sabe das coisas:
- O problema não é arrancar pedaço... é colocar!

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Piadinha cu de manicaca

A mãe pede ao filho que ligue pro celular do pai, para avisar a hora do jantar.
Cinco minutos depois, pergunta:
- E aí meu filho, seu pai já está vindo? O que foi que ele disse?
- Mãe, já liguei três vezes, e sempre quem atende é a mesma mulher.
- O quê? Pois deixe aquele safado com fome! Ele vai ver quando chegar em casa...
Mal o pai aparece na frente da casa, ela parte pra cima dele, e lhe aplica a maior surra.
Os vizinhos se aproximam pra ver o que está acontecendo.
E ela continua batendo no marido, gritando como louca: 
- Safado, cafajeste, vagabundo, pilantra, raparigueiro escroto, quem é a puta que estava com você?! Venha cá meu filho. Diga pra todo mundo o que aquela mulher falou pra você ao telefone!
E o filho: 
- Ah, mamãe! Ela sempre dizia: "Seu saldo é insuficiente para realizar ligações."

Dentadas

DISCUTIR FUTEBOL COM FLAMENGUISTA É A MESMA COISA DE APLICAR INJEÇÃO EM QUEM JÁ ESTÁ MORTO.
CACO DENTÃO

Profecias



Piadinha cu de mosca

Dois velhos estavam ouvindo um religioso pelo rádio que dizia :
– Coloque uma mão no rádio e outra na parte doente, que vou curá-los!
A velha coloca uma mão no rádio e outra nas costas. O velho coloca uma mão no rádio e outra no pau. A velha  diz:
– Seu idiota! Ele disse que vai curar os doentes, e não ressuscitar os mortos!
 

Resgate



Encontro de pré-candidatos do PBF será domingo em Ipueira

DSC04133No próximo domingo, Ipueira sediará o 2° Encontro de Pré-candidatos do Partido do Bar de Ferreirinha. O evento contará com quatro palestras sobre a temática comunicação e marketing político. “O objetivo é entrosar os pré-candidato da região e proporcionar um momento de formação”, explica Caco Dentão, coordenador regional do PBF.
A temática trará como abordagens: como criar um discurso de partido, dicas para falar bem em público, como criar bom relacionamento com a imprensa, dicas para conceder boas em entrevistas. A programação iniciará as 8 e seguirá até as 12 horas, na Sede da Fazenda do agro-pecuarista Toínho de Aníbal, e deve reunir pré-candidatos de vinte e dois municípios do Seridó.O presidente nacional do PBF,empresário Bibica Di Barreira já confirmou presença, como também o pré-candidato a prefeito de Natal Nelhão Benévolo.


Realidade



Na tua boca

Lena Lopez
Afasta-me as coxas
Revela-me para ti
Toca-me com os teus lábios
Sorva-me com toda volúpia
Sinta o tempero do meu gosto
Beba o néctar do meu desejo
Sacia a tua sede e fome
Deixe-me louca
Profana-me com tua lingua
Faça-me delirar
Extraia-me palavras desconexas
E gemidos insandecidos
Deixe-me arfante
Retirando-me os gritos
Mais profundo do meu íntimo
Nesse prazer imensurável
Que me dás através da tua boca
Invada-me a flor
Sertenteia-me as pétalas
Molha-me com tua saliva
Mistura o teu desejo
Ao meu prazer insano
Recebe na tua boca
Minha torrente derradeira
O gozo majestoso
Que somente és tu
Capaz de me proporcionar.

A porra da buzina


Buzina, ah a buzina... A desgraça do Século XXI que cisma em atrapalhar nossos dias insistentemente sem obter qualquer resultado válido para o qual foi criada. Se você é do tipo que gosta de buzinar no engarrafamento, presta bem atenção:




quarta-feira, 27 de abril de 2016

Dentadas

SÓ EXISTE UMA PALAVRA PARA DEFINIR O ESCRITOR CAICOENSE CIDUCA BARROS:GENIAL.
                                                     Pituleira

Os esmoleres: mendigos e pedintes do Seridó

Ciduca Barros

Falar sobre as grandes e tradicionais famílias do Seridó é justo e merecido, mas é muito fácil. A árvore genealógica daquela importante gente já está traçada desde o mais remoto tempo. Não podemos negar a importância que muitos membros daquelas tradicionais famílias tiveram no surgimento e crescimento da civilização do nosso Seridó. Jamais poderemos esquecer nossos importantes antepassados, que hoje têm seus bustos em praças públicas e seus nomes atrelados aos logradouros públicos de nossas cidades. 
E aquelas pessoas humildes e excluídas, muitas delas nossas contemporâneas, vamos esquecê-las? Eu, que sempre fui um homem nostálgico, jamais esquecerei alguns que povoaram a minha infância e juventude e que hoje povoam o meu imaginário: os esmoleres.
Os excluídos da sociedade no Brasil já foram em maior quantidade. Atualmente, as pessoas reconhecidas como deficientes, e, logicamente, sem condições de subsistência, são legalmente amparadas pelo poder público e recebem a ajuda pecuniária da Previdência Oficial. 
Esse merecido auxílio tirou muitos pedintes das ruas. Quem, da nossa geração, não se lembra de um ou mais mendigos que povoaram o nosso Seridó? Cegos, doidos, aleijados (palavras que agora são consideradas politicamente incorretas) e pessoas pobres que envelheceram e não puderam mais trabalhar, entre outros incapacitados, perambulavam como mendigos pelas ruas das nossas cidades, muitos esmolando de uma maneira peculiar e que marcaram para sempre a nossa memória.  
Os esmoleres, era assim que as nossas mães os chamavam, eram pessoas com nomes e sobrenomes, mas todos eram reconhecidos por apelidos.
Chico Peba trabalhou a vida inteira. Já velho, passou a mendigar pelas ruas de Caicó. Nunca o esqueci, porque ele tinha uma característica peculiar: não conseguia sorrir. 
E quando lhe perguntavam:
– Chico Peba, qual foi a última vez que você riu?
– No dia do meu casamento, em 1930. 
E complementava: 
– Da merda que eu fiz. 
Lembro-me também de uma velhinha, também da cidade de Caicó, que pedia esmola para enterrar um anjo*. Diziam que ela já fazia tanto tempo que mendigava com aquele objetivo, que, com o dinheiro arrecadado, havia comprado um freezer e conservava ali o pequeno defunto.
Não sei o porquê, mas alguém passou a chamá-la de Rotariana, alcunha que ela detestava e respondia com impropérios. 
Outro fato, que até hoje me causa estranheza, referia-se às solicitações de alimentos para jejuar durante a Semana Santa, que nada mais eram do que pedidos de esmolas. Sabemos que jejuar é praticar o jejum, que, por sua vez, é a abstinência total ou parcial de alimentos. 
Entretanto, naquela época e naqueles períodos, as ruas ficavam lotadas de pessoas humildes, paradoxalmente, pedindo alimentos para jejuar:
– Me dê uma esmola para eu jejuar! – pediam os adultos.
– Dê uma esmolinha pra minha mãe jejuar – diziam as crianças.
Maria Pistola era da cidade de Currais Novos. Na sua mocidade, trabalhou para se sustentar. Envelheceu e foi vítima de um derrame cerebral que a deixou com uma sequela, pois uma de suas mãos curvou-se e o dedo indicador ficou na posição indicativa de estar puxando um hipotético gatilho de uma arma de fogo. Daí adveio o seu apelido. Ela pedia esmolas para se manter. 
A molecada não perdoava e quando ela passava, gritava:
– Maria Pistola!
– Pou! Pou! – mansamente ela respondia, imitando estouros de tiros de uma arma de fogo.
Barrão Setenta, tinha uma excelente pontaria
Havia o violento Barrão Setenta. A propósito, não sabemos sua origem nem de onde nasceu o seu apelido. Ele era daqueles doidos que faziam as "feiras", lembram-se? No sábado estava na feira de Caicó e na segunda-feira "fazia" a feira de Patos. 
Comumente andava com uma funda (aquela que deu fama ao pequeno Daví), já com uma pedra, e ao ouvir o berro "Barrão Setenta" voltava sua pontaria para a direção de onde viera o grito. 
Um verdadeiro perigo. Lascou muitas cabeças. Uma de suas características era o vasilhame vazio de doce com o qual ele pedia suas esmolas e que também servia de chapéu para proteção do abrasador sol dos sertões do Seridó.
Juju, um doido manso
Juju era um doido manso. Sempre enfeitado, cheio de fitas e outros adereços, com uma corneta desafinada nas mãos, empurrando um carrinho de cocão (também ataviado) perambulava pela cidade de Caicó, “subindo e descendo” ruas (como gostava de dizer a finada minha mãe). 
Um detalhe interessante: não me lembro de ter jamais visto Juju pedir esmolas. Ele tocava a sua estridente e inoportuna corneta, quem quisesse que colaborasse com ele (ou não). 
Noutra cidade do Seridó, havia um pedinte que, inteligente e imediatamente, respondia àqueles que lhe negassem uma esmola com a frase “perdoe, eu estou liso”, dizendo:
– Deus o conserve assim!
Havia também aqueles que foram sadios e trabalhadores, envelheceram, passaram a mendigar e ganharam apelidos de que não gostavam. Maria Piolhaço, também da cidade de Currais Novos, foi uma dessas pessoas.  
Era baixinha, andava quase sempre com os pés descalços, falava rapidamente, vivia desgrenhada e soltava o seu repertório de palavrões quando a chamavam pelo seu odiado apelido de Maria Piolhaço.
João Doido adorava a banda de música
João Doido foi um personagem à parte. Ele também era da cidade de Currais Novos e, como os demais, ninguém sabia o seu nome completo. Apesar de seu cognome ter a palavra “doido”, ele simplesmente nunca ligou para o seu apelido depreciativo. 
João Doido tinha duas peculiaridades: gostava de fazer comparações com as pessoas e adorava a banda de música da sua cidade. 
Quanto às comparações, certa vez eu lhe perguntei com que a minha esposa (que estava grávida) parecia: 
– Ela parece assim com uma melancia numa geladeira – foi a sua lógica resposta. 
Quanto à sua adoração pela banda de música, nos eventos festivos da cidade, ele sempre ia atrás da banda tocando um hipotético instrumento musical. Ele vibrou quando alguém mandou fazer uma farda idêntica à dos músicos da banda e o presenteou. Então, ele passou a desfilar com mais garbo e convenientemente fardado. 
O destino, que às vezes tem um toque da mão de Deus, escreveu uma bonita história para o fim da existência do manso João Doido. 
Realizava-se em Currais Novos um festival de bandas de música, com a participação de várias bandas de cidades do Seridó. Talvez, com o turbilhão de emoção em ver (e ouvir) tantas bandas reunidas num único dia, o bom e velho coração de João não resistiu e ele morreu naquele dia. 
Em seguida, veio a mais bela história que o destino que Deus poderia escrever para João. No seu enterro, todas as bandas que estavam na cidade tocaram solenemente no cemitério, no momento do seu sepultamento.
Eu tenho certeza de que ele chegou sorrindo lá no céu! 
Zé Preguiça, largamente conhecido na cidade, não era demente na sua mocidade. Tornou-se alcoólatra e ficou um misto de louco e de bêbado. Ele vivia sempre no entorno do Mercado Municipal da cidade de Caicó.
Certa feita, perguntaram a ele porque não parava de beber.
– Porque eu morreria – foi a sua resposta. 
E, em seguida, explicou: 
– Eu bebo cachaça, sem parar, há mais de vinte anos. Você já pensou numa ressaca de 20 anos?
Para arrematar, conto a história de certo mendigo de uma pequena cidade do Seridó, que se notabilizou por sua resposta inusitada quando as pessoas lhe negavam ajuda.
– Me dê uma esmolinha por amor de Deus – ele pedia.
– Perdoe – vinha a negação.
– Ótimo, é assim que eu quero mesmo. 
E justificava com toda ênfase: 
– Quanto mais “perdoe” melhor pra mim, pois eu quero viver fodido mesmo. 
(*) No Seridó chamam o cadáver de criança de “anjo”.
Escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil e colaborador do Bar de Ferreirinha.