quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Bibica vai distribuir Viagra e Cialis de graça

Antes do comício, Di Barreira circulou com as Bibiquetes
O Pulso Ainda Pulsa vai combater 
a palmolice crônica da 3ª idade

O empresário Bibica Di Barreira, candidato do PBF a prefeito de Caicó, disse ontem durante comício no cruzamento da Avenida Seridó com a Rua Otávio Lamartine, que vai introduzir o programa O Pulso Ainda Pulsa quando assumir o mandato.
Falando a uma multidão formada majoritariamente por idosos, Di Barreira disse que a iniciativa é uma maneira de cuidar da disfunção erétil, a popular palmolice, característica predominante entre os homens da chamada 3ª idade.
"É preciso resgatar a autoestima dos companheiros aposentados, que ainda sentem vontade de namorar, mas a tesão é pouca, o pau não levanta direito e eles não podem comprar o medicamento que lhes devolverá a plenitude sexual. Por isso, vamos distribuir Viagra e Cialis gratuitamente se o povo nos eleger prefeito de Caicó", disse Bibica, sob aplausos dos aposentados presentes ao local, também conhecido como Esquina do Pau Mole.
Além de O Pulso Ainda Pulsa, o programa de governo de Bibica também prevê a transposição do Rio Amazonas para Caicó, a ampliação do período de Carnaval e da Festa de Sant'Ana para um mês e a construção de uma estátua de Sant'Ana com 173 metros de altura, que será o maior monumento católico do mundo.
Nos programas eleitorais de rádio e em seu canal no Youtube, Di Barreira tem dito que o Carnaval e a Festa de Sant'Ana são os dois eventos que atraem milhares de turistas para a cidade, proporcionando a geração de emprego e renda para a população.
A construção da Estátua de Sant'Ana na Ilha de Sant'Ana, ao lado da Capelinha de São Sebastião, segundo ele, fortalecerá o turismo religioso de Caicó, cidade que tem forte tradição católica e tem como padroeira a Avó de Jesus.
Hoje, Di Barreira prossegue com o seu programa de visitas à zona rural do município, área que será muito beneficiada com a transposição do Rio Amazonas.

Café Especial

Heraldo Palmeira

Era uma vez um café onde eu nunca havia entrado. Lugar bonito, charmoso, chamado Le Chocolatier. Instalado no CCAB Petrópolis, em Natal, está na calçada principal do centro comercial erguido há décadas na tradicional Avenida Afonso Pena. Local que mentes provincianas – ou matutas mesmo – apelidaram de “nossa Oscar Freire”, demonstrando noção nenhuma do que significa o lendário bulevar paulistano. Mas essa já é outra história.

A minha história é inesperada em qualquer praça de comércio do mundo, nestes tempos em que comerciantes e seus funcionários perderam a compreensão do significado de cliente. Ainda mais inesperada para alguém que jamais havia posto os pés na loja.

Empurrei a porta naquele quase meio de tarde arejada de junho. O local é pequeno, encontrei apenas mais uma das poucas mesas ocupadas. Pedi água gasosa, café e um salgado. Depois dos sabores, um dissabor na hora de pagar a conta: a carteira não estava no bolso. Constrangido, anunciei meu drama para a garçonete. Impávida, e sem demonstrar qualquer sombra de dúvida, me cobriu com uma voz suave e alentadora: “Não tem problema, o senhor passa depois e paga”.

Como um pugilista que acaba de beijar a lona e tem de comprovar ao juiz que pode continuar na luta, ainda balbuciei que só tinha o celular para deixar como garantia. “Não precisa, fique tranquilo”, nocauteou-me a moça. Restou-me, como último movimento naquele round encerrado, oferecer nome e telefone na comanda das despesas, que ela deixou a meu exclusivo critério anotar. Não tinha qualquer desconfiança para me ofertar.

Transpus com pressa a distância entre a loja e o apartamento da minha irmã, que fica nos arredores – hospedagem inigualável que mereço em terras potiguares. Retornei triunfal ao café, pois não só havia reencontrado a carteira em casa, como já tinha à mão o dinheiro para quitar aquele vexame que provoquei.

Depois de mais um merecido café de despedida, pisei a calçada e a porta de vidro se fechou atrás de mim. Eu, que vivo reclamando, coberto de razão, da má qualidade generalizada dos serviços e dos “profissionais” que literalmente se escondem atrás dos balcões em quase todos os lugares, acabara de levar um drible desmoralizante de competência comercial e continuava paralisado diante daquela demolidora demonstração de excelência.

Numa hora dessas, não importa o tamanho do estabelecimento e nem os valores financeiros envolvidos. Nada vale tanto quanto a atitude de respeito ao cliente.

Num átimo, desenhei o óbvio na mente: era minha obrigação demonstrar meu encantamento e retribuir aquele gesto fidalgo da moça. Entrei numa grande e bela loja de sapatos e bolsas femininos no mesmo centro comercial, onde fui imediatamente cercado pelo time de vendedoras desocupadas pela falta de clientes. Disse que queria presentear uma pessoa que me dera uma aula de atendimento e gostaria de deixar um produto pago. Os primeiros movimentos corriam bem, até que informei que a presenteada seria a moça do café de ali perto:

– A garçonete do café? – quis saber a vendedora, com ar de quem conhecia a moça.
– Sim, ela mesma.
– Senhor, nós não trabalhamos com vale presente.
– Mas eu deixo meu telefone, fico nos arredores para qualquer necessidade...
– O que podemos fazer é lhe ajudar a escolher um presente para ela.
– Não, obrigado. Não tenho como escolher algo tão pessoal para uma pessoa que vi hoje pela primeira vez. Não tenho a menor noção do gosto; nem sei que número ela calça. Quero dar um presente, não um problema de presente.
– Mas, senhor, a gente pode ajudar a escolher um bom presente...
– Não, não. Obrigado, até logo.

Já ia me encaminhando para a porta, quando me voltei para passar o recibo que considerei pendente:

– Será que se eu quisesse presentear uma colunista social haveria algum problema? Terminaria escolhendo algo mais caro, além do que paguei e, muito provavelmente, “pagaria” a diferença escrevendo uma dessas notinhas de jornal.

Saí dali deixando para trás um silêncio absoluto, e com a estranha impressão de que as moças da loja bacana não absorveram bem a ideia de receber, como cliente, a minha cada vez mais valiosa garçonete. Mas não quis acreditar que o fato de ela ser uma negra – de beleza deslumbrante – possa ter interferido na ênfase com que me foi dito “Senhor, nós não trabalhamos com vale presente”.

Entrei numa perfumaria mais adiante. Contei a história que deu origem a tudo e a vendedora ficou encantada. Perfume escolhido, o cartão de troca foi ajuntado dentro da embalagem. Eu não conhecia minha garçonete para saber do seu gosto olfativo, nem podia obrigá-la a carregar um cheiro apenas porque gosto dele.

Naquele já finalzinho de tarde, as mesas da calçada do café estavam lotadas, como costumam ficar nos finaizinhos de tarde. Quem sabe, momento do dia em que a brisa do Atlântico potiguar talvez espalhe alguma poção mágica capaz de juntar gente e causar a tal sensação de se estar na Rua Oscar Freire. Vá saber!

O interior do salão estava vazio e me acerquei do balcão. Puxei conversa com as três funcionárias. Realcei o episódio que nos uniu naquele dia, mas, para elas, aquilo era “o normal” – claro sinal de que os patrões também estão acima da média.

Ao entregar o presente, fiz questão de dizer que minha mulher e minha filha também usavam. Não queria que o perfume que escolhi deixasse no ar qualquer odor de cantada barata. A minha garçonete recebeu com extrema elegância, sem alarido. Como convém às melhores vendedoras da verdadeira Oscar Freire – onde, por acaso, eu estaria dias depois dirigindo as filmagens de um projeto sobre comércio de alto padrão.

No jantar, fiz um relato daquela tarde inesquecível para minha irmã anfitriã. Soube que o dono do café é seu amigo antigo, médico como ela – liguei para ele dias depois.

Soube também que a tal loja de bolsas e sapatos finos, a que não trabalha com vale presente, costuma enviar lotes de sapatos e bolsas para que minha irmã escolha, em casa, o que desejar. E passe depois para acertar a conta.

A postura das vendedoras da loja de bolsas e sapatos finos me causou a desagradável impressão de preferência por mulheres que podem ter os próprios nomes trocados por jornalista, doutora, deputada, senadora, prefeita, governadora, senhora, sinhazinha, sinhá, querida, linda, maravilhosa, poderosa, chiquérrima... Vá saber por que garçonete não se encaixa nesse grupo de fantasia, mesmo com a conta previamente paga!

Em corno, não

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Foi a puta que pariu

Professor Lantequera

Caicó tava numa época de pasmaceira. Dinheiro ninguém tinha, inflação alta, salários minguados... Tudo parado. Até o comércio. 
Mesmo assim, havia uns teimosos. E foi nessa quadra, que apareceu por lá o Xixico, vendedor de fumo de rolo. 
Visitou os três ou quatro armazéns da cidade e resolveu caçar um local pra tomar um banho e dormir, pois que já era final de tarde. 
De manhãzinha, o Xixico aparece para o café da manhã e quase mata de susto Maria Preta, a dono da pensão. 
Esta percebeu que seu hóspede estava com o corpo coberto de hematomas, tinha um olho inchado e roxo, e resolver perguntar a causa de tudo aquilo.
- Dona Maria levei uma pisa!
- Apanhou por quê?
- Aí é que tá... Apanhei sem saber o porquê...
- Pois explique homem!
- Negócio é que resolvi dar um pulinho no cabaré... A proprietária, ficou muito sem graça, pois que não tinha nem uma mulher disponível pra mim. Mas me apresentou a Soninha, já nos últimos dias de gravidez, para ir pro quarto comigo pra gente bater um papo e trocar umas ideias sobre a vida. Aí comecei a indagar da moça sobre o passado, se foi casada, como entrou nessa vida, em que trabalhava e por aí afora. De repente,ela começou a ter as contrações do parto? E a senhora deve saber que puta é um bicho muito escandaloso. Gritava e gritava, ao ponto de me deixar meio surdo. Confesso que fiquei foi muito sem graça. A turma, ao começar a ouvir os gritos, vinha correndo, querendo saber o motivo. E eu fui ficando, para o caso de uma necessidade da mulher ou da criança, até que aparecesse um socorro. Chegou num certo ponto, era gente na porta, pendurada na janela, dentro do quarto, todo mundo querendo ver a criança nascer. E todo mundo em silêncio respeitoso. As colegas da quenga que tinham mais experiência, assim que iam liberando seus fregueses, começaram a chegar pra prestar socorro. E eu, que estava ali de gaiato, imaginei “vou ficar agora até o final pra ver o que acontece”... E fui ficando ali no meu cantinho. Queria saber o resultado daquela encrenca toda. Depois que nasceu a criança, findado todo o escândalo, Soninha ficou aliviada e eu também, vendo o sofrimento acabar. Aí, fui saindo de fininho, já que não precisavam de mim ali. Ao chegar ao corredor, vinha um soldado, com o cassetete na mão. E ele me perguntou:
- O que aconteceu aí, rapaz?
E eu respondi, na maior presteza:
- Foi a puta que pariu!
- Aí ele me pegou de cassetete e me deixou nesta situação.

Pirado

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A vida com ela é...

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Significado de "tanto faz"



Tatuagem compartilhada

Francisco Itaerço
Apague as marcas de batom
Espalhadas pelas minhas vestes
Minhas roupas estão marcadas
Mas, não sou só eu que não presto
Eu me encontro, limpo e puro
Ressalve-se, meu pensamento
Não boto no fogo a mão, nem juro
Nem agora, nem noutro tempo
Quiser me marcar me marque
Marque a hora, marque agora, 
Marque fora, mas me marque
Tatue no teu corpo um verso
Encoste teu corpo ao meu
E grave o verso ao inverso.

Inocente

AUTO_son


Pergunta e resposta fela da puta

"TRÊS PESSOAS SÃO CAPAZES DE GUARDAR UM SEGREDO?

SÓ SE DUAS ESTIVEREM MORTAS.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

O osso do mucumbú

O processo de impeachment da Dilma começou há muitos anos em São Bernardo-SP, quando, numa entrevista de emprego, o cara do RH fez as seguintes perguntas:
- Seu nome?
- Luiz.
- Escolaridade?
- Terceiro ano "compreto"!
- Vamos começar com perguntas simples, conhecimentos gerais, história, geografia, ciências, personalidades. Quem foi Stalin?
- Um cara que cantava 'estralando' os dedo.
- E Lênin?
- Tocava nos Dêbitous.
- O senhor não quer dizer Lennon?
- Esse fazia dupla com a Lilian.
- Ah... Leno!
- Leno, não... Cantano.
- Vamos mudar de assunto. O que é equação?
- É a arte de montar uma égua.
- E equitação?
- É quando a gente paga todas as dívida.
- O que é um quelônio?
- É um tipo de mineral radioativo.
- Não seria plutônio?
- Não... esse é o nome compreto do cachorro do Mickey.
- O que é fotossíntese?
- Denominação técnica para um retratim 3 x 4.
- O que é um símio?
- Um cara que nasceu na Símia.
- Na Símia? E qual é a capital da Símia?
- Nessa tu me pegou: não me lembro agora.
- Quem era Pancho Vila?
- Companheiro de Dom Caixote.
- O que é um caudilho?
- Um osso que tem na ponta da coluna e segundo os cientista, comprova que o homem tinha rabo e descende do macaco. É o popular osso do mucumbú!
- Onde fica a vesícula?
- Debaixo da cravícula.
- Onde ficam os glúteos e para que servem?
- Ficam na garganta e presta pra engolir.
- Onde fica o baço?
- Não é baço. É braço. É dois e fica entre das mão e os dois suvaco.
- Para que servem as fibras óticas?
- Para movimentar o zói.
- Onde fica o Triângulo das Bermudas?
- Qualquer costureira sabe: entre o cós e o gavião.
- Quem descobriu a Lei da Gravidade?
- Um médico ginecologista francês, o Dr. Jeckyl.
- Putz! E quem foi Sócrates? 
- Sócrates? Jogou na seleção. Tá vendo? Também conheço futebol. Não é por ser curintiano que tenho que ser inguinorante! 
Pois bem, o cara foi aprovado e admitido, trabalhou um ano, perdeu o dedinho da mão esquerda, se aposentou, fundou um partido e, bem... o resto da estória todo mundo já sabe, e também a merda que deu.

Rescaldo das Olimpíadas

Ivar Hartmann

As Olimpíadas - graça Deus! - foram um êxito para o Brasil. Nada de atentados terroristas, nada de zika, nada de águas com poluição em excesso. Os casos policiais ficaram abaixo da média histórica da cidade violenta. Se houve obras superfaturadas e o policiamento foi maior que o normal, são detalhes a serem analisados. Que não tiram a beleza do espetáculo e a propaganda do Brasil no exterior. Os adeptos do “quanto pior, melhor” perderam. Não houve vaias pródigas ao Temer, nem ao prefeito. Os cartazes de “fora fulano ou beltrana”, que, seguramente, deveriam estar nos estádios, perderam-se no anonimato. O policiamento dos adeptos do Lula e PT é igual aos de seus adversários. Tudo que o partido fez está certo ou tudo está errado. As Olimpíadas foram trazidas ao Brasil com o apoio decidido do ex-presidente. O convênio patrocinado pela ex-presidente entre as Forças Armadas e atletas de ponta que os torna militares, trouxeram um grande número das medalhas que o país ganhou. A continência à bandeira, obrigatória aos militares não deixou de ganhar críticas. Dos que vivem de mal com a vida.
Na cerimônia de abertura, o passeio triunfal de Gisele Bündchen, gaúcha de origem alemã, mostrou a diversidade das etnias presentes no Brasil. Assim como a escolha de Guga Kuerten como o melhor comentarista amador, confirmou o sul do país como um celeiro de belezas e atletas simpáticos. Ouvi reclamações de que não foi mostrado o rico folclore gaúcho na festa de encerramento, ao contrário do nordeste. Bem, a festa era destinada a estrangeiros, principalmente europeus. As danças gaúchas, com suas prendas e peões luzindo em seus trajes é tradição trazida por portugueses e espanhóis para os pampas. Não são diferentes, na riqueza do trajar em suas danças folclóricas, das tradições da Alemanha, França, Rússia e outros países ricos. Sei por experiência: turista quer o exótico. A Globo brilhou. Muitos canais e cobertura completa. Mesmo não se gostando, é uma emissora de primeiro mundo. Mas não há espetáculo sem alguma falha. Então a narradora de uma competição não cansava de narrar: “A mar-cadela foi melhor que a da fulana”. “A mar-cadela é a melhor até agora”. Outra narrou a Maratona. Repetiu ao longo da prova: esta é uma homenagem ao soldado que levou para a Grécia a notícia da vitória. É difícil levar algo para o lugar do qual não se saiu. Mas...
ivar4hartmann@gmail.com

Consolo

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Informação que confirma a falta de dinheiro na campanha politica

Andressa Suita (Foto: Reprodução)
Andressa Suita circula por
aeroporto carioca com vestido
de renda.

Comparação

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Dentadas

"HÁ AMIZADES QUE VALEM A PENA,OUTRAS A GALINHA INTEIRA".
                                 Caco Dentão

Na sala

fabiozimbres

Ariano Suassuna em quatro tempos

                                                                                            Aristeu Bezerra
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1. Um amigo de Ariano Suassuna (1927 – 2014) ao encontrá-lo, falou: “Você, Ariano, eu nem elogio mais. É chover no molhado!”, disse, com uma demonstração calorosa, abraçando-o.
Ao que o escritor retrucou, veemente: “Não senhor! Eu gosto de ser festejado! Passe pra cá meu elogio! Quero tudo que tenho direito! Se não recebo dos meus amigos, dos inimigos é que os aplausos não me chegam!”
2. O autor de O Auto da Compadecida achava que era muito feio quem falava dos outros pela frente e explicava a razão: “É constrangedor para quem fala e também para quem está sendo falado. Muito mais correto é esperar a pessoa sair para que ela vire o assunto.”
3. Na véspera da encenação de sua peça A Farsa da Boa Preguiça, pela Rede Globo, Ariano Suassuna disse ao jornal O Globo: “Televisão é como um machado. Se for usado para cortar lenha a fim de aquecer quem está com frio, sou a favor dele. Se for para lascar a cabeça de um menino, sou contra.
4. O nosso consagrado teatrólogo e escritor pertencia a duas Academias de Letras, a Pernambucana e a Brasileira. Era, pois, imortal duplamente, embora dizia ele, preferia ser imorrível.

Como diria Zé Pedro: "acaraiou tudo"



Os parceiros

 MARIO  QUINTANA
Sonhar é acordar-se para dentro:
de súbito me vejo em pleno sonho
e no jogo em que todo me concentro
mais uma carta sobre a mesa ponho.
Mais outra! É o jogo atroz do Tudo ou Nada!
E quase que escurece a chama triste…
E, a cada parada uma pancada,
o coração, exausto, ainda insiste.
Insiste em quê? Ganhar o quê? De quem?
O meu parceiro… eu vejo que ele tem
um riso silencioso a desenhar-se
numa velha caveira carcomida.
Mas eu bem sei que a morte é seu disfarce…
Como também disfarce é a minha vida!

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Agosto de Dinarte: 113 anos de nascimento


Fernando Antonio Bezerra


O Seridó que a gente ama sente falta de Dinarte. Ele foi Prefeito de Caicó, Governador do Estado e Senador da República com fortes vínculos com o Seridó e, muito especialmente, com Caicó a quem dedicou uma bonita confissão: “Caicó é uma terra onde todo aquele tiver vocação para lutar e coragem para suportar aquele meio, deve chegar lá. Porque é uma terra em que o povo ensina muita coisa, pois assim se explica alguma coisa que aprendi; porque muitos aprendem de fora, indo buscar nos centros mais civilizados alguma coisa pra trazer de volta. Fiz o contrário: aprendi na minha terra e levei para fora alguma coisa que a minha terra me ensinou. E parece que não fui muito reprovado nessas coisas”.
Dinarte de Medeiros Mariz nasceu, em Serra Negra do Norte/RN no dia 23 de agosto de 1903. Era filho de Maria Cândida de Medeiros e de Manoel Mariz Filho. Maria Cândida de Medeiros, a mãe, era filha do Senador José Bernardo de Medeiros e de Paulina Engrácia Fernandes. O pai, Manoel, era filho de Manoel Medeiros Mariz (Coronel Mariz) e de Francisca dos Passos.
Do casal Manoel Mariz e Maria Cândida de Medeiros, além de Dinarte, nasceram: José Bernardo; Edgar; Severino; Dirceu; Derosse; Descarte; Rui; Paulina; Joana; Cândida; Osmila; Safira, segundo pesquisa publicada na página de João Simões Lopes Filho na internet, que também noticia dados sobre o casamento do líder seridoense com Diva Borborema Wanderley (*29-07-1911 +05-08-2000), respeitada dama que com ele esteve por quase 60 anos. Segundo a pesquisa, o casamento de Dinarte com Dona Diva ocorreu em Serra Negra do Norte, no dia 28 de julho de 1925. Ela era filha de Vigolvino Pereira Monteiro Wanderley e Maria Augusta Borborema. São filhos do casal Dinarte e Diva: Maria Augusta; Dinarte Junior; Roberto; Terezinha; Ruben Gustavo; Vigolvino Wanderley Mariz. Dinarte, além dos filhos do casamento, foi pai de alguns outros filhos, estendendo a todos seu apoio, assim como fez com seus muitos sobrinhos e afilhados. A todos, com o solidário conhecimento de Dona Diva, Dinarte ajudou.
No Caicó de todos nós, cujo Agosto não pode passar sem o devido registro, Dinarte foi estudante, comerciante e político. Bem jovem, em 1930, foi nomeado Prefeito. Em 1933 ajudou a fundar o Partido Popular, ao lado de José Augusto e outros mais. Aluízio Alves, ainda menino, acompanhou a fundação do partido. Em 1935 foi um dos articuladores da reação a Intentona Comunista. Arregimentou homens e armas para evitar que a Revolução Comunista chegasse ao Seridó. Em 1945, também com José Augusto, Juvenal Lamartine, Aluízio Alves e outros líderes, fundou a UDN no Rio Grande do Norte. Em 1954, depois de uma tentativa anterior sem êxito, chega ao Senado Federal. De 1956 ao início de 1961 foi Governador do Estado. A sucessão em 1960 foi o marco do rompimento com Aluízio e José Augusto. Dinarte apoiou Djalma Marinho, ainda na UDN. Aluízio se lançou por uma aliança onde estava o PSD, então maior adversário da UDN. Venceu Aluízio e a partir daí se inaugurou uma nova divisão na política potiguar: aluizistas e dinartistas.
Em 1962, Dinarte voltou a ser eleito Senador, mandato que renovou diretamente nas eleições de 1970 e, indiretamente, em 1978. Faleceu no exercício do cargo aos 9 dias do mês de julho de 1984. Foi um líder ouvido e respeitado, mesmo por adversários. Evidentemente que agradou a muitos e desagradou a outros, mas, creio, que a maioria reconhece que ele era uma voz de peso em defesa do Seridó e dos seridoenses.
Como Governador e Senador emprestou especial atenção as questões da educação e a tudo que interessava ao Seridó, com visível destaque para a fundação da Universidade do Rio Grande do Norte, depois federalizada, e dos Institutos de Educação em Caicó (CEJA) e Mossoró, dentre outras iniciativas. Entretanto, o que mais destacava sua atuação era, de fato, a presença nos momentos mais importantes da Região. Dinarte tinha vida seridoense, tanto pela Fazenda Solidão, quanto pela família e pela atividade política propriamente dita, apesar dos tempos mais difíceis em relação a comunicação e deslocamento. No início dos anos 80, por exemplo, diante de uma tentativa de saque ao comércio local por famílias castigadas pela impiedosa seca daquele período, o velho Senador foi para a Prefeitura de Caicó, mobilizou a Defesa Civil, ajudou a colocar em ordem a situação, ficou à frente de tudo, inclusive, por alguns momentos na porta principal tranquilizando as pessoas. Deste momento, fui testemunha. Outros momentos ouvi de pessoas que conviveram com ele em diferentes situações, inclusive, em campanhas opostas que atestam: Dinarte de Medeiros Mariz, sertanejo como tantos de nós, exercia a solidariedade por vocação!


Fernando Antonio Bezerra é potiguar do Seridó e escreve às segundas-feiras

Novo modelo de Playboy

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Ministro africano vai a Caicó conhecer a RYFFS

A fama da RYFFS Corporation, de Caicó, vem conquistando a cada dia o mercado internacional. 
Agora é a vez da África.
O Ministro da Cultura e Indústrias Criativas do Cabo Verde, Dr. Abraão Aníbal Barbosa Vicente, vai conhecer como funciona a maior empresa de Rifas do país.
Abraão estará em Caicó no dia 5 de setembro. 
O ministro irá conhecer a RYFFS e levar a experiência para o seu país. 
A RYFFS pertence ao empresário Bibica Di Barreira, candidato a prefeito de Caicó pelo PBF.
Di Barreira mandou suspender a sua agenda de campanha daquela data para se dedicar integralmente ao ministro africano.
Adversários anda espalhando que a campanha dele está sendo financiada clandestinamente e a visita do ministro Barbosa, na verdade, serve de biombo para o descarrego de milhares de dólares que serão gastos para conquistar a prefeitura.
Bibica, evidentemente, nega tudo e diz que o seu património é suficiente para bancar os custos.

Promessas

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Cientistas da UTB descobrem um planeta semelhante a Terra


Imagem representando o planeta Proxima b orbitando a estrela próxima Proxima Centauri. 24/08/2016 ESO/M. Kornmesser/Handout via Reuters
Cientistas da Universidade de Timbauba dos Batistas (UTB)descobriram um planeta que parece ser semelhante à Terra circulando a estrela mais próxima do Sol, um grande passo em potencial para se saber se existe vida em outros lugares do universo, mostrou uma pesquisa coordenada pelo Dr: José Almino Filho.
A proximidade relativa do planeta, conhecido como H. SOM, dá aos cientistas uma chance melhor de eventualmente capturar uma imagem dele que os ajude a estabelecer se possui atmosfera e água, que são considerados necessários para haver vida.

A casa caiu!



Dentadas

"O CARA QUE ACREDITA QUE O DINHEIRO FAZ TUDO,PROVAVELMENTE ESTÁ DISPOSTO A FAZER TUDO PELO DINHEIRO".
                                                  CACO DENTÃO