domingo, 30 de abril de 2017

O novo sempre vem... e vai

Morre Belchior, apenas 
um rapaz latino-americano

Morreu ontem à noite em Santa Cruz, Rio Grande do Sul, o cantor e compositor cerense Belchior,  um dos mais importantes artistas da música popular brasileira.
Ele estava com 70 anos de idade e era natural de Sobral, interior do Ceará.
Os familiares do músico confirmaram a morte para o jornal cearense O Povo, o primeiro a informar o falecimento. 
O governador do Estado, Camilo Santana, decretou luto oficial no Ceará por três dias.
O músico havia externado o desejo de ser sepultado na sua cidade natal, e o seu corpo deve ser transferido do Rio Grande do Sul para o Ceará ainda neste domingo, 30. 
O enterro, como ele queria, será realizado em Sobral, município localizado a 240 km da capital.
Ultimamente, o artista vivia recluso, com a companheira Edna Prometheu, que também era sua produtora.
A carreira - Ele chegou a estudar Medicina, mas abandonou o curso no quarto ano, em 1971, para dedicar-se à carreira artística. 
Ligou-se a um grupo de jovens compositores e músicos, como Fagner, Ednardo, Rodger Rogério, Teti, Cirino entre outros, conhecidos como o Pessoal do Ceará.
De 1965 a 1970 apresentou-se em festivais de música no Nordeste. 
Em 1971, quando se mudou para o Rio de Janeiro, venceu o IV Festival Universitário da MPB, com a canção Na Hora do Almoço, cantada por Jorge Melo e Jorge Teles, com a qual estreou como cantor em disco, um compacto da etiqueta Copacabana. 
Em São Paulo, para onde se mudou, compôs canções para alguns filmes de curta metragem, continuando a trabalhar individualmente e às vezes com o grupo do Ceará.
Em 1972 Elis Regina gravou sua composição Mucuripe (com Fagner). 
Atuando em escolas, teatros, hospitais, penitenciárias, fábricas e televisão, gravou seu primeiro LP em 1974, na gravadora Chantecler. 
O segundo, Alucinação (Polygram, 1976), consolidou sua carreira, lançando canções de sucesso como Velha roupa colorida e Como nossos pais, que depois foram regravadas por Elis Regina, e Apenas um rapaz latino-americano. 
Outros êxitos incluem Paralelas (lançada por Vanusa) e Galos, noites e quintais (regravada por Jair Rodrigues). 
Em 1979 no LP Era uma Vez um Homem e Seu Tempo (Warner) gravou Comentário a respeito de John (homenagem a John Lennon).
Homenagem - Realizado na região da Praia de Iracema, em Fortaleza, desde terça-feira, 25, o festival gratuito Maloca Dragão promoverá o show "Viva Belchior - tributo dos artistas cearenses ao rapaz latino americano”, que não integrava a programação inicial do evento. 
A apresentação em homenagem contará com artistas conhecidos como “pessoal do Ceará”, movimento de uma cena que contou com Rodger Rogério, Belchior, Amelinha e Fausto Nilo.
O Bar de Ferreirinha junta-se aos milhares de fãs, órfãos de Belchior, e presta uma homenagem ao artista com vídeos de algumas das suas obras-primas. Saudades!

Como nossos pais


Alucinação


Apenas um rapaz latino-americano


Pequeno mapa do tempo


Paralelas



Secretaria de Cultura do 
Ceará publica nota de pesar

Talvez eu morra jovem, alguma curva no caminho
Belchior

A manhã chuvosa de domingo em Fortaleza veio com a notícia da despedida de Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, nosso eternamente querido e admirado Belchior. Os cearenses, que assim como os cidadãos de todo o Brasil já enfrentavam a saudade da convivência com o grande cantor, compositor, artista visual, calígrafo, pensador, agitador cultural, bom-papo Belchior, agora se veem perplexos, consternados diante dessa triste notícia, que encerra o sonho de uma volta aos palcos do autor de "Coração selvagem", "Como nossos pais", "Apenas um rapaz latino-americano", "Conheço meu lugar", "Pequeno perfil de um cidadão comum", "Velha roupa colorida", "Na hora do almoço", "Não leve flores", "Brasileiramente linda", "Mucuripe" (com Raimundo Fagner), "Chão sagrado" (com Rodger Rogério) e de tantas, tão belas e contundentes canções.
Jovem que nos anos 60 trocou Sobral por Fortaleza e o cobiçado curso de Medicina por uma incerta carreira musical, Belchior integrou a geração que passaria à história como o "Pessoal do Ceará". Talvez nenhum deles  tenha encontrado tão cedo o grande objetivo do artista quanto Belchior: um discurso próprio, um projeto estético original, um encontro sem igual entre forma e conteúdo, um sotaque inconfundível, porque único, nas suas canções.
O mesmo Belchior que, contam seus parceiros de geração, não soltava o violão nas rodas em que a turma se reunia para mostrar suas novas canções desenvolveu bastante cedo sua própria forma de compor. Os acordes simples acompanhados de apurado senso melódico e lírico, as letras longas, as narrativas fortes, o olhar para os personagens do dia a dia e para as lutas que fazem a história e o mundo, o discurso direto ao coração e à mente do ouvinte, ainda que como um desafio. "Eu quero é que este canto torto feito faca corte a carne de vocês".
Com a coragem e as canções que já havia escrito na mesma Fortaleza cuja cena musical ajudava a revelar trabalhando como produtor na televisão local, Belchior seguiu o rumo do sul, da sorte, da estrada que seduz, assim como os companheiros de sonho e de som, e foi decisivo, ao vencer o Festival da TV Tupi em 1971 com "Na hora do almoço", para que muitos deles também se animassem à "diáspora". Em 1972, lançou "Mucuripe", na voz do parceiro Fagner, no disco de bolso do Pasquim, música que viria a ser gravada por Elis Regina. Por já ter gravadora, não participou diretamente do disco "Meu corpo, minha embalagem, todo gasto na viagem ", que reuniu Ednardo, Téti e Roger Rogério em 1973 e se tornou conhecido como "Pessoal do Ceará". O primeiro disco veio em 1974. Em 1975, Rodger e Téti lançam o LP "Chão Sagrado", tendo como faixa título a parceria entre Belchior e Rodger. Vem então o segundo disco próprio, em 1976, o clássico "Alucinação", que, junto a novas gravações de canções suas por Elis, consolidou-o no patamar dos grandes compositores brasileiros da então nova geração.
Além de se despedir da genialidade, do lirismo e da contundência de Belchior, de sua magistral reinvenção da canção popular brasileira, capaz de levar a todas as classes sociais temas densos e profundos, também embalados em espírito crítico, irônico, transformador, o Ceará diz adeus neste domingo a um sonho cultivado por seus cidadãos: o de ver Belchior, na hora que ele julgasse acertada, retornar a nosso Estado e, quem sabe, também aos palcos e estúdios. Com a certeza de muitas e maravilhosas coisas novas pra dizer. Além da importância de sua vasta obra musical, que merece ser cada vez mais estudada, conhecida e reconhecida para além dos grandes sucessos, ficam para sempre nos corações dos cearenses o sorriso, a verve e as canções do eterno Bel. Porque viver é melhor que sonhar. 
Fabiano dos Santos Piúba
Secretário da Cultura do Estado do Ceará

Se for levar chifres, não dirija


Ciduca Barros

Já falamos sobre infidelidade conjugal e suas consequências engraçadas, mas ainda não tínhamos escrito ainda sobre chifre x infração de trânsito. Infidelidade conjugal é um assunto polêmico e delicado. 
Não é o meu objetivo escrever aqui sobre chifre, seja ele masculino ou feminino. Todos nós conhecemos alguém que já traiu ou foi traído, mas o que eu gosto de enfocar são os fatos divertidos que, às vezes, são gerados por infidelidades conjugais. 
Aqui está um desses casos.
Nossa conterrânea, como a grande maioria de nós, caicoenses, é reconhecidamente aloprada. Ela é uma pessoa de excelente caráter, boa mãe, foi boa filha, entretanto a placidez não é seu forte, mormente quando está “agoniada do juízo”. 
Morando em Natal, com os seus filhos na universidade, soube que o seu marido, que ficara lá em Caicó, estava com uma namorada. O que aconteceu, então? Ela pirou de uma vez. Entrou no seu carro e se mandou para Caicó.  
Não sei qual a marca do seu carro naquela época, mas sei que o ponteiro do velocímetro ia no limite máximo.
E foi naquela velocidade desenfreada que ela passou num posto da Polícia Rodoviária Federal. Os policiais ficaram em polvorosa. 
Ligaram para o posto seguinte (sabiam apenas a cor do carro, pois a velocidade não permitiu que vissem a placa) e alguns deles seguiram em perseguição e de sirene ligada no máximo. E conseguiram interceptá-la. E então? Depois de recolherem os seus documentos, veio a pergunta fatal:
– Minha senhora, você sabe a velocidade que a senhora desenvolvia?
– Não sei nem me interessa saber - foi a resposta da vexada. 
– A senhora sabe que poderia ter causado um grave acidente?
Daí a conterrânea respondeu com outra pergunta:
– Seu guarda, o senhor já foi traído? 
E antes que o policial respondesse, ela desfechou:
– Não pode haver acidente mais grave do que levar chifre!


Escritor, funcionário aposentado do Banco do Brasil e colaborador do Bar de Ferreirinha

Jogo legal



Sobre o futuro

Everaldo dos Santos

Todo espírito preocupado com o futuro é infeliz.
O mais corriqueiro dos erros humanos é o futuro.
Ele falseia a nossa imaginação, ainda que ignoremos
totalmente onde nos leva.
Quando pensamos no futuro, nunca estamos em nós.
Estamos sempre além.
O medo, o desejo, a esperança jogam-nos sempre para
o futuro, sonegando-nos o sentimento e o exame do
que é, para distrair-nos com o que será, embora o
tempo passe e já não sejamos mais.

          

Jeitinho único

mulher dirigindo


Dentadas

“Se chover tornozeleira eletrônica em Brasília, nenhuma cai no chão”
                       Caco Dentão

Novo transporte da Dilma



Lambido

Ricardo Icassatti

Eu quase havia esquecido como é bom
Ser lambido, beijado, lambuzado
Por uma mulher bonita, manhosa, gostosa
Morena, loira, oriental, negra, ruiva
Não importa
Bastou me deixar levar
Sentir a língua molhada deslizar
Em torno das orelhas, ao redor do pescoço
De cima até embaixo da nuca
Arrepiar-me com o quente/frio da respiração
Lenta...
Pausada...
Um interminável gemido de prazer
Perdido nas entranhas do meu ser.

Lero de boteco

Dois biriteiros batendo papo:
-É verdade que o Brasil parou dia 28?
-É,mas parar é fácil.Eu quero ver é
botar pra funcionar.





Advogados na batalha



sábado, 29 de abril de 2017

Viuvinha nova e seca

Uma jovem viúva"seca" e resolve ir a um sexologista que a aconselha a comprar um vibrador. 
Ela vai na farmácia, compra o dito cujo e pergunta ao farmacêutico: 
- Como se usa isto? 
- É fácil! Faça como se fosse seu marido. É igualzinho... 
No dia seguinte ela volta a farmácia chorando: 
- Isto não funciona. Foi uma catástrofe... 
- Mas por que? Pergunta o farmacêutico. 
- Eu fiz como se fosse meu marido e o resultado é que eu quebrei todos meus dentes da frente...

Gente como a gente

Crime moral

Honoré de Balzac

“Nenhum código, nenhuma instituição humana pode
 prevenir o crime moral que mata com uma palavra.
 Nisso consta a falha das justiças sociais; aí está a
 diferença que há entre os costumes da sociedade
 e os do povo; um é franco, outro é hipócrita;
 a um, a faca, à outra, o veneno da linguagem ou
 das ideias; a um a morte, à outra a impunidade.”


Notícia que acaba o conflito EUA X Coréia do Norte

Com dieta vegana 
Isabelle Drummond
diz não comer fritura 
nem beber
refrigerante.
Isabelle Drummond  (Foto: Johansson Correia)

Vizinho do congresso!



Sapo barbudo, o coitadinho



O bicho homem

Monteiro Lobato

“A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.”  

Essa Vespa fazia sucesso na década de 60



sexta-feira, 28 de abril de 2017

Hoje tem livro novo de Ciduca Barros


O escritor Ciduca Barros lança hoje o seu mais novo livro de causos No Banco do Brasil de Antigamente, a partir das 9h00, na sede social da AFABB-RN (Associação dos Funcionários Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte), situada à Av. Floriano Peixoto, nº 616, Centro – Natal-RN.
Ciduca, batizado Francisco de Assis Barros, é o mais antigo e assíduo colaborador do blogue Bar de Ferreirinha.
O seu novo livro homenageia o centenário de instalação da primeira agência do Banco do Brasil no Rio Grande do Norte, precisamente em Natal, consequência da política de integração econômica nacional.
Por ela, o Banco do Brasil definiu a estratégia de marcar a sua presença em todos os estados do Brasil. 
A agência de Natal foi inaugurada no dia 14 de abril de 1917, um sábado, no prédio de nº 3, da Avenida Tavares de Lira (esquina com a Rua Chile), e o seu quadro funcional constava apenas de quatro servidores.
Assim como nos seus livros anteriores, o livro No Banco do Brasil de Antigamente narra as histórias cômicas ocorridas com clientes e funcionários do Banco do Brasil de outrora – inclusive fatos engraçados ocorridos em agências do Banco no Seridó Potiguar (Caicó e Currais Novos).
O livro tem 100 capítulos e mais de 150 causos, custa R$ 30,00 (trinta reais), acrescido de R$ 9,00 (nove reais) se houver custo postal, e poderá ser remetido para qualquer parte do país, com os pedidos efetuados através do e-mail: ciducabarros@hotmail.com
Sucesso, Ciduca, e reserve um exemplar para a biblioteca do Bar de Ferreirinha!

Infidelidade

Luiz Fernando Veríssimo
- Eu jamais fui infiel a minha mulher, doutor.
- Sim.
- Aliás, nunca tive outra mulher. Casei virgem.
- Certo.
- Mas, desde o começo, sempre que estava com ela, pensava em outra. Era a única maneira que conseguia, entende? Funcionar.
- Funcionar?
- Fazer amor. Sexo. O senhor sabe.
- Sei.
- No princípio, pensava na Gina Lollobrigida. O senhor se lembra da Gina Lollobrigida? Por um período, pensei na Sofia Loren. Fechava os olhos e imaginava aqueles seios. Aquela boca. E a Silvana Mangano. Também tive a minha fase de Silvana Mangano. Grandes coxas.
- Grandes.
- Às vezes, para variar, pensava na Brigitte Bardot. Aos sábados, por exemplo. Mas para o dia-a-dia, ou noite-a-noite, preferia as italianas.
- Não há nada de anormal nisso. Muitos homens...
- Claro, doutor. E mulheres também. Como é que eu sei que ela não estava pensando no Raf Valone o tempo todo? Pelo menos eram da mesma raça.
- Continue.
- Tive a minha fase americana. A Mitzi Gaynor.
- Mitzi Gaynor?!
- Para o senhor ver. A Jane Fonda, quando era mais moça. Algumas coelhinhas da Playboy. E tive a minha fase nacionalista. Sônia Braga. Vera Fischer. E então começou.
- O quê?
- Nada mais adiantava. Eu começava a pensar em todas as mulheres possíveis. Fechava os olhos e me concentrava. Nada. Eu não conseguia, não conseguia...
- Funcionar.
- Funcionar. Isso que nós já estávamos na fase da Upseola.
- Upseola?
- Uma por semana e olhe lá. Mas nada adiantava. Até que um dia pensei num aspirador de pó. E fiquei excitado. Por alguma razão, aquela imagem me excitava. Outro dia pensei num Studebaker 48. Deu resultado. Tive então a minha fase de objetos. Tentava pensar nas coisas mais estranhas. Um daqueles ovos de madeira, para cerzir meia. Me serviu duas vezes seguidas. Pincel atômico roxo. A estátua da Liberdade. A ponte Rio-Niterói. Tudo isto funcionou. Quando a minha mulher se aproximava de mim na cama eu começava, desesperadamente, a folhear um catálogo imaginário de coisas para pensar. O capacete do kaiser? Não. Uma Singer semi-automática? Também não. Um acordeom, quente, resfolegante... Mas, depois de um certo tempo, passou a fase das coisas. Tentei pensar em animais. Figuras históricas. Nada adiantava. E então, de repente, surgiu uma figura na minha imaginação. Uma mulher madura. O cabelo começando a ficar grisalho. Olhos castanhos... Era eu pensar nessa mulher e me excitava. Até mais de uma vez por semana. Até as segundas-feiras, doutor!
- E essa fase também passou?
- Não. Essa fase continua.
- Então, qual é o problema?
- O senhor não vê, doutor? Essa mulher que eu descrevi. É ela.
- Quem?
- A minha mulher. A minha própria mulher. Me ajude, doutor!

Desculpas

Pesquisa feita pela Universidade de Timbauba dos Batistas(UTB)
 durante todo o ano de 2016.Quando os funcionários foram
 perguntados sobre as desculpas mais absurdas que usaram,
 eles citaram as pérolas abaixo.
    - Não estavam sóbrios o suficiente para fazer o carro pegar.
    - Esqueceram que tinham sido contratados para o emprego.
    - O cachorro estava tendo um colapso nervoso.
    - A avó estava sendo exumada por causa de uma investigação policial.
    - O gato foi atropelado.
    - Estava com muito sebo na virilha.
    - Estava chateado após assistir mais uma derrota do Flamengo.

Perigo real



Dentadas

Todo homem que trata uma mulher como uma princesa é porque foi educado jogando baralho.
Caco Dentão

Fugindo da concorrência

Brasileiros vão ao Paraguai roubar 40
milhões de dólares, aqui a concorrência
é desleal.


Nova casa da moeda



Coito

Ferreira Gullar

Todos os movimentos
           do amor
           são noturnos
mesmo quando praticados
           à luz do dia

Vem de ti o sinal
           no cheiro ou no tato
que faz acordar o bicho
           em seu fosso:
           na treva, lento,
           se desenrola
                     e desliza
em direção a teu sorriso

Hipnotiza-te
com seu guizo
                     envolve-te
em seus anéis
corredios
                     beija-te
                     a boca em flor
e por baixo
           com seu esporão
           te fende te fode

           e se fundem
           no gozo

depois
desenfia-se de ti

           a teu lado
           na cama
           recupero a minha forma usual.

Chegou o socorro

Pbi8BjI


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Diarreias mentais - XXXII

Uma excrescência partidária

O Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, denominado Fundo Partidário, é constituído por dotações orçamentárias da União, multas, penalidades, doações e outros recursos financeiros que lhes forem atribuídos por lei. 
Ou seja, quem banca o Fundo Partidário são os caros impostos do esbulhado e sofrido povo brasileiro.
Ouvi uma certa Senadora da República defendendo a permanência dessa excrescência política, mentirosamente afirmando que: “quem financia o Fundo Partidário é o regime democrático”. 
Pura e simples “diarreia mental”, doutora senadora.
Não é a "democracia" quem financia o processo político brasileiro e sim o dinheiro do contribuinte, em detrimento das nossas sérias e seculares carências em educação, saúde, segurança, etc.
Vocês pensam que essa “diarreia” para por aqui? 
Errado!
Agora, os nossos geniais políticos estão reivindicando ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorização para utilizar dinheiro do Fundo Partidário no pagamento de multas devidas pelo uso indevido dos recursos do Fundo Partidário.
Entenderam? Eles (os políticos) usaram erroneamente o nosso dinheiro transferido para a “excrescência partidária” e foram multados por isso. 
Então, agora, aquelas cabeças pensantes, querem pagar as multas com os próprios recursos  da “excrescência partidária”. 
Entenderam? Ainda não? Já que estamos falando de “diarreias”, vamos falar numa linguagem lá de “nóis”: é o mesmo que cagar, e limpar o cu com a merda.

Noticia que muda quase tudo na Reforma da Previdência

Luciano Huck e Angélica se
despedem do feriado com 
uma dancinha.
Angélica e Huck se despedem de feriado com dancinha; vídeo (Reprodução/Instagram)


Será trapaça?

Políticos batendo uma bolinha.
serah_q_isso_eh_trapaca


Dentadas

Ninguém pode vencer por você. Acredite: só você pode vencer os obstáculos que surgem no seu caminho.
Caco Dentão